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Blog Dr. Luba

GRÁVIDA DE TRIGÊMEOS PASSA MAL E MORRE DEPOIS DE CHÁ DE BEBÊ

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No último domingo, 18, faleceu em Jales, no interior de São Paulo, a gestante Giseli Cristina Souza, 39 anos, que estava no sexto mês de uma gravidez de trigêmeos. A tragédia ocorreu logo após seu chá de bebê. Giseli sofreu uma parada cardíaca à noite e chegou a ser levada para o hospital pelo serviço de emergência, mas infelizmente não resistiu.

Além da futura mãe, dois dos bebês não sobreviveram ao parto de emergência e o terceiro, uma menina, segue internada na Unidade de Terapia Intensiva da Santa Casa de Jales. Segundo o depoimento de familiares, ela chegou a procurar atendimento em São José do Rio Preto, cidade próxima a Jales, na quinta-feira, dia 15, queixando-se de inchaço no corpo, mas foi liberada depois de fazer exames.

Ao site da revista Veja SP, o Hospital de Base, que atendeu Giseli na ocasião, lamentou a fatalidade, mas não deu mais informações sobre o caso para não infringir o sigilo médico-paciente e em respeito à privacidade da família. A secretária deixa também dois filhos já adolescentes e chegou a se declarar um dia antes para seu companheiro no Facebook.

Gravidez de risco

Embora ainda não haja uma explicação oficial para o triste episódio, o que se sabe é que a idade de Giseli e o fato de serem trigêmeos são fatores de risco para complicações que ameaçam a vida de mãe e bebê.

“A partir dos 36 anos, a mulher já está mais sujeita a desenvolver diabetes gestacional e a doença hipertensiva específica da gestação (DHEG), que é uma das maiores causas de mortalidade materno-infantil no país, cuja incidência também está associada à gravidez múltipla”, aponta Ricardo Luba, ginecologista e obstetra membro da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo).

Embora o inchaço seja um sinal de que a pressão está alta, não dá para dizer que foi esse aumento que vitimou a mãe do interior. “Seria preciso avaliar também outros fatores, como seu histórico de hipertensão e o andamento do pré-natal”, comenta Luba. Além disso, é justamente por volta do quinto mês, o período gestacional de Giseli, que a DHEG começa a se manifestar.

Pressão alta

A partir do momento que a pré-eclâmpsia – caracterizada pelo aumento significativo da pressão arterial – é identificada, cada caso é acompanhado de perto para que não evolua para a eclâmpsia, complicação grave que provoca convulsões, além de problemas secundários relacionados à pressão alta, como derrames e paradas cardíacas, que são bem mais raros.

Felizmente, é possível controlar a DHEG, desde que ela seja identificada cedo e acompanhada de perto. “O tratamento varia de acordo com o grau do problema, dos mais leves, que são corrigidos com ajustes na dieta, ao mais severos, que exigem medicamento e até intervenção”, finaliza o ginecologista.

Acesse o link do Portal Bebê.com.br: https://bebe.abril.com.br/gravidez/gravida-de-trigemeos-passa-mal-e-morre-depois-de-cha-de-bebe/

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INCRÍVEL! FORÇA DO CHUTE DO BEBÊ NO ÚTERO ULTRAPASSA 4 QUILOS

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Em certos momentos, você sente que os chutes do seu bebê estão potentes demais? Pois saiba que não é apenas impressão. Entre a 20ª e a 30ª semana de gestação, o chute deles pode ter o equivalente a 4,5 kg de força! Foi a essa conclusão que chegou um estudo do Imperial College of London, na Inglaterra.

Os pesquisadores escanearam o corpo e os movimentos dos bebês com uma nova tecnologia de ressonância magnética. Depois, usaram essas informações para construir um modelo 3D do esqueleto no computador e, a partir daí, recriar os movimentos e as forças do ambiente uterino para calcular a força.

Curiosamente, depois da 30ª semana, no final do sexto mês, a potência diminui. A hipótese é que isso aconteça porque, como o bebê já está maior, ele perde espaço para se movimentar e fica em posição mais curvada.

A movimentação sob a perspectiva da mãe

Como o bebê ainda não está tão grande na 20ª semana, período apontado no estudo como o pico da força, o vai e vem intenso do lado de dentro parece suave do lado de fora. “A mãe pode apenas sentir um tremor ou sensação de gases”, explica Ricardo Luba, ginecologista e obstetra membro da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo).

Já quando a potência calculada na pesquisa diminui, por volta da 30ª semana, os movimentos ficam mais perceptíveis e intensos para a mãe. “O bebê se mexe menos por conta do seu tamanho, mas a movimentação e a distensão provocada no abdômen podem até provocar dor em algumas mulheres”, aponta Luba. Uma saída para amenizar o incômodo é deitar-se virada para o lado esquerdo.

Além da curiosidade da descoberta, ela poderá ajudar cientistas a, no futuro, desenvolver músculos, ossos e articulações em laboratório.

Acesse o link do Portal Bebê.com.br: https://bebe.abril.com.br/gravidez/forca-chute-bebe-utero-ultrapassa-4-quilos

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SUITA e GUSTTAVO LIMA "GRÁVIDOS" DE NOVO; HÁ RISCOS EM GESTAÇÕES PRÓXIMAS?

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Pais do pequeno Gabriel, de 6 meses, Gusttavo Lima e Andressa Suita anunciaram que estão “grávidos” novamente. A história é semelhante à de outro casal famoso: Michel Teló e Thais Fersoza, pais de Melinda e de Teodoro, que chegou também seis meses após o nascimento da irmã.

Muitos fãs estão se perguntando se gestações tão próximas são saudáveis para mamãe e para o bebê. Segundo o ginecologista e obstetra Fábio Cabar, há uma recomendação do Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde para que o intervalo entre gestações seja de, no mínimo, um ano.

No entanto, se a gravidez “aconteceu” ou há a intenção de filhos com idades tão próximas, gestantes devem ficar atentas a alguns riscos.

Quando o primeiro bebê nasceu de cesárea

É necessário dar ao corpo tempo para cicatrizar esse corte. “Antes de um ano, há um risco aumentado de ruptura do útero na área da cicatriz da primeira cesárea, durante o trabalho de parto”, afirma o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, que diz que a complicação é rara, mas deve ser considerada durante o pré-natal.

Para o especialista, a grossura do órgão deve ser considerada na hora da definição da via de parto do segundo filho e ele não recomendaria uma cesárea simplesmente porque a primeira criança nasceu por essa via. “Mas se fosse o terceiro bebê, com os dois anteriores nascidos cirurgicamente, ele teria de nascer por cesárea.”

Amamentação

Embora não seja consenso entre a classe médica, muitos acreditam que o aleitamento do primeiro filho em caso de segunda gestação deve ser suspenso. Isso porque a liberação de ocitocina - hormônio responsável pela descida do leite - no organismo materno tem como efeito a contração do útero e pode aumentar o risco de parto prematuro.

(com reportagem de Adriana Nogueira)

Acesse o link do Portal UOL: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2018/01/20/ha-riscos-em-engravidar-com-menos-de-um-ano-de-intervalo-como-suita.htm

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O ELO ENTRE O ENVELHECIMENTO PRECOCE E COMPLICAÇÕES NA GESTAÇÃO

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Pesquisadores norte-americanos descobriram que alguns fatores podem acelerar o envelhecimento celular das mulheres e, possivelmente, aumentar o risco de complicações na gestação. Para chegar a esse resultado, o grupo da Universidade de Ohio analisou 81 gestantes com 25 anos de idade em média.

As participantes receberam questionários com dados sobre a infância, o status econômico, a depressão e o apoio familiar que recebiam. Depois, mediu-se o tamanho dos telômeros delas, espécie de capa que cobre as extremidades dos cromossomos – estrutura que a ciência acredita estar ligada ao envelhecimento.

No final, as mulheres mais expostas a situações como baixo status socioeconômico na infância e falta de apoio familiar tinham telômeros mais curtos. Portanto, eram biologicamente mais velhas. O mesmo fenômeno foi observado nas que passaram por traumas quando eram mais novas.

“Suporte e acesso à saúde são muito importante para gestantes e esse achado pode ser uma das razões para isso”, disse Lisa Chrystian, autora do estudo e psicóloga da instituição, em comunicado à imprensa.

O papel dos telômeros

“Com a idade ou com o estresse, essas capas tendem a se desgastar”, explicou no mesmo comunicado Amanda Mitchell, psicóloga que participou da investigação nos Estados Unidos. Os telômeros menores estão associados ao aparecimento de diabetes tipo 2, maior risco de acidentes vasculares cerebrais, problemas cardiovasculares e outras doenças típicas do envelhecimento.

É um campo que ainda está sendo desvendado pelos cientistas, mas a hipótese do grupo é a de que o encurtamento precoce dessas estruturas ajude a explicar porque fatores psicológicos e de baixo nível socioeconômico aumentam as chances de complicações no parto e na gestação. Essa relação, sim, bem mais conhecida e comprovada.

“É difícil mensurar o envelhecimento, mas sabemos que estresse, falta de apoio, situação financeira ruim estão ligadas a problemas como baixo peso ao nascer e maior incidência de pressão alta, por exemplo”, aponta Ricardo Luba, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, em São Paulo.

Outro trabalho, de 2016, já havia mostrado que a falta de apoio conjugal pode estar ligada ao desgaste dos telômeros e envelhecer mulheres antes da hora.

Acesse o link do Portal Bebê.com.br: https://bebe.abril.com.br/gravidez/o-elo-entre-envelhecimento-precoce-e-complicacoes-na-gestacao/

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É POSSÍVEL MESMO ESTAR GRÁVIDA SEM SABER? SEM SEQUER DESCONFIAR?

