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Notícias

, ID:55
25 Ago 2020
É possível que o óvulo fertilizado se implante no útero, mas sem o desenvolvimento do embrião: mito ou verdade?⠀
Infelizmente, verdade!
Essa condição se chama , que pode acontecer devido a uma falha genética durante a fecundação. O útero até se prepara para abrigar e acolher o embrião,…
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, ID:54
25 Ago 2020

Infertilidade Secundária!

Você já teve filho, mas está tentando há um ano gestar de novo e não consegue? Podemos ter aí a chamada Infertilidade Secundária, que acontece quando o casal já teve um ou mais bebês, porém enfrenta dificuldades para engravidar novamente.
Aí vem a pergunta: o que pode causar esse…
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, ID:53
25 Ago 2020
Preparei um novo e-book especial para vocês de orientação às gestantes.
Nele você encontra vários assuntos importantes, tais como os exames essenciais do pré-natal, vacinação no período gestacional, doenças comuns no terceiro trimestre da gravidez, e informações sobre o parto e pós-parto (incluindo um tópico especial sobre amamentação).
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, ID:52
25 Ago 2020

Diabetes pode afetar a fertilidade?

Que tal essa ideia para a nova nota de R$ 200,00? Entrei na brincadeira, mas, na verdade, para falar hoje de um assunto sério: diabetes pode afetar a fertilidade? Infelizmente, sim!

- Nas mulheres:

A doença no geral pode causar deficiência hormonal, podendo…
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, ID:51
25 Ago 2020

Café atrapalha fertilidade?

Aposto que a maioria aqui dos meus seguidores adora um bom cafezinho. E como não gostar, não é mesmo?! É difícil, por exemplo, começar o dia sem ele. Contudo, cuidado!
De acordo com alguns estudos, a cafeína, em excesso, pode prejudicar a fertilidade, por isso o ideal seria o…
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, ID:50
27 Jul 2020
Mito! Quem tem cisto ovariano pode engravidar, sim.
Cistos no ovário raramente provocam infertilidade, mas eles podem, em alguns casos, dificultar a concepção por conta de possíveis alterações hormonais. Por isso, é importante que a mulher faça acompanhamento médico, sobretudo se estiver tentando engravidar.

O cisto nada mais é que uma “bolsa” repleta de substância líquida ou material semissólido que pode se formar em um ou nos dois ovários. Eles surgem e desaparecem espontaneamente durante o ciclo menstrual e, na maioria das vezes, não apresentam qualquer risco.
No entanto, quando há sintomas, por exemplo, é preciso tratamento individualizado (que é quase sempre simples, mas essencial para promover a saúde da mulher).

Geralmente a presença do cisto é silenciosa, mas em quadros de maior gravidade pode haver sinais como dor pélvica, inchaço na região do abdômen, dor na relação sexual, constipação, sangramento fora do ciclo, menstruação irregular e dor nas costas.
Por isso, pode ser necessária a utilização de medicamentos para evitar que novos cistos se desenvolvam e também para eliminar os já existentes, ou, principalmente se forem grandes e persistentes, pode ser recomendada ainda a cirurgia de retirada.
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, ID:49
21 Jul 2020

Reserva ovariana

A Reserva Ovariana nada mais é que a quantidade de folículos que a mulher tem disponível nos seus ovários; lembrando que esse folículo é uma espécie de “bolsa” - cada uma carrega um óvulo. No ciclo menstrual, esse óvulo amadurece dentro do folículo e é liberado para ser fecundado: a ovulação!

Mas essa quantidade é limitada, e com o passar do tempo há redução do número e da qualidade dos folículos e, consequentemente, dos óvulos (estima-se que, em cada ciclo, é possível perder mil óvulos). E a mulher sofre uma queda significativa a partir dos 35 anos.