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Ao voltar de um dia de trabalho – ela vinha fazendo bicos de limpeza de pisos –, a dona de casa Mariene Lima de Souza sentiu muitas dores logo abaixo dos seios e resolveu descansar um pouco. Como a dor não passava, pediu para uma amiga levá-la ao pronto-socorro. Depois de um exame inicial, o médico que a atendeu pediu um exame e falou que queria “tirar uma dúvida”. Com o resultado em mãos, a dúvida foi tirada: ela estava grávida. “Fiquei em choque. Eu não estava namorando ninguém, fazia muito tempo que não fazia sexo, e estava grávida? Falei que não era possível, mas ele me mostrou o resultado e disse que as dores eram, na verdade, contrações do trabalho de parto”, lembra. Isaac, hoje com dois anos, nasceu na mesma madrugada, de parto normal. “Não tinha nada para ele, uma roupinha, nada. Eu não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo”. “Eu estava tomando pílula, achava que fosse impossível engravidar” A advogada Luiza Bastos pelo menos teve um mês para se preparar para o nascimento do bebê. Durante sua corrida matinal diária, ela sentiu uma dor forte em um ponto “esquisito” da barriga. “Achei que fosse só uma dor de esforço, mas no trabalho passei muito mal quando tomei café. Meu chefe me deu o dia de folga e ainda brincou que era capaz de eu estar grávida. Ri muito. Eu estava tomando pílula, achava que fosse impossível engravidar”, conta. A brincadeira do chefe se confirmou à tarde, quando ela decidiu checar no hospital o que eram aquelas dores. Assim que a médica da triagem apalpou a barriga de Luiza no local da dor, falou, sem rodeios, que ali havia um bebê. O exame de sangue indicou uma gestação de aproximadamente 35 semanas – um bebê é considerado pronto para nascer na 38ª semana. Adriana nasceu de 39 semanas, por meio de uma cesárea, e agora tem dois meses de vida. “Fizemos um chá de bebê express, conseguimos montar um enxovalzinho. Mas meu marido precisou comprar uma banheira com trocador às pressas, porque a que compramos pela internet não chegou a tempo”. Mas elas não sentiram os sintomas de gravidez? Tanto Mariene quanto Luiza garantem não ter sentido nenhum dos principais sintomas de gravidez – como enjoos, tonturas, aumento dos seios – ao longo de todos aqueles meses. Para a ginecologista e obstetra Lilian de Paiva Rodrigues, da Comissão de Assistência Pré-Natal da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), existem duas possibilidades: ou elas realmente não tiveram nada ou tiveram e não perceberam. “A maioria das mulheres enjoa na gravidez, algumas de forma bem grave, mas outras não sentem isso. E tem aquelas que, por causa de alguma intolerância alimentar ou uma questão qualquer de saúde, sentem enjoos regularmente, então não dão importância ao enjoo que indicaria a gestação”, afirma. Também é preciso considerar o aspecto psicológico, segundo a médica: se a mulher não está tentando engravidar e está usando algum anticoncepcional, por que associaria qualquer sintoma a uma gestação? “Todas terão inchaço nos seios e aréolas escurecidas, só que, como gravidez não faz parte das coisas em que ela pensa, não existirá essa percepção do próprio corpo”. E a menstruação? É possível menstruar durante a gravidez? Não, não é possível ter ciclo menstrual ao longo de uma gestação, por mais que algumas mulheres digam que menstruaram normalmente – caso de Luiza. “Esses sangramentos não são menstruação. Eles podem ser relacionados a pequenas intercorrências da gravidez, a um descolamento da placenta”, explica o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, membro da Febrasgo e da AAGL (American Association of Gynecologic Laparoscopists). “Se a mulher soubesse que estava grávida, iria investigar o sangramento, seria afastada do trabalho para repouso, para preservar o bebê. Quando não sabe, acha que não é nada anormal e segue a vida”. Além disso, Lilian e Ricardo esclarecem que os padrões menstruais variam muito de mulher para mulher. Tem as que não menstruam nunca, seja por usar um anticoncepcional hormonal que suspenda os ciclos ou por causa de alguma doença que os impeça, como a síndrome do ovário policístico. “Se o anticoncepcional falha, ela continua não menstruando e pronto. Nem tem o que perceber”, diz Lilian. Outras têm menstruações superirregulares – caso de Mariene –, então nem se dão conta de que os meses estão passando sem nenhum sangramento. Quando a vida é corrida demais, isso pode passar despercebido mesmo. Gente, e é possível estar grávida e não ter barriga de gestante? Não existe fórmula matemática para definir o formato de uma barriga de gravidez. Ela pode ser grande, pequena, redonda, pontuda, alta, baixa e mesmo quase imperceptível. Tudo depende do tipo físico da mulher e da posição do bebê no útero. Lilian é categórica quanto ao fato de que ALGUM volume extra na barriga haverá, mas explica que se o bebê estiver na transversal (atravessado como se estivesse deitado, em vez de encaixadinho), por exemplo, a barriga pode ficar mais para os lados, dificultando que ela seja notada. É o que provavelmente aconteceu com a advogada Luiza, que creditou o volume abdominal a… gases. “Cortei refrigerante e água com gás, tomei um monte de chás diuréticos, mas só desinchei mesmo quando a Adriana nasceu”, diverte-se. A ginecologista e obstetra ressalta, ainda, que muitas mulheres, por não terem a barriga “malhada”, não associam o aumento abdominal a uma gravidez e pensam que deram uma engordadinha ou estão com “barriga de chope”. Afinal, quem nunca ficou com uma pancinha de excessos, né, migas? A vida normal quando não se sabe da gravidez pode trazer algum prejuízo? Luiza diz que a notícia da gravidez, apesar de inesperada, foi uma alegria para ela o marido. Mas confessa ter ficado muito preocupada com o fato de ter tomado pílulas anticoncepcionais por todos aqueles oito meses e por não ter feito o pré-natal. Mariene, obviamente, também não passou pelas consultas periódicas para ver o desenvolvimento do bebê. Não há motivo para muita preocupação, segundo Ricardo Luba. “A pílula não causa nenhuma má formação cerebral ou física”, afirma o ginecologista e obstetra. Quanto a não fazer o pré-natal, elas foram agraciadas com gestações sem intercorrências. “O pré-natal existe para que qualquer alteração da mãe ou do bebê seja detectada e tratada, para que a gravidez evolua de forma adequada e a mulher faça um parto da melhor maneira. As mulheres que são pegas de surpresa por uma gravidez avançada e estão com tudo certinho realmente têm sorte”, avalia Lilian. Ricardo conta que cerca de 80% das gestações são de baixo risco, com pré-natal que acaba sendo apenas um acompanhamento. Estes casos com final feliz, portanto, se encaixam na maioria. “Apesar de nós, médicos, os bebês continuam nascendo e a humanidade segue”, finaliza. E muita gente pensando que aquele programa “Eu não sabia que estava grávida”, do Discovery, fosse o maior exagero…   Acesse o link do Portal MdeMulher: http://mdemulher.abril.com.br/saude/e-possivel-estar-gravida-sem-saber/

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5 DORES COMUNS DURANTE A GRAVIDEZ E COMO AMENIZÁ-LAS

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Gravidez não é doença, mas não é raro que a mulher se sinta desconfortável. Afinal de contas, o corpo se transforma para que o bebê cresça e se desenvolva. Mais hormônios, mais peso, novo centro de gravidade, uma nova vida crescendo… Ufa!

“Não é regra, mas faz parte da gestação, o problema é quando a dor é aguda, muito incômoda e só piora”, comenta o ginecologista Ricardo Luba, do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, em São Paulo.

Fatores como estresse, sedentarismo e excesso de peso aumentam as queixas, mas há algumas dores que acompanham grande parte das futuras mães do momento em que o teste dá positivo até o parto. Veja quais são e passe por todos esses estágios sem crise.

Cabeça

Primeiro, a boa notícia. Grande parte mulheres com enxaqueca crônica na verdade melhoram enquanto estão grávidas. “Mas algumas experimentam a piora do quadro, assim como as alterações hormonais podem provocar crises em quem não as tem normalmente”, contrapõe Marcos Wengrover Rosa, ginecologista do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

A enxaqueca aparece em qualquer período da gravidez por conta de seus gatilhos mais famosos, como excesso de café (ou a falta) e alguns alimentos. Mas mesmo as mais experientes no assunto não devem tomar o remédio de sempre, pois muitos analgésicos são contraindicados para gestantes. O ideal é definir com o médico a melhor abordagem.

Fora isso, quando a barriga começa a aparecer, as alterações de postura e a sobrecarga na coluna são agentes causadores de cefaleia, assim como estresse e cansaço. Há uma situação ainda em que a dor de cabeça é mais preocupante. Mais para a frente, por volta da 28ª semana, quando a dor é na região da nuca ou aparece como uma forte pressão na testa, pode ser sintoma de pré-eclâmpsia, a hipertensão típica da gestação. O quadro é sério e exige atenção médica e tratamento.

Cólica

É normal sentir. “É a adaptação do útero ao desenvolvimento da placenta. Ele se contrai enquanto aumenta de tamanho e, por ser um músculo potente, essa contração é sentida como cólica”, comenta Wengrover.

Esse estica-e-puxa dura pelos nove meses, por isso algumas mulheres têm o incômodo mesmo quando o bebê já está maior. Compressas quentes ajudam, mas os médicos podem também indicar antiespasmódicos, como os da cólica menstrual.

O problema é quando a cólica vem acompanhada de sangramento ou é muito severa. “Quando a mulher não fica confortável em nenhuma posição e a dor só piora pode significar uma ameaça de aborto, infecção urinária e outros problemas”, alerta Luba. Na dúvida, melhor checar com o médico.

Costas

No terceiro trimestre da gestação, a barriga aumenta consideravelmente de tamanho e peso. É esse o principal motivo das famosas dores lombares que as gestantes sentem. “Geralmente entre a 24ª a 25ª semana, o centro de gravidade do corpo muda e, se a mulher tenta ficar reta, não consegue pois o peso da barriga a faz tombar para a frente”, explica Wengrover.

Para compensar a carga extra, inconscientemente o corpo da mãe “puxa” com as costas o peso para trás, alterando a curvatura da coluna. “Isso causa estresse muscular e a sensação de dor e as sedentárias podem sofrer mais com o despreparo dos músculos”, completa o ginecologista.

Compressas de água quente são bem-vindas, mas a melhor maneira de aliviar o problema é equilibrando a postura. “Pilates e fisioterapia são ótimos, mas mesmo as caminhadas leves já ajudam”, comenta Ricardo Andrade Freire, também ginecologista e obstetra, do Hospital e Maternidade São Luiz Anália Franco, em São Paulo.

Acupuntura e RPG também são terapias complementares comprovadamente benéficas e recomendadas nesse cenário, mas yoga e pilates estão contraindicados se a mulher já estiver sentido dor.

Em alguns casos, a dor na lombar pode ser o reflexo de uma infecção urinária e até de cálculos renais. Especialmente se for muito aguda, de um lado só ou acompanhada de febre e outros sintomas.

Pernas e braços

A sobrecarga também pode se refletir nos membros. Primeiro, porque para acomodar melhor o peso, a gestante tende a caminhar com as pernas um pouco mais abertas, o que sobrecarrega a musculatura.

Fora que, quando o nervo ciático inflama – outra situação possível no final da gravidez – ataca não só a coluna, mas também as pernas. Já o inchaço temporário provocado pela retenção de líquidos provoca incômodo no local e dor nas articulações: cotovelos, joelhos, punhos e por aí vai.

Seios

Essa é outra chateação que dá as caras com muita frequência, conforme a mama começa a crescer e se preparar para produzir o leite. Pode surgir já no primeiro trimestre e tende a piorar conforme cresce o tamanho.

“A grande maioria das mulheres sente dor local durante a gestação, mas a intensidade depende de fatores como o tamanho da mama”, comenta Freire. Para amenizar, há sutiãs especiais para gestantes, sem bojo e com sustentação reforçada.

Contudo, se a dor vier acompanhada de vermelhidão e calor na região afetada e febre, pode haver uma inflamação no local. Nesse caso – como em todos os outros – vale a regra: na dúvida, cheque com o seu médico.

Acesse o link do Portal Bebê.com.br: http://bebe.abril.com.br/gravidez/5-dores-comuns-durante-a-gravidez-e-como-ameniza-las/

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ÁLCOOL EM EXCESSO E CIGARRO AUMENTAM AS CHANCES DE INFERTILIDADE NAS MULHERES

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Diversos podem ser os motivos para a infertilidade feminina: desde doenças ginecológicas até o consumo excessivo de bebidas alcóolicas e o ato de fumar. Isso porque o álcool age diretamente no cérebro, órgão ligado às funções reprodutivas e sexuais. Aquele drink aparentemente inocente, portanto, pode afetar a produção dos hormônios femininos e levar à infertilidade.

“Nas mulheres, o álcool em excesso altera a qualidade dos óvulos e o processo ovulatório, chegando, em alguns casos, a interromper a ovulação”, explica Rodrigo da Rosa Filho, ginecologista e membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH).

O médico ainda acrescenta que o consumo exagerado de bebidas alcoólicas pode ser responsável pelo aumento de tempo para engravidar em até três vezes mais que o habitual.

Três taças por semana já podem causar infertilidade

Especialistas ainda alertam que, em muitos casos, os efeitos do álcool são irreversíveis. Por isso será preciso procurar ajuda profissional para avaliação e decidir qual o tratamento adequado para a infertilidade.

“Estudos comprovam que mulheres com hábitos de consumo de álcool, mesmo em pequenas quantidades, como três taças de vinho por semana, podem reduzir a capacidade de engravidar em dois terços”, afirma o ginecologista.

E de acordo com a ginecologista e obstetra Maria Rita Curty, a recomendação é que mulheres que pretendem engravidar, cessem o consumo de álcool durante três meses, para que os níveis hormonais voltem ao normal.

“Mas vale lembrar que a quantidade de estrogênio não voltará aos mesmos níveis de antes”, esclarece Ricardo Luba, ginecologista membro da SBRH e da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP).

Os males do cigarro para quem quer engravidar

Além do álcool, o ato de fumar também pode causar infertilidade, pois os componentes do cigarro prejudicam a qualidade do óvulo e a formação do embrião.

“Mulheres fumantes apresentam óvulos de pior qualidade devido ao aumento dos radicais livres de oxigênio e o estresse oxidativo”, aponta o Dr. Rosa Filho. Pesquisas afirmam que a fertilidade é reduzida em 25% nas mulheres que fumam até 20 cigarros ao dia.

Por isso, a conscientização sobre os fatores que podem causar a infertilidade é muito importante para que o casal que sonha em engravidar repense sobre os seus hábitos.

“Como disse anteriormente, cada caso é um caso, muitas situações são irreversíveis, e é preciso procurar ajuda profissional para avaliação e decidir qual o tratamento adequado”, pondera o ginecologista.

Alternativas para ser mãe

Quando o vício do cigarro ou álcool destrói o sonho de ser mãe pelas vias naturais, especialistas apontam alguns procedimentos alternativos. Um deles se dá através de doadora anônima, que oferece seus óvulos por meio da clínica de reprodução humana.

“A chamada ovodoação é realizada de forma totalmente sigilosa e anônima, sendo que apenas a clínica tem conhecimento da identidade da doadora e da receptora”, aponta o Dr. Rosa Filho.

O óvulo da doadora é fecundado pelo espermatozoide do marido da receptora. Após a fertilização do óvulo, o embrião gerado é transferido para o útero. Nesse tratamento, a receptora precisa tomar medicamentos para o espessamento do endométrio, necessário para a gestação.

“O tratamento possui alta taxa de sucesso, que chega a até 70% por tentativa”, afirma o ginecologista.  Outro dos tratamentos de reprodução assistida, e também o mais conhecido,  é a fertilização in vitro, realizada em laboratório com preparo do sêmen e dos óvulos.

Nesta técnica, a mulher é estimulada a produzir mais óvulos com a administração de hormônios. A coleta dos óvulos é realizada por uma punção realizada por via transvaginal, sob anestesia. Mas, para não precisar passar por esses procedimentos, a dica é não exagerar no álcool e esquecer o cigarro.

Acesse o link do Portal A Revista da Mulher: http://arevistadamulher.com.br/ginecologia/content/2448340-alcool-em-excesso-e-cigarro-aumentam-as-chances-de-infertilidade-nas-mulheres

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QUEM DEVE USAR ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL? IDEAL PARA QUEM ESQUECE A PÍLULA + 4 CASOS

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Com opções mensais e trimestrais, a injeção contraceptiva atrai quem não quer o compromisso de tomar pílula diariamente ou mulheres que a esquecem com frequência. No entanto, assim como os demais métodos, a indicação do anticoncepcional injetável deve ser individualizada e exclui alguns casos. Como age? Uma única injeção armazena hormônios e os libera em pequenas doses no organismo, o que justifica o efeito que dura de 30 a 90 dias, a depender da versão utilizada. Ambas as opções possuem diferentes composições, sendo que algumas utilizam estrogênio com progesterona e outras apenas apenas progesterona. Sua ação é igual a da pílula oral: consiste na inibição dos hormônios FSH e LH, de modo a evitar ovulação, deixar o muco cervical - encarregado de conduzir os espermatozoides até o útero - inadequado e ainda afinar o endométrio - camada em que o embrião se implanta em caso de gestação. Quem pode anticoncepcional injetável? A injeção anticoncepcional é especialmente indicada em 4 casos: Pós-parto Mulheres que estão amamentando podem apenas tomar anticoncepcionais feitos só com progesterona, uma das opções do anticoncepcional injetável. Problemas gastrointestinais O remédio injetável não passa pelo estômago, como acontece com as pílulas orais. Por isso, não haverá agravamento de acometimentos como úlcera, azia ou refluxo gastroesofágico. Doenças psiquiátricas Mulheres com acometimentos de ordem psiquiátrica estão mais suscetíveis a comportamentos de risco, como sexo sem preservativo, e maior chance de esquecer de tomar a pílula. Cólicas menstruais fortes O anticoncepcional injetável pode reduzir muito e até interromper a menstruação, aliviando as cólicas fortes. Quem esquece de tomar a pílula oral com frequência Se a pílula não for tomada todo dia no mesmo horário, suas chances de falhar podem aumentar. Como a injeção é tomada com espaço de tempo maior a proteção é mais duradoura, basta não esquecer de ir à farmácia no dia correto. Contraindicações O anticoncepcional injetável, especialmente o que possui estrogênio, é contraindicado para pessoas com histórico familiar ou pessoal de Acidente Vascular Cerebral (AVC), infarto, trombose, doenças sistêmicas e cânceres que são hormônio dependentes, como o de mama e endométrio. Nestes casos, é recomendável recorrer à versão que contém apenas progesterona ou outro tipo de método contraceptivo. O ginecologista e obstetra Ricardo Luba, especialista em reprodução humana, ressalta que pacientes acima de 40 anos ou com sangramento vaginal de causa não conhecida também devem evitar usar o método. Efeitos colaterais Os efeitos indesejados são semelhantes aos das pílulas e variam de acordo com a composição do contraceptivo. "Pode haver retenção de líquido, dor nas mamas, aumento de varizes e principalmente escapes irregulares", explica. Ainda há casos de falta de libido e ausência total da menstruação. Engorda? Apesar de controvérsias sobre os motivos, os médicos ouvidos nessa matéria são unânimes ao afirmar que o anticoncepcional injetável engorda. A médica Andrea atribui o aumento do peso ao inchaço por acúmulo de líquido, já Ricardo Luba afirma que boa parte dos métodos hormonais aumentam o apetite, o que explica a mudança na balança. Mensal ou trimestral: qual escolher? Apenas um profissional habilitado poderá avaliar se o anticoncepcional injetável é mesmo a melhor opção para vocês é mais indicado tomar a versão mensal ou trimestral, com hormônio combinado ou único. Já a aplicação é realizada por um enfermeiro, médico ou farmacêutico qualificado em uma das nádegas.   Acesse o link do Portal Vix.com: http://www.vix.com/pt/saude/547663/quem-deve-usar-anticoncepcional-injetavel-ideal-para-quem-esquece-a-pilula-4-casos?amp

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QUAIS EXERCÍCIOS POSSO FAZER DURANTE A GRAVIDEZ

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É tempo de aprender a ouvir o seu corpo. Não só porque há uma vida lá dentro, mas porque o seu organismo está diferente e mudando cada vez mais durante essas 40 semanas. Que você não pode deixar de se exercitar durante esse período é fato. E existem inúmeras mamães fitness nas redes sociais provando que isso é possível. Ricardo Luba, ginecologista e obstetra, de São Paulo (SP), lembra que se a gestante já praticava atividade física antes, pode mantê-la com menos intensidade. “Aquelas que não faziam e decidem começar devem procurar uma modalidade leve”, indica o especialista. Na hora de escolher, vale ter em mente os músculos que serão utilizados no parto. “Eles devem ser os privilegiados durante o condicionamento físico, ou seja, a musculatura abdominal, do assoalho pélvico e os paravertebrais”, orienta Ricardo Nahas, médico do esporte do Hospital 9 de Julho, de São Paulo (SP).

Cuidado nunca é demais

Por esse motivo, os médicos afirmam: nada de atividade de contato. “Práticas coletivas, como futebol, basquete e handebol devem ser evitadas. E individuais, como a ginástica olímpica e as modalidades de atletismo que envolvam saltos também são mais arriscadas”, alerta Fellipe Savioli,  médico do esporte, de São Paulo (SP). Como não custa alertar, essa também não é a hora de “viver cada dia como se fosse o único” e se aventurar com skate, esqui ou mountain bike. “Há sempre o risco de acidente. O crossfit também não é indicado”, comenta Ricardo Luba.

Mudanças a cada fase

1º trimestre: neste período, a mulher costuma se sentir mais cansada devido ao aumento de progesterona. “É um sinal de que sua gestação está evoluindo bem, procure desacelerar”, conforta Roberta Gabriel.

2º trimestre: momento de deixar a preguiça de lado. Aqui, a disposição está em alta e a futura mamãe deve praticar atividades que a mantenham em forma.

3º trimestre: o bebê está chegando. Com isso, os dias ficam mais cansativos. O peso já será controlado, portanto a gestante deve optar por modalidades mais tranquilas para se manter ativa e disposta.

Abaixo, confira algumas modalidades recomendadas para gestantes e, com o seu médico, escolha a que mais se adapta à sua rotina e ao seu estilo.

Natação

As atividades aquáticas são muito indicadas. “O motivo disso é elas serem de baixo impacto e proporcionarem leveza ao corpo que vem ganhando peso a cada mês”, justifica Roberta Gabriel, educadora física, do Rio de Janeiro (RJ). Ela afirma que, por ser aeróbica, pode substituir a caminhada quando o corpo estiver muito pesado e com mais dificuldade de locomoção e mobilidade. Mas Ricardo Luba avisa que o esporte deve ser praticado com intensidade de leve a moderada. Outro alerta se dá àquelas que já passaram do sétimo mês. “Nesse momento, o canal de parto já está sendo formado. A modalidade pode proporcionar eventual contaminação interna e deve ser evitada”, explica Ricardo Nahas.

Musculação

Se preferir o ambiente agitado das academias, Ricardo Nahas conta que esses exercícios podem ser feitos desde que com apoio do abdome ou evitando aqueles com hiperextensão da coluna. “Os que comprimem a região da barriga, como os abdominais, não devem ser executados nos segundo e terceiro semestres da gestação”, completa.  Roberta Gabriel afirma que os movimentos são excelentes para fortalecimento. Ela indica os treinos funcionais, pois trabalham com peso do próprio corpo, respeitando as mudanças posturais que acontecem sem ter de se adaptar aos aparelhos.  Vale recordar que, trabalhando os músculos certos, o parto fica até mais fácil de ser executado.