Quem tem essa reserva baixa, portanto, pode ter dificuldades para engravidar, porque são poucos óvulos disponíveis para fecundação. Mas aí você pode se perguntar: e como eu faço para avaliar a minha reserva ovariana?
O especialista em reprodução humana pode investigar esse fator através de dois exames principais:

- ULTRASSONOGRAFIA TRANSVAGINAL: através da imagem, o médico contabiliza quantos folículos antrais (CFA) a mulher tem naquele ciclo, e assim consegue determinar se ela possui reserva baixa ou normal. Quanto mais folículos, maior a fertilidade.
- HORMÔNIO ANTIMÜLLERIANO (HAM OU, EM INGLÊS, AMH): essa substância é produzida pelas células da granulosa dos folículos ovarianos. Desse modo, quanto maior for a dosagem sanguínea do hormônio, maior a reserva de óvulos.

Tanto para você, que deseja engravidar agora, quanto para quem quer planejar uma gravidez para daqui alguns anos, esses são marcadores essenciais, pois são dados preciosos para medir, por exemplo, a resposta da paciente à indução ovariana (uma etapa importante da Fertilização in Vitro), e também indicam a necessidade de congelamento de óvulos em mulheres que querem engravidar posteriormente, mas que já apresentam um certo declínio na sua reserva. Assim é possível preservar a fertilidade para a gestação futura!
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, ID:48
09 Jul 2020

Ansiedade afeta fertilidade?

Esperar que aqueles dois tracinhos indiquem a gravidez tão desejada não é fácil.
Muitas vezes, a ansiedade está ali, pulsante, o tempo todo presente na esperança de que o positivo venha logo e confirme que o sonho da gestação está se realizando.
Porém, é preciso estar atenta se for algo intenso e persistente, e se preciso buscar o apoio psicológico nessa hora.

Isso porque para que a gravidez ocorra um dos importantes fatores envolvidos é o equilíbrio hormonal, que pode ser afetado por disfunções psicológicas como a ansiedade, resultando, por exemplo, em problemas na ovulação.
A ansiedade pode atingir o sistema endócrino (cuja função está ligada à produção e liberação de hormônios fundamentais para o aparelho reprodutor), prejudicando as ações hormonais e por consequência sendo uma forte aliada da infertilidade; estresse constante também pode ter o mesmo efeito.

Inclusive, estudos relacionam, no homem, o estresse a alterações nas características dos espermatozoides, como concentração, motilidade e morfologia.
Na mulher, as questões emocionais podem comprometer, ainda, a maturação e o transporte dos óvulos, promovendo, até mesmo, a produção de algumas enzimas que tornam o útero desfavorável à gravidez.

O corpo e a mente conversam, portanto, um influencia o outro; não só na fertilidade, mas na saúde como um todo. Então, cuide da sua saúde mental sempre, combinado? Você merece uma saúde emocional de qualidade! ⠀
E lembre-se: busque ajuda de um especialista em reprodução humana, se necessário.
A sua hora vai chegar, não desista da sua família!
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, ID:47
07 Jul 2020
É bastante difundido que a hipertensão pode acarretar riscos e complicações durante a gestação e parto, mas você sabia que o problema pode também afetar a fertilidade?
A grande questão é que alguns remédios utilizados para controlar a pressão arterial podem promover o aumento da produção do “hormônio do leite” chamado prolactina, que em excesso e fora do período gestacional, pode causar alteração menstrual e problemas ovulatórios associados à infertilidade.

Com os homens não é diferente: determinados medicamentos para a hipertensão podem provocar infertilidade masculina e, inclusive, prejudicar a vida sexual.
Isso porque há indícios científicos de que não só a doença em si como também as medicações para tratá-la poderiam interferir na qualidade dos espermatozoides.

Por isso, é muito importante, para quem está em tratamento para hipertensão e deseja ter filhos, conversar com seu cardiologista e procurar um especialista em reprodução humana; em conjunto os profissionais podem alinhar a melhor maneira de transpor os obstáculos oferecidos pelo problema.