Acesse o link do Portal da Revista Corpo a Corpo: http://corpoacorpo.uol.com.br/fitness/fitness/treino-sob-medida/quais-exercicios-posso-fazer-durante-a-gravidez/11741#

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23 TERMOS MÉDICOS USADOS NA GRAVIDEZ PARA VOCÊ SE FAMILIARIZAR

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Qual é a DPP? E o BCF do seu filho? As siglas e nomes técnicos podem parecer um bicho de sete cabeças, mas muitas vezes se referem a procedimentos simples e comuns da gestação. Confira este pequeno dicionário elaborado com a ajuda de ginecologistas para guiar as mães por um mar de novas palavras – e de mudanças para todos os lados.

1. Altura uterina

Medida feita com fita métrica que acompanha o desenvolvimento da gravidez. Por volta do quinto mês, quando o útero fica visível e o teste começa a ser feito, são cerca de 20 cm entre a bacia e a barriga e a elevação chega na altura do umbigo.

2. Amniocentese

Exame que recolhe líquido amniótico da placenta para investigar possíveis alterações de cromossomos, como a da Síndrome de Down, e outras doenças de origem genética. O teste é recomendado em casos específicos e só pode ser realizado após a 16ª semana de gestação.

3. BCF (Batimentos cardíacos fetais)

A frequência varia entre 120 e 160 batimentos por minutos e vai desacelerando até o momento do parto. Mas é normal que oscile um pouco para além desses parâmetros durante a gravidez. Isso porque as células do coração ainda estão amadurecendo.

4. Bebê a termo

São os nascidos entre a 39ª e a 41ª semana de gestação, duração considerada ideal para a saúde da criança. Até pouco tempo, os nascimentos entre a 37ª e a 42ª semana eram considerados a termo, mas o período foi revisado porque bebês que nascem nas semanas 37 e 38, embora não sejam prematuros, têm maior risco de complicações.

5. Bebê defletido

Quando o feto está na posição correta, a cefálica, de cabeça para baixo, mas o queixo está erguido para cima, como se o bebê estivesse olhando para o chão e não na direção do rosto da mãe – como deveria ser. A inclinação pode ser leve e não impedir a saída pelo canal vaginal, mas se a cabeça estiver muito virada, a cesárea pode ser necessária.

6. Bebê pélvico e córmico

No primeiro caso, o bebê está sentado, com as pernas para baixo. Há manobras que tentam virar o feto, mas é bem comum que a cesárea seja necessária. Já na posição córmica, ou transversal, o bebê está atravessado na diagonal e o parto cirúrgico é obrigatório.

7. Beta-HCG

Hormônio produzido pela placenta que é determinante para detectar a gravidez, mas não só isso. Ele pode também ser medido em outros momentos para avaliar o desenvolvimento da gestação, uma vez que dobra de quantidade a cada 24 horas se está tudo certo.

8. Colostro

Líquido anterior ao leite materno, que pode começar a ser produzido ainda no meio da gestação ou só depois do parto. É um composto rico em proteínas e calorias, mais amarelado e grosso do que o leite propriamente dito. Na transição de um para o outro, a mãe pode ter febre.

9. DPP

Data prevista para o parto. O cálculo soma 40 semanas à data da última menstruação. Um truque que funciona: subtrair três meses desta data e acrescentar cinco dias. Por exemplo, se a menstruação foi até 17 de abril, a previsão de parto é para o dia 22 de janeiro.

10. Fórceps

Instrumento usado no parto ou para auxiliar quando só falta o empurrão final – o fórceps de alívio – ou para virar a cabeça do bebê que não está posicionada corretamente. Esse, chamado de fórceps de rotação, oferece risco maior de lacerações e pode ser substituído por um extrator a vácuo.

11. Hiperêmese gravídica

Quando o enjoo ocasional do início da gravidez se transforma em vômitos excessivos, condição que demanda atenção médica. O quadro pode provocar desequilíbrio no nível de minerais no sangue e até exigir internação.

12. Insuficiência istmo-cervical

Também conhecida como insuficiência do colo uterino. O colo, que liga o útero à vagina, deve estar fechado para segurar o bebê, mas acaba cedendo com o peso da placenta e pode provocar aborto espontâneo tardio ou parto prematuro.

13. Nidação

Quando o embrião se fixa na parede do útero e começa a se desenvolver, processo que costuma ocorrer até a terceira semana de gestação e pode causar um pequeno sangramento e leve desconforto. Tudo normal.

14. Ocitocina

Hormônio produzido no cérebro que auxilia as contrações uterinas no trabalho de parto e também trabalha na liberação do leite materno. Depois do nascimento, ajuda o corpo da mãe a entrar em forma novamente. Quanto mais amamentação, maior a produção da substância.

15. Placenta prévia

Quando a placenta se fixa na parte inferior do útero, mais perto do colo. A condição é rara, mas perigosa: aumenta o risco de partos prematuros e sangramentos. Mulheres com placenta prévia devem ficar de repouso e se submeter à cesariana para minimizar o perigo.

16. Peridural

Tipo de anestesia utilizado em partos normais e cesáreas. Aplicada na região inferior das costas, a mãe perde a sensibilidade apenas da cintura para baixo. Como demora um pouco para fazer efeito, um cateter faz com que a anestesia seja administrada continuamente ou em doses espaçadas.

17. Perímetro cefálico

Tamanho da circunferência da cabeça do bebê. São considerados casos suspeitos de microcefalia, quando o cérebro é menor do que deveria, meninas com perímetro cefálico igual ou menor do que 31,5 centímetros e meninos com menos de 31,9 cm.

18. Pré-eclâmpsia

Picos de aumento da pressão arterial durante a gravidez que, se não controlados, levam à eclâmpsia propriamente dita, condição que põe em risco a vida tanto da mãe quanto do bebê. É preciso tomar medicamentos e fazer um acompanhamento rigoroso.

19. Puerpério

Os primeiros quarenta dias de vida do bebê. É um período de adaptação para a mulher tanto fisicamente, com o corpo retornando à forma anterior à gestação, quanto psicológico, com as mudanças no cotidiano e os cuidados com o recém-nascido.

20. Raquidiana

Outra anestesia comum nos partos, a raquidiana também tira a sensibilidade apenas da metade inferior do corpo. De efeito instantâneo, pode ser administrada no parto normal ou cesárea em momentos de dor aguda.

21. Temperatura basal

Quando a mulher está ovulando, a temperatura aumenta um ou dois graus. Por isso, quem deseja engravidar pode usar o termômetro para saber se o momento é propício. Mas esse não é um método preciso e deve ser utilizado apenas como auxiliar.

22. Translucência nucal

Medida da quantidade de líquido na nuca do feto no primeiro trimestre da gravidez, durante o primeiro ultrassom morfológico. Se a quantidade é maior do que deveria, há risco elevado de Síndrome de Down e outras alterações cromossômicas.

23. Ultrassonografia

O exame mais famoso da gravidez é realizado em diversos momentos. O comum é mais básico e acompanha a saúde geral do feto e o andamento da gestação. Já o morfológico, que avalia com mais detalhes as medidas e a anatomia do bebê, é solicitado em duas ocasiões: na 12ª semana e no período entre 20 e 24 semanas. Os dois são feitos com o mesmo aparelho, o que muda é a profundidade da análise.

Fontes:

– Paulo Nowak, ginecologista e obstetra da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo.

– Ricardo Luba, ginecologista do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, em São Paulo.

Acesse o link do Portal Bebê.com.br: http://bebe.abril.com.br/gravidez/23-termos-medicos-usados-na-gravidez-para-voce-se-familiarizar/

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O UE É DESCOLAMENTO DE PLACENTA, PROBLEMA VIVIDO POR ELIANA

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Nesta última semana, a apresentadora Eliana, grávida de 4 meses, usou suas redes sociais para anunciar aos fãs o afastamento do programa homônimo que apresenta aos domingos no SBT. O motivo? Uma indicação médica de repouso devido à condição chamada de “descolamento de placenta”, que pode ocorrer a partir da 20ª de gestação.

“Por conta desses acontecimentos que não podemos controlar, estou em repouso por ordens médicas. Tive um descolamento na placenta. Sei que não depende só da minha vontade, do meu esforço, mas farei o impossível para trazer o meu fruto da melhor maneira que Deus permitir. Preciso salvar minha filha de um parto extremamente prematuro. Tenho fé que, em breve, trarei boas notícias”, disse em um vídeo publicado em seu Instagram.

O descolamento acontece quando porção da placenta, órgão onde o feto permanece até seu nascimento, se desprende da porção uterina endometrial. Dr. Renato de Oliveira, ginecologista e obstetra responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis, explica que se trata de uma alteração da segunda metade da gestação e que a gravidade varia de acordo com cada paciente.”

“Há descolamentos menores que geram dor e desconforto e os maiores, que podem causar sangramentos intensos. Em ambos os casos o repouso é fundamental para minimizar os riscos, tanto para a mãe quanto para o bebê. O uso de medicações cujo princípio ativo é a progesterona, geralmente, é indicado para que o útero diminua seu estado de contração visando a uma maior permanência do bebê na barriga da mãe até o período considerado “termo”, o qual corresponde a idade gestacional entre 37 a 40 semanas”.

Ele completa: “Nos casos mais graves que podem ser identificados por sangramento vaginal ativo e útero contraído anormalmente, por exemplo, pode evoluir para uma perda sanguínea importante com risco de choque hipovolêmico. Essa situação de emergência pode representar risco de morte tanto para a mãe quanto para o bebê. Geralmente, nessa situação de emergência, o médico precisa avaliar se é possível controlar ou se é necessário interromper a gestação.”

Em relação aos riscos do descolamento, a prematuridade merece destaque. “Cada semana a mais na barriga da mãe diminui os riscos de prematuridade do bebê, que caso nasça antes do previsto, pode apresentar problemas respiratórios e neurológicos não somente no pós-parto, mas também depois de completar um ano de idade”, elucida o Dr. Renato.

O obstetra e ginecologista Dr. Ricardo Luba acredita que a orientação de resguardo no caso da apresentadora foi prudente: “Essa é a parte mais importante, e a orientação pode permanecer até o fim da gestação para evitar movimentações que minimizem o risco de sangramento abundante e parto prematuro. Além das queixas da paciente, neste caso, a maneira mais efetiva de descobrir o problema é através do ultrassom obstétrico.”

As causas podem variar: traumas como quedas e acidentes de carro, excesso de exercício físico ou esforço, condições como estresse, obesidade e problemas de saúde como deficiência na coagulação, infecções, má cicatrização de cesáreas anteriores e, principalmente, hipertensão, conforme expõe o Dr. Renato.

“Uma das principais motivações é a doença hipertensiva específica da gestação, caracterizada pela pré-eclampsia e eclampsia. A pré-eclampsia consiste no aumento da pressão arterial e ocorre em pacientes gestantes, ou seja, que adquiriram essa condição devido às alterações sofridas pelo corpo decorrentes da gravidez. A eclampsia em si ocorre quando essa elevação do nível pressórico é tão significativo que a paciente convulsiona, podendo acarretar sérios riscos para a saúde da mãe e do bebê. Quando esses sinais se tornam aparentes, os médicos já fazem o diagnóstico clínico e laboratorial e então passam a realizar um pré-natal mais rigoroso, com uma frequência maior de exames e consultas.”

Outra medida tomada pelos especialistas em casos como o da Eliana é a aceleração da maturidade do pulmão do bebê. “O procedimento consiste na aplicação de duas injeções de corticóide com o intervalo de 24h. O uso dessa medicação é feito em qualquer situação em que a paciente possua um risco de trabalho de parto prematuro para minimizar os riscos, afinal, o pulmão do bebê só atinge a maturidade, geralmente, a partir da 34ª semana”, justifica o Dr. Renato.

Mulheres com idade inferior a 18 anos ou superior a 35 anos costumam enfrentar um pré-natal de risco. Outro fator que também pode ser levado em consideração no caso do descolamento de placenta é o tamanho do cordão umbilical, que caso seja muito pequeno, pode gerar uma tração maior com a placenta, onde é fixado, resultando num desprendimento do órgão com relação ao útero.

Acesse o link do Portal da Revista Claudia: http://claudia.abril.com.br/saude/descolamento-placenta-eliana-gravidez/

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RITINHA TEM FILHO DENTRO DO CARRO; VOCÊ SABERIA COMO AGIR NESTA SITUAÇÃO?

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O parto da personagem Ritinha, vivida por Isis Valverde na novela "A Força do Querer", está previsto para ser exibido a partir do capítulo da próxima segunda-feira (29), pela TV Globo. Com contrações, ela sairá da casa da mãe e ficará presa em um engarrafamento, causado por uma troca de tiros entre policiais e bandidos.

Quem acabará auxiliando a futura mamãe será a policial Jeiza (Paolla Oliveira), que vai ajudar o bebê a nascer dentro de um táxi. Se você estivesse no lugar da personagem, saberia como agir nessa situação?

Antes de mais nada, é importante um planejamento por parte da grávida. "Vale ela pesquisar quais são os hospitais mais próximos da casa e do trabalho, até para saber onde chegar mais rápido em uma situação de emergência", destaca Luciana Rocha, que é doula e psicóloga especialista no universo materno.

Mas, mesmo com tanto cuidado, uma situação imprevista pode acontecer, como no caso da novela. E é melhor saber a melhor forma de proceder para tudo dar certo.

1º passo: Telefone na mão

Pegue o aparelho e disque para o serviço de emergência assim que possível. Isso porque, mesmo na impossibilidade de chegar fisicamente ao local, os profissionais poderão orientar todo o processo à distância.

"Existem alguns riscos inerentes ao nascimento via vaginal, como a chance da criança não vir tão rápido quanto deveria, o de machucar o períneo da mãe ou ainda o de ocorrer um sangramento. Por isso, é muito importante esse apoio, mesmo que de longe", explica o ginecologista e obstetra Ricardo Luba.

2º passo: Respirar é fundamental

De acordo com Luciana, é importante lembrar a grávida de continuar respirando. "Quando temos dor, geralmente contraímos todos os músculos, incluindo os pulmões, e nossa tendência é a de segurar o ar", explica a doula, antes de completar. "Assim, peça para que a mulher se concentre na respiração dela".

Isso é válido enquanto as contrações estiverem mais ritmadas. Depois, vem o período expulsivo, que é quando o bebê coroa--a cabeça surge no canal vaginal da mulher. Chegou a hora do nascimento. "Aí não tem como falar para a mãe segurar até chegar ao hospital. A criança vem a partir daquele momento", diz Luciana.

3º passo: A melhor posição

Isso depende muito, diz Loti. "Hoje em dia, tem se falado bastante em ficar de cócoras para se ter o filho, desde que exista uma proteção para que o bebê não caia de cabeça no chão. Facilita mais do que a mulher ficar deitada", diz.

Luciana concorda: "A melhor posição é aquela que a mulher se sente confortável e pede para ficar, seja deitada, de cócoras, de quatro, etc", diz. Então, apenas respeite a vontade da parturiente.

4º passo: Limpe as mãos, se possível

A esterilização será o menor dos problemas no caso de um parto como o da personagem Ritinha. Isso porque, de acordo com a doula, o próprio canal vaginal tem as suas bactérias e está longe de ser estéril.

"Óbvio que não dá para aparar o bebê com a mão imunda, que mexeu no pneu do carro. Mas passar um álcool em gel, desses que quase todo mundo carrega na bolsa, já adianta bastante nesse aspecto", diz.

5º passo: Deixe a natureza agir

O auge do trabalho de parto chegou e, de repente, você está naquela situação em que a cabeça do bebê já está para fora, mas o corpinho ainda continua dentro da barriga. O que fazer? O ideal é ficar atento e aparar de perto a criança para que, quando tudo sair, ela não caia no chão.

No entanto, você não deve tocar no bebê, ao menos que esteja sendo orientado para tal pelo médico ao telefone. "A natureza é muito sábia e a própria criança faz a rotação--momento em que encaixa o ombro no osso da bacia da mãe. Se você a toca de forma errada, pode causar uma reação e ela travar essa rotação, iniciando um problema bem sério", diz Luciana.

Um medo bastante comum, quando apenas a cabeça está do lado de fora, é pensar que o bebê vai asfixiar. Isso não ocorre, segundo a doula, pois ele ainda respira com a ajuda da placenta. Fique calmo e atento, mas aguarde.

6º passo: Apresente mamãe e bebê e espere o socorro médico

Após o nascimento, saiba que nem toda criança chora de primeira. Por isso, evite dar qualquer tipo de "tapinha", com o intuito de fazê-la abrir o berreiro. Ela vai acabar fazendo isso sem a sua intervenção.

"Simplesmente coloque o bebê deitado sobre o peito da mãe, algo muito importante. Depois, vale a pena cobrir os dois com algum casaco ou tecido, para manter a temperatura corporal, e continuar aguardando o atendimento especializado", recomenda Luciana.

Sabe o cordão umbilical? Deixe a equipe de socorro cuidar disso. Também é fundamental que a mãe e o filho sejam encaminhados para o hospital mais próximo assim que possível. No caso da mulher, até para conferir se a placenta foi completamente expulsa do corpo após o parto, quando perde a sua função e existe o risco de necrose daquele tecido. "Exatamente por isso que sempre oriento um parto assistido por um médico" diz Luciana.

Acesse o link do Portal UOL: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/05/27/ritinha-tem-filho-dentro-do-carro-voce-saberia-o-que-fazer-nessa-situacao.htm

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AO SOM DE ANITTA E SAFADÃO, GESTANTE DANÇA PARA FACILITAR TRABALHO DE PARTO

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Para se preparar para dar à luz Cecília, sua primeira filha, Marcela Lessa “dançou” a música “Você Partiu Meu Coração”, hit nas vozes de Anitta e Wesley Safadão, na maternidade. Até esta segunda-feira (15), o vídeo com a performance havia alcançado 30 mil visualizações no Facebook. O que parece apenas uma gravação que se tornou viral por ser engraçadinha tem um nome científico e uma finalidade: fisioterapia pélvica.

No vídeo, Marcela é acompanhada pela fisioterapeuta Thalita Freitas, especializada em saúde da mulher pela USP (Universidade de São Paulo). “Quem vê pode pensar que é só uma dancinha qualquer, mas são exercícios orientados para cada fase do trabalho de parto. A música foi escolha da parturiente, mas o objetivo ali é fazer movimentos que ajudem o bebê a descer e a se encaixar no canal de parto. Eles ainda ajudam a tirar o foco da dor da contração”, explica a profissional.

Segundo Thalita, desde que a gravidez seja saudável, não há contraindicação para a fisioterapia pélvica. O ginecologista e obstetra Alberto Guimarães confirma a fala da fisioterapeuta. “Se a mulher não tem nada que a impeça de ter um parto normal também não terá problema algum em executar movimentos como os do vídeo.”

Guimarães diz que se trata de mais um recurso à disposição da mulher para atravessar o trabalho de parto. “A movimentação ajuda o bebê a se encaixar, o que aconteceria também se a mãe andasse, por exemplo. Mexer-se ainda pode minimizar o desconforto da contração, sendo uma alternativa não medicamentosa para enfrentá-la.”

Para o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, é fundamental que essa movimentação tenha sido liberada pelo médico que acompanha a mulher e acompanhada ou de um fisioterapeuta ou de um enfermeiro obstetra.

A fisioterapeuta Thalita conta que Marcela começou a ter contrações às 2h30 e chegou ao hospital às 10h30, quando elas ficaram ritmadas. “Assim que ela foi internada e avaliada pelo médico, começamos a fazer os exercícios. Os movimentos foram variando de acordo com a posição da bebê na pelve dela. Na hora do vídeo, ela estava com sete centímetros de dilatação. Duas horas e meia depois, ela atingiu os dez [grau máximo que possibilita o nascimento].”

Acesse o link do Portal UOL:  https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/05/15/ao-som-de-anitta-e-safadao-gestante-danca-para-facilitar-trabalho-de-parto.htm

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GRÁVIDA DE GÊMEOS, BEYONCE NÃO ABRE MÃO DE SALTO ALTO; PODE ISSO?

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Grávida de gêmeos, a cantora Beyoncé postou em seu perfil no Instagram uma foto em que exibe o look escolhido para encontrar as ex-companheiras do grupo Destiny's Child, na sexta-feira (21), à noite.

A polêmica

A artista anunciou a gravidez em fevereiro, mas não revelou de quanto tempo está. A despeito do visual arrasador de Bey, é inofensivo usar saltos altos na gestação, especialmente os finos?

Pode isso?

Segundo o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, não existe uma proibição sobre o uso de salto na gestação, mas, em geral, os médicos pedem que a mulher deixe esse tipo de calçado no armário.

Luba fala que existem três motivos principais para essa recomendação. O primeiro é que, na gravidez, os ligamentos da mulher ficam mais frouxos, o que a torna mais vulnerável a entorses e fraturas.

“Pode-se pensar que se houver fratura o máximo que acontece é ter de pôr gesso, mas não é bem assim. Em alguns casos, pode ser necessário fazer uma cirurgia, o que não é uma boa quando se está à espera de um bebê”, explica o médico.

O segundo é que, ao longo da gestação, há uma adaptação na coluna no sentido de compensar o crescimento da barriga. Ao usar salto, a mulher pode piorar ou agravar as tradicionais dores nas costas, que fazem parte da fase. O uso do calçado ainda pode expor a mulher ao risco de cair.

Recomendação

De acordo com o ginecologista e obstetra, o salto do tipo fino é a pior escolha para a gestação. Se a mulher fizer questão de calçados do gênero, o melhor é escolher modelos plataformas, com, no máximo, quatro centímetros de altura.

“A verdade é que nós, médicos, gostaríamos que as pacientes vivessem de tênis, que é a melhor opção, mas é óbvio que não dá para usá-lo em todas as situações. Por isso, rasteirinhas e sapatilhas devem acompanhar a futura mãe na maior parte do tempo.”

Acesse o link do Portal UOL: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/04/22/gravida-de-gemeos-beyonce-nao-abre-mao-de-salto-alto-pode-isso.htm

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ESTRESSE E ANSIEDADE SÃO FATORES DE RISCO PARA A ENDOMETRIOSE

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Descrita pela primeira vez em 1921, a endometriose é a doença ginecológica mais buscada ao redor do globo. E não à toa: segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 6 milhões de brasileiras sofrem silenciosamente com o desconforto recorrente durante a eliminação do fluxo menstrual. Ginecologistas e obstetras também destacam um dado alarmante: aproximadamente 50% das jovens que se queixam de cólicas incapacitantes são portadoras de endometriose.