Além disso, vale ressaltar que o surgimento da pressão alta está ligado principalmente ao tabagismo, álcool e alimentação ruim. Então cuide de você, fique atenta ao seu estilo de vida.
E lembre-se sempre: não desista, busque ajuda!
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, ID:46
07 Jul 2020

Entenda a Receptividade Endometrial!

Hoje é dia de conversarmos sobre a receptividade endometrial.
O endométrio é o tecido que reveste o interior do útero, é nele onde o óvulo fecundado se instala. O papel dele é oferecer condições ideais para nutrição do óvulo fecundado e, portanto, implantação do embrião para início da gestação. Há um momento específico para isso ocorrer que pode ser por volta, geralmente, do dia 10 e 21 do ciclo menstrual: a chamada janela de implantação.
Desse modo, a receptividade endometrial é quando o endométrio está justamente nesse período mais receptivo à fixação do embrião no útero, de forma a acolhê-lo e auxiliar na sua implantação e desenvolvimento.

Há, inclusive, um teste específico de receptividade endometrial (ERA) que indica mais precisamente o momento em que o endométrio está pronto para receber o óvulo fertilizado.
Esse exame é importante porque parte das mulheres possui a janela de implantação, que citei acima, em dias do ciclo que fogem do padrão.


Então, sobretudo na Fertilização in Vitro (FIV), alinhar a transferência embrionária no tempo certo para a implantação adequada do embrião no útero é extremamente importante para diminuir os riscos de falha e aumentar as chances de gravidez.
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, ID:45
07 Jul 2020
Você já ouviu falar da Anovulação? Ela é basicamente a ausência da ovulação.

Vamos entender: normalmente a mulher ovula mensalmente, ou seja, todos os meses o óvulo amadurece, é liberado por um dos ovários para ser fecundado e ocorrer uma possível gravidez.

Desse modo, se o óvulo não é liberado pelo ovário (ciclo anovulatório) não há gestação, e temos um sinal de que pode haver um distúrbio hormonal. Nesse caso, os hormônios não estão em níveis adequados para promover a ovulação.
É normal que isso aconteça em um ou outro ciclo, principalmente após a primeira menstruação e perto da menopausa, mas se for algo persistente na vida fértil da mulher é importante buscar auxílio de um especialista.

As causas da anovulação incluem Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), distúrbios no funcionamento da glândula tireoide, hiperprolactinemia (produção excessiva da substância que age na fabricação do leite), tumores, peso abaixo ou acima do normal.

Os sinais do problema consistem em ciclos menstruais irregulares, curtos e com atrasos significativos, sangramento visivelmente menor (ou inexistente - não menstruar por 3 meses seguidos já é um alerta importante) e ausência do muco habitual mais espesso associado ao período fértil. O médico, inclusive, consegue detectar a ausência de ovulação por meio de exames.

Vale ressaltar que a reprodução assistida é uma forte aliada de mulheres com problemas ovulatórios que desejam engravidar. Não desista, busque ajuda!
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, ID:43
07 Jul 2020

Uso prolongado de anticoncepcional afeta fertilidade?

Você aí que é tentante pode já ter se perguntado se o uso do anticoncepcional por longos anos afetou sua fertilidade de alguma forma. Mas eu venho tranquilizá-la quanto a isso: segundo a própria Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), não há dados científicos que comprovem essa possível consequência do remédio.

Um estudo da revista Human Reprodution, inclusive, atestou que a utilização contínua de pílulas anticoncepcionais não reduz as chances de gravidez, em comparação às mulheres que não fazem uso da medicação.

Vale ressaltar que no caso do anticoncepcional oral, adesivo ou anel vaginal, o retorno à fertilidade pode ser imediato ou, em alguns casos, requer uma espera de 2 a 3 ciclos para regularização menstrual.

Já em relação ao anticoncepcional injetável ou por implante, essa regularização pode demorar um pouco mais para acontecer, de seis a nove meses.

E lembre-se: não desista da sua família!
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