Estudada há quase um século, as causas da enfermidade relacionada ao desequilíbrio hormonal — aumento do nível de estrógeno no corpo — estão, geralmente associadas à teoria da “menstruação retrógrada“, termo usado para se referir às porções do endométrio que, em vez de serem expelidas pela vagina, crescem irregularmente dentro ou fora do útero, tomando, assim, a área dos ovários e das trompas, o que ocasiona o refluxo menstrual. Um recente estudo encabeçado pela ginecologista Dra. Rosa Maria Neme, e desenvolvido no Hospital das Clínicas, em São Paulo, concluiu que o estresse emocional e a ansiedade são alguns dos maiores fatores de risco da doença. O ginecologista e obstetra Dr. Ricardo Luba fala com exclusividade a CLAUDIA sobre as causas e os tratamentos disponíveis:

Veja também: 11 mitos e verdades sobre endometriose

CLAUDIA: O que é a endometriose?

Dr. Ricardo Luba: A endometriose é a presença e o crescimento de um tecido que se chama endométrio, fora da região interna do útero da mulher. Ou seja, em qualquer lugar do corpo que não seja o usual. O útero é formado por uma camada muscular externa (serosa) e por uma interna, chamada de mucosa, onde o bebê cresce durante a gravidez, é nessa última que se encontra o endométrio. Pense, por exemplo, em pegar um pedacinho do tecido do endométrio e colocar no seu braço. Então, toda vez que você menstruar, esse pedacinho vai sangrar por ter aquelas células. A endometriose no útero se chama adenomiose, e pode gerar cólica e dor pélvica, porque você apresenda um aumento gradativo do fluxo menstrual. Esse quadro também pode evoluir para uma hemorragia e anemia.

Quais são as causas da endometriose?

Ninguém sabe ao certo porque a doença aparece. Existem duas teorias que tentam explicar o porquê do seu surgimento. Uma delas analisa que, durante o desenvolvimento embrionário, surjam células endometriais em outros tecidos do corpo e que por algum estímulo, normalmente associado a situações de estresse emocional e ansiedade, a doença comece a ser desenvolvida.

Outra é ligada à “menstruação retrógrada”. Esta se trata de um refluxo do sangue menstrual que volta para a cavidade abdominal. As células endometriais têm enorme poder de aderência, especialmente com as do tecido ovariano, intestinal e uterino. Toda mulher menstruada têm esse refluxo, mas apenas alguma liberam o estímulo para que essas células endometriais continuem vivas, mas esse fator desencadeante ainda é um mistério para a medicina.

Quais são os sintomas?

Geralmente as cólicas representam um indicativo fundamental. Se você tem dificuldade para engravidar também pode ser um sinal. A hereditariedade é um fator crucial, porque há uma taxa de 70% de chance de transmissão de mãe para filha. Por isso é muito importante que as mulheres realizem as consultas e os exames de rotina, tenham um diálogo aberto com seus médicos e insistam nas suas queixas, porque ninguém conhece melhor o seu corpo do que você mesmo. Às vezes o simples fato de questionar o médico fará ele solicitar um exame, seja ressonância ou algum outro (este exame costuma ser um bom método para determinar o diagnóstico), mas há também a possibilidade da lesão não ser identificada durante a ressonância. Neste caso, o fato de não haver lesões não significa que elas não existam, mas que talvez o médico precise utilizar outros meios para encontrá-las.

Como os sintomas podem ser identificados?

É praticamente impossível identificar sozinha. Primeiramente, você precisa observar como o seu corpo age durante o ciclo menstrual, se sente cólica forte, distensão abdominal (inchaço da região), dor constante (especialmente quando está menstruada), e levar todas as suas queixas para o seu médico durante os exames de rotina. O diagnóstico clínico pode ser feito através de um exame de videolaparoscopia (procedimento semelhante à endoscopia, no qual o médico visualiza a cavidade abdominal por meio de uma câmera) para enxergar a lesão. Ressonância, ultrassom, ecolonoscpia, exames de sangue com dosagem de marcador tumoral são complementares e podem ajudar no diagnóstico. Os ginecologistas também precisam valorizar e enteder as necessidades e desconfortos dos pacientes e aliar essas informações aos resultados para determinar o diagnóstico.

O estresse é um fator de risco? Há outros que também podem ser considerados?

Muitos estudiosos acreditam que o estresse e a ansiedade possam ser fatores que desencadeiam o desenvolvimento das células endometriais. Por isso, é necessário que a mulher que esteja apresentando os sintomas citados cuide bem de si, pratique atividade física, se alimente bem, não se cobre tanto no trabalho ou nas relações afetivas. Porque tudo isso diminui a possibilidade de recidiva (reaparecimento da doença), que é altíssima, mesmo após a cirurgia, muitas voltam a ter a lesão, é uma doença bem agressiva.

Há quantos tipos de endometriose?

Podemos segmentar a doença em três tipos: a cística, que é como se fosse uma bolhazinha, onde um cisto encapsulado vai crescendo e que normalmente acomete o ovário; a endometriose típica, que é como se fosse uma lesão acastanhada e aparece sempre na região pélvica feminina e a aípica (que é normalmente branca), essa última provoca muito mais dor que as duas anteriores e surge sempre na região pélvica também. A doença pode se manifesttar nos ovários, no espaço retouterino (localizado atrás do útero), onde está o intestino, na região vesical, intestinal, ovariana, pulmonar, no diafragma, fígado etc.

A endometriose atrapalha a fertilidade feminina?

Sim, a endometriose é a principal causa da infertilidade, mas não é porque você tem a doença que é necessariamente infértil. Há pessoas que engravidam e que só descobrem que são portadoras quando já deram à luz. A faixa etária mais recorrente é dos 30 aos 40 anos, mas há uma tendência cada vez maior da enfermidade se manifestar cada vez mais cedo, nós temos diagnosticado cada vez mais jovens. Acredito que seja porque os ginecologistas têm olhado com outros olhos, valorizando cada vez mais os relatos de cada jovem, investigando mais do que há algumas décadas.

Quais são os tipos de tratamento? É indicado para mulheres que têm a doença anti-inflamatórios e anticoncepcionais?

O tratamento pode ser clínico e/ou cirúrgico. O ciúrgico consiste em, por meio de uma videoscopia ou de uma cirurgia aberta, retirar a lesão. Já o clínico é feito através de um bloqueio hormonal, com algumas medicações específicas e talvez com o uso de anticoncepcionais.

Acesse o link do Portal Claudia Online: http://claudia.abril.com.br/saude/estresse-e-ansiedade-sao-fatores-de-risco-para-a-endometriose/

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THAIS FERSOZA ENGRAVIDOU DO 2º FILHO ANTES DE UM ANO; HÁ RISCOS NISSO?

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Pais de Melinda, de seis meses, Thais Fersoza e Michel Teló anunciaram que estão à espera do segundo filho, na sexta-feira (17). Para os pais que sonham com um intervalo pequeno entre um filho e outro –“para que os irmãos cresçam juntos”— é preciso pensar a nova gravidez com cautela, segundo médicos ouvidos pelo UOL.

“O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde dizem que o intervalo entre uma gravidez e outra tem de ser de, pelo menos, um ano e, idealmente, de dois”, afirma o ginecologista e obstetra Fábio Cabar, membro titular da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo) e da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

O período serve para que o corpo da mulher se recupere. Entre várias mudanças que acontecem na gravidez, pode-se citar o aumento do volume de líquidos na corrente sanguínea, exigindo mais do sistema cardiorrespiratório da mãe, e a frouxidão da musculatura, que acontece para acomodar o crescimento da barriga. Há também um risco maior para a mãe de anemia por carência de ferro, já que a gestação demanda muito dessa substância do organismo materno.

Via de parto

A questão do intervalo entre gestações ganha um cuidado maior quando o primeiro bebê nasceu de cesárea. Isso porque, nessa via de parto, é feita uma incisão que atinge sete camadas de pele e é necessário dar ao corpo tempo para cicatrizar esse corte.

“Antes de um ano, há um risco aumentado de ruptura do útero na área da cicatriz da primeira cesárea, durante o trabalho de parto”, afirma o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, também membro da Sogesp.

Segundo Luba, a complicação é rara, mas deve ser considerada durante o pré-natal. “É possível acompanhar a espessura do útero por meio de exames de ultrassom.”

Para o especialista, a grossura do órgão deve ser considerada na hora da definição da via de parto do segundo filho. “Não há um consenso se o caçula deve nascer de cesárea após um irmão nascido cirurgicamente. Há médicos que podem considerar seguro um parto vaginal”, declara Luba.

Cabar afirma que não recomendaria a uma paciente que fizesse uma cesárea simplesmente porque o primeiro filho nasceu por essa via de parto. “Mas se fosse o terceiro bebê, com os dois anteriores nascidos cirurgicamente, ele teria de nascer por cesárea.”

Amamentação

De acordo com os médicos ouvidos pela reportagem, outra questão a ser considerada em uma gestação com intervalo menor de um ano é a amamentação.

Embora admitam que não se trata de consenso, ambos recomendariam a suspensão do aleitamento do primeiro filho em caso de segunda gestação.

A justificativa de ambos diz respeito a liberação da ocitocina no organismo materno. O hormônio responsável pela descida do leite tem como efeito a contração do útero.

“Há risco de trabalho de parto prematuro, mas é claro que pode acontecer de a mulher engravidar, continuar amamentando e nada acontecer. Em medicina, a gente trabalha com probabilidades”, declara Barca.

Acesse o link do Portal UOL: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/02/20/thais-fersoza-engravidou-do-2-filho-antes-de-um-ano-ha-riscos-nisso.htm

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TIPOS DE CORRIMENTO: BRANCO, AMARELADO, COM SANGUE E MAIS 3 QUE MERECEM ATENÇÃO

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Ter um pouco de secreção é normal, mas quando ela muda de aspecto ou quantidade, tornando-se um corrimento vaginal mais intenso, a preocupação com a possibilidade de ser uma infecção ou outra doença é praticamente inevitável. Transparente, acinzentado, esverdeado, marrom ou amarelado são possíveis tons que ele pode assumir. Algumas destas variações são naturais e não causam problemas para saúde, outras são sinais de que algo está errado com seu corpo.

O que é corrimento

A vagina é uma região úmida que abriga diversos tipos de muco. Formados por células, bactérias mortas e outros elementos naturais, a secreção costuma mudar de acordo com o período do ciclo reprodutivo feminino. Entretanto, alguns tipos de corrimentos anormais podem ser indícios de infecções e doenças.

É normal ter secreção vaginal?

A liberação de muco vaginal é natural dependendo do tipo de substância expelida.

Toda mulher em idade reprodutiva passa por variações hormonais que produzem diferentes tipos de secreção vaginal, que são absolutamente normais. Por exemplo, na época da ovulação surge a substância transparente, semelhante à clara de ovo. Após a menstruação, ela fica parecida com uma borra de café, em um marrom escuro que carrega os últimos vestígios de sangue.

No entanto, quando o muco possui coloração diferente, sangue demasiado ou cheiro anormal é preciso ter atenção, já que estes são sintomas de doenças.

Outra dica para identificar se a saúde vaginal vai bem é verificar fatores associados ao corrimento, como dor nas relações sexuais, dor para urinar e odores fortes. Caso perceba um ou mais destes sinais, procure um ginecologista que fará o diagnóstico correto e passará o tratamento adequado.

Tipos de corrimento e secreção vaginal

Corrimento amarelado

Não é normal ter corrimento amarelo, pois ele pode ser um sinal de alguma infecção vaginal como a tricomoníase, causada por um parasita que se aloca na vagina ou na uretra e provoca dores e machucados na região.

Acinzentado

Este tipo de secreção está relacionada a infecções, como a vaginose, alteração causada por uma bactéria que por vezes pode gerar também odores ruins.

Corrimento branco

O corrimento branco pastoso e com aspecto de leite talhado, semelhante a uma nata, merece atenção pois geralmente esta relacionado com a candidíase, infecção que costuma causar também coceira, dor e vermelhidão na região sexual.

Verde

Assim como o corrimento amarelado, o esverdeado também está relacionado a doenças infecciosas e indica a necessidade de visitar um ginecologista.

Corrimento clara de ovo

O surgimento de um corrimento transparente como clara de ovo significa que a mulher está ovulando. "O período fértil, em que aparece esta secreção, varia de mulher para mulher, mas geralmente ocorre em torno do décimo quarto dia do ciclo, a contar a partir do primeiro dia da menstruação", complementa o ginecologista e obstetra Ricardo Luba.

Corrimento marrom

Nada mais é que a menstruação borra de café, que ocorre no fim do ciclo, quando há pouco sangue menstrual no interior da vagina. Sem um fluxo intenso, ele demora a ser exteriorizado e, nesse meio tempo, acaba sofrendo oxidação e a mudança de cor, que é perfeitamente comum.

Entretanto, o corrimento marrom deixa de ser saudável quando permanece durante muitos dias ou está acompanhado por cheiro ruim. Nestes casos, procure seu ginecologista.

Com sangue

O ginecologista e obstetra Ricardo Luba adverte que o corrimento com sangue não é normal. "Ele está relacionado com lesões no colo do útero ou alterações hormonais. Por este motivo, o mais indicado é ir a um especialista para verificar o que pode estar ocorrendo", ressalta o profissional.

Corrimento com mau cheiro

De acordo com o ginecologista, é necessário ter atenção com corrimentos com odor, já que o cheiro de peixe na vagina pode significar doenças como vaginose e tricomoníase.

Secreção vaginal na gravidez

O especialista explica que a secreção que indica gravidez geralmente é esbranquiçada, clara e fluída. Porém, é preciso estar atento ao aparecimento de tipos de corrimento anormais na gestação, que podem ser amarelados, esverdeados, com sangue ou odor forte. Nestes casos, procure um médico para realizar o tratamento e evitar complicações.

Tratamento

Caso seu tipo de corrimento não seja natural, é preciso procurar um ginecologista para que seja prescrito o tratamento adequado.

Também fique atenta a alguns hábitos que podem contribuir para o aparecimento de corrimentos, como estresse, alimentação desequilibrada, roupas apertadas e uso de protetores diários em excesso. Essas atitudes podem alterar o ambiente vaginal e propiciar a proliferação de fungos e bactérias, o que favorece o aparecimento de infecções.

Acesse o link do Portal Vix: http://www.vix.com/pt/saude/540935/tipos-de-corrimento-branco-amarelado-com-sangue-e-mais-tres-que-merecem-sua-atencao

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BÁRBARA BORGES MOSTRA CALOMBO NABARRIGA E REVELA DIÁSTASE; SAIBA O QUE É

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Bárbara Borges usou uma foto em seu Instagram –em que mostra uma protuberância na barriga— para contar que sofre de diástase. “Durante a gestação, o útero em expansão provoca um alongamento dos músculos abdominais, o que pode causar uma separação das duas bandas musculares que se encontram na região central do abdômen”, escreveu a atriz na postagem. Bárbara é mãe de Theo, 5 meses, e Martin, 2 anos.

Segundo o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), o problema pode acometer 30% das grávidas, mas, na verdade, não é uma questão restrita a elas.

“Exercícios físicos feitos de forma intensa e sem a correta orientação de um educador físico também podem provocar diástase, ou seja, é algo que atinge homens também”, fala Luba.

O ginecologista e obstetra diz que a diástase pode ser diagnosticada ainda na gestação ou após o nascimento do bebê e independe da via de parto, normal ou cesárea. “Em algumas mulheres, a distensão normal do abdome pode acabar em diástase. Em outras, não.”

Da mesma forma que o exercício intenso e mal orientado pode causar diástase, a falta de atividade física focada na região abdominal também pode explicar seu aparecimento. “E depende ainda da predisposição de cada um”, afirma Luba.

O educador físico Gilberto Coelho, especialista em fisiologia do exercício pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz que a atividade física –sob a orientação de um fisioterapeuta ou educador físico-- costuma ser a solução tradicional para o problema. “Exercícios físicos específicos para a região abdominal irão fortalecer a área e diminuir esse afastamento [dos músculos].”

É o caso da atriz Bárbara Borges, que contou no Instagram que irá fazer fisioterapia. “Tratar a diástase não é uma questão apenas estética, vai muito além disso, pois, se não tratada, pode ser prejudicial à saúde e acarretar em dores fortes na coluna lombar e na região pélvica.” A cantora Sandy foi outra famosa que assumiu ter sofrido de diástase após a gestação.

Luba, no entanto, afirma que os exercícios não fazem com que a diástase desapareça por completo. “Eles a tornam menos perceptível. Agora, quando a separação entre os músculos é maior do que quatro centímetros, a solução mais indicada é a cirúrgica, que, sim, elimina o problema.”

Acesse o link do Portal UOL: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/01/26/barbara-borges-mostra-calombo-na-barriga-e-revela-diastase-saiba-o-que-e.htm

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POR QUE O BRASIL VIVE UMA EPIDEMIA DE SÍFILIS?

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O Brasil vive uma nova epidemia de sífilis, uma doença sexualmente transmissível que parecia existir, para a maior parte da população, apenas nos livros de história. A doença, causada por uma bactéria, pode levar a problemas de fertilidade e até a morte, se não tratada. A maior preocupação é com a transmissão de mulheres grávidas para os fetos. Os bebês podem sofrer malformações no sistema nervoso, perder a visão ou a audição e até mesmo morrer. O Ministério da Saúde divulgou dados recentes mostrando que o número de pessoas infectadas no Brasil aumentou 32,7% entre 2014 e 2015. "Esse aumento não está acontecendo só no Brasil, é um problema global", afirma Adele Benzaken, diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. A notícia pode causar espanto – não entre os especialistas em saúde, que há tempos percebem o aumento de casos –, mas entre a população. Por que uma doença de antigamente voltou a ser uma ameaça em 2016?

A sífilis, de fato, é uma doença antiga. No século XV, causou uma das primeiras epidemias globais, com milhares de mortes por toda a Europa. A penicilina, o antibiótico usado para exterminar a bactéria, não havia sido descoberto à época. Eram feitos tratamentos a base de mercúrio. A descoberta da penicilina, em 1928, contribuiu para diminuir a disseminação da doença nas décadas seguintes. Um reforço importante ao combate à doença foram as campanhas para aumentar o uso do preservativo, que ganharam força com a descoberta do vírus da aids, na década de 1980. No Brasil, a sífilis saiu dos holofotes a ponto de nem ser obrigatório que serviços de saúde avisassem o Ministério da Saúde quando encontrassem um caso. A notificação só passou a ser obrigatória em 2010.

As causas para o aumento recente dos casos ainda estão em investigação. Mas algumas mudanças comportamentais ajudam a entender por que a bactéria voltou a assustar. Um dos principais motivos é, ironicamente, o fato de a aids ter deixado de assustar. Com o sucesso dos tratamentos antirretrovirais, que afastaram da doença o rótulo de fatal, as gerações mais jovens relaxaram nos hábitos de prevenção. Os jovens de 13 a 15 anos estão se protegendo menos na hora do sexo, segundo um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, 75% dos entrevistados usaram preservativo em sua última relação sexual. No ano passado, apenas 66% fizeram uso da camisinha.

“Quando a aids surgiu, a estratégia empregada para a prevenção foi a de terrorismo, para promover o uso da camisinha pelo medo”, afirma a educadora sexual Lena Vilela, diretora do Instituto Kaplan, entidade de São Paulo que promove educação sexual. “O medo acaba sendo uma estratégia que, às vezes, funciona por um período limitado. Quando o temor passa, a doença reaparece.” Para reverter esse quadro, será preciso investir mais do que em campanhas que elucidem sobre os perigos do sexo sem camisinha, mas que contemplem a prevenção nas diferentes formas de exercer a sexualidade. A camisinha, seja masculina ou feminina, ainda é o único método contraceptivo capaz de impedir a transmissão de DSTs. “Os adolescentes estão transando e não há nada que os impeça. O objetivo é apostar em conhecimento, e não no medo, como foi feito anos atrás”, diz Lena.

A diminuição do uso do preservativo é uma tendência global e está causando o reaparecimento em massa de antigas DSTs nos Estados Unidos e na Europa. Além da sífilis, a clamídia e a gonorreia, também infecções bacterianas, voltaram a ser registradas em maior escala. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, a agência de vigilância epidemiológica do governo americano, em 2015 os casos de sífilis aumentaram 19%, os de gonorreia 13% e os de clamídia em 6% em comparação com 2014. Os dados se contrapõem à tendência de queda vista nos últimos anos. Em 2009, a gonorreia atingiu a taxa mais baixa da história nos EUA, com apenas 98 casos por 100 mil pessoas. Em 2015, o número saltou para 124 casos por 100 mil pessoas, um aumento de 26%. Enquanto isso, as taxas de sífilis em 2000 e 2001 foram as mais baixas desde os relatórios feitos em 1941: 2,1 casos por 100 mil pessoas. Mas o número subiu quase todos os anos desde então e está, agora, em 7,5 casos por 100 mil pessoas.

Existe a suspeita de que os aplicativos que promovem encontros sexuais, como o Tinder e o Grindr (voltado para o público gay), possam dar sua contribuição na disseminação das doenças de antigamente. “As pessoas parecem que se previnem menos quando utilizam esses aplicativos”, diz Jairo Bouer, médico psiquiatra. É por isso que as campanhas de prevenção devem focar nas novas formas de exercer a sexualidade, dando abertura para que as pessoas possam discutir abertamente com seus médicos seus comportamentos e as melhores formas de se prevenir. “As pessoas têm um número maior de parceiros sexuais hoje”, afirma Adele, do Ministério da Saúde.

Outro fator apontado pelos especialistas para justificar o aumento de casos de sífilis foi o desabastecimento da penicilina benzatina, principal antibiótico para o tratamento da doença. Desde 2014, países de todo o mundo sofreram com a pouco distribuição do medicamento devido à falta de matéria-prima para a sua produção. Para controlar a situação, o Brasil conseguiu comprar 2 milhões de frascos no ano passado. A distribuição do antibiótico para os estados e os municípios terminou em julho. O Ministério da Saúde afirma ter comprado mais 700 mil unidades, que ainda não foram distribuídas.

A escassez do medicamento pode ter contribuído para aumentar o nascimento de bebês com sífilis congênita, segundo especialistas. Existem outras alternativas de tratamento, mas ela acabam não sendo eficazes para evitar que a bactéria seja transmitida para o feto. “Na gravidez, é possível realizar tratamento com outros remédios, como o antibiótico azitromicina”, afirma o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, de São Paulo. “O problema é que essa droga só trata a mãe, e não o bebê, porque não passa pela placenta.” No ano passado, aumentaram os casos de sífilis congênita. Em 2015, foram 6,5 casos a cada 1.000 nascidos vivos, número 170% maior que do o registrado em 2010. O número é 13 vezes maior do que a meta estabelecida para 2015 pela Organização Mundial da Saúde, dentro da política de combate a doenças negligenciadas e infecções relacionadas à pobreza.

O Ministério da Saúde diz ter aumentado a realização de exames para detectar a bactéria – não só em gestantes, mas na população em geral. Só diagnosticar não é o suficiente: as pessoas precisam se sentir acolhidas para se engajar no tratamento – e nas formas de prevenção. O alerta provocado pela divulgação dos novos dados da epidemia pode ser o primeiro passo para que as novas gerações se preocupem novamente com a sífilis.

Acesse o link do Portal da Revista Época: http://epoca.globo.com/saude/noticia/2016/11/por-que-o-brasil-vive-uma-epidemia-de-sifilis.html

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MINISTÉRIO DA SAÚDE ENCARA AUMENTO DE SÍFILIS COMO EPIDEMIA

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Uma doença que pode passar despercebida por muitos anos nas pessoas adultas é capaz de causar problemas sérios ao bebê em formação dentro do útero. A sífilis é silenciosa, mas merece bastante atenção – especialmente porque o número de infectados vem crescendo no Brasil. De 2014 a 2015, a doença teve aumento de 20,9% nas gestantes e de 19% nos casos congênitos (bebês que já nascem infectados).

“Os casos subiram em número significativo. Estamos tratando o problema como epidemia até para que resultados de redução sejam mais expressivos possíveis”, afirmou ontem (20) o ministro da Saúde, Ricardo Barros. “Os recursos estão disponíveis. É preciso que as pessoas se submetam aos testes e aos tratamentos”, disse.

A população deve estar atenta aos sintomas da sífilis para buscar ajuda médica. Se não tratada durante a gravidez, a infecção pode causar aborto, cegueira, surdez, deficiência mental e outras malformações fetais. Segundo levantamento do Ministério da Saúde, os estados com maior número de notificações de casos de sífilis são Rio Grande do Sul, Espírito Santo, São Paulo, Sergipe, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Paraná.

O que é sífilis?

Trata-se de uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum. A principal forma de transmissão é por via sexual (relação sexual sem camisinha), mas também acontece pela transfusão de sangue e durante a gestação (da mãe para o bebê).

Quais são os sintomas?

Os sintomas começam, em média, de 3 a 4 semanas após a pessoa ser infectada pela bactéria. Se não for tratada, a doença evolui por suas diversas fases e pode levar a lesões cardíacas, cerebrais, e até mesmo à morte.

Na fase primária, aparecem feridas abertas no local da infecção (normalmente boca, vagina, pênis, ânus. Raramente, pode surgir também em outras partes do corpo, como os dedos). Essas lesões não sangram e não doem. É por isso que muitos doentes não se dão conta da gravidade do problema e não desconfiam que estão infectados. As feridas somem em até 12 semanas, o que contribui para a pessoa pensar que está bem.

Na fase secundária, surgem erupções cutâneas nas palmas das mãos e nas plantas dos pés. Elas duram algumas semanas. Durante esse período, é comum apresentar febre, perda de apetite, aftas e cansaço. Em seguida vem a fase latente, sem sintomas – que pode perdurar de algumas semanas até muitos anos. Depois dela, chega a fase terciária da doença, época em que podem aparecer os maiores problemas, que afetam o cérebro e o coração e são capazes de levar à morte.

Bebês que são infectados durante a gravidez podem ir à óbito antes do nascimento ou apresentar diferentes malformações fetais – inclusive a microcefalia.

Como detectar?

O diagnóstico da sífilis pode ser feito por meio de testes rápidos, disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Quem está planejando a gravidez, deve fazer o exame antes, para se certificar de que não tem a doença. No caso de gestantes inesperada, é preciso realizar o teste já na primeira consulta do pré-natal (no primeiro trimestre), para tratar o quanto antes e minimizar os riscos ao bebê.

Como tratar?

O tratamento mais comum é feito com penicilina, um antibiótico por via injetável. A prescrição pode ser de uma a três doses, a depender da fase em que a doença se encontra, conforme explica o ginecologista e obstetra Ricardo Luba (SP).

Como se prevenir?

É importantíssimo manter relações sexuais com preservativo. Mulheres que estão planejando uma gestação devem fazer o exame para verificar se são portadoras da bactéria antes de engravidar. Durante o primeiro trimestre da gravidez, o Ministério da Saúde recomenda que a mãe e o pai façam o teste. Alguns médicos, para ter uma certeza ainda maior, repetem o teste nos três trimestres da gestação.

"O aumento de casos de sífilis é relevante e preocupante. Isso mostra a realidade da saúde pública no Brasil. Também revela que o comportamento sexual mudou: com a liberação sexual da nova geração, muitas as pessoas estão perdendo o controle e não têm usado camisinha. A informação está em todo lugar, mas falta conscientização. A sífilis estava praticamente erradicada, e agora voltou”, comenta Luba.

Acesse o link do Portal da Revista Crescer: http://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Saude/noticia/2016/10/ministro-da-saude-encara-aumento-de-sifilis-como-epidemia.html

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MÉDICO COMENTA PROCEDIMENTO EM PARTO QUE BELA GIL AFIRMA TER ARRUINADO SUA VIDA SEXUAL POR UM ANO

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A chef e apresentadora Bela Gil estreou, neste mês, uma nova série em seu canal no Youtube sobre maternidade. Mãe de Flor, de 7 anos, e Nino, de apenas três meses, a baiana surpreendeu em sua primeira transmissão feita ao vivo ao afirmar teve sua vida sexual profundamente abalada após ter sido submetida à episiotomia na primeira vez que deu à luz, aos 20 anos. "Quando você está em um hospital, há mais chances de passar por intervenções médicas (durante o parto). Existem vários tipos de intervenções, como a episiotomia. Se você não tem necessidade de fazê-la, não faça, porque isso pode arruinar sua vida sexual por um ano. Foi o que aconteceu comigo", declarou.

O ginecologista e obstetra Dr. Ricardo Luba explica que esse procedimento cirúrgico –  que compreende um corte na região do períneo (localizado entre a vagina e o ânus) –  é rotina para alguns profissionais, mas não para a totalidade: "Todos temos uma autonomia para realizar o seu trabalho. Mas, dentro da medicina, há sempre um protocolo pré-definido para evitar ao máximo erros médicos", explica sobre a tomada de decisões por parte da equipe.

Algumas pessoas, assim como Bela Gil, defendem que a episiotomia é uma violência obstétrica, no entanto, Dr. Ricardo pondera "algumas mães confundem violência obstétrica com seu modelo ideal de parto que, muitas vezes, não é possível de ser realizado". Ele ainda explica que existe um planejamento chamado de "Plano de Parto" para que, em eventuais emergências, as atitudes tomadas pelo médico estejam de acordo com os desejos da parturiente.

"Esse corte é usado para evitar que o bebê sofra caso demore muito a nascer –  o chamado sofrimento fetal –, pois acelera o processo. Por isso, é importante ter bem claro o que pode ou não ser feito no seu plano de parto, para que o médico possa tomar uma decisão rápida", defende. O sofrimento fetal pode ter consequências graves para o bebê, e por isso deve ser evitado.

Além disso, Dr. Ricardo ressalta que, caso a episiotomia seja descartada e haja real necessidade de sua realização, as consequências para a mulher podem ser ainda pior. "Este procedimento é feito quando o canal da vagina é muito estreito para a passagem do bebê, com a função de proteger a bexiga, uretra e reto da mãe. Se a cabeça do bebê for muito grande, por exemplo, pode ocorrer a laceração do períneo [sem o controle possibilitado pela episiotomia]", conta, "então a mulher pode ter problemas como uma lesão no  esfincter retal, provocando incontinência fecal, uma vez que a 'lesão controlada' do procedimento cirúrgico não foi feita."

"A cicatrização demora este período que a gente costuma chamar de quarentena, tempo necessário para que os pontos sejam reabsorvidos. O que acontece com frequência é que algumas pacientes se queixam de um ponto específico feito na musculatura. Este pode desenvolver uma dor aguda, que pode evoluir para uma dor crônica. Geralmente, há um incômodo pelos próximos 2 ou 3 meses quando a mulher vai abaixar, praticar esportes, ter relações sexuais", elucida o obstetra.

Mas o ginecologista alerta: "Quando você faz o procedimento em uma paciente que não gostaria de ter sido lesionada, ela se sentirá violentada. Por isso que muitas mulheres têm dificuldade para reatar sua vida sexual, não somente pela dor de uma cicatriz, mas por uma questão emocional bem mais profunda e problemática."

O plano de parto é fundamental para que a mulher se sinta protegida e acolhida durante a gravidez até o momento do parto. É verdade que existem diversos procedimentos na medicina que não são naturais e, em alguns casos, desnecessários. Porém, em situações de emergência, eles podem ser fundamentais para o bem-estar da mãe e do bebê. Lembre-se de conversar com seu médico para que o parto supra todas as suas expectativas. "Normalmente, os casos de violência obstétrica acontecem justamente pela falta de diálogo entre o profissional e a paciente, por isso é tão necessário que a mãe e o médico sejam sinceros e diretos. É fundamental que haja empatia de ambos os lados. e ficar atenta se vocês têm decisões muito diferentes, caso sim, procure outro profissional que realize um trabalho mais próximo do ideal para você", completa o ginecologista.

Acesse o link da Revista Claudia Online: http://mdemulher.abril.com.br/saude/claudia/medico-comenta-procedimento-em-parto-que-bela-gil-afirma-ter-arruinado-sua-vida-sexual-por-um-ano

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QUANTOS DIAS É NORMAL FICAR SEM IR AO BANHEIRO? ENTENDA A PRISÃO DE VENTRE

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A fisiculturista Gracyanne Barbosa contou recentemente em seu perfil no Snapchat como sua prisão de ventre desencadeou um episódio no mínimo inusitado, com direito a ligação para a polícia por "tentativa de sequestro". Ao narrar a história, a modelo disse que estava sem fazer cocô havia oito dias --algo corriqueiro em sua vida, segundo ela.

A prisão de ventre, também conhecida como intestino preso ou constipação intestinal, é caracterizada por menos de três evacuações por semana, pouco volume, muito esforço e fezes de calibre fino e endurecidas. Acontece quando há uma lentidão nos movimentos peristálticos do intestino, responsáveis por empurrar o bolo fecal do intestino grosso até o reto para ser eliminado.

Cerca de 15% da população brasileira sofre com ela, especialmente as mulheres, por causa de alterações hormonais, gestações e menstruação.

Em 85% dos casos, ela é fruto de uma alimentação inadequada (rica em açúcar, farinha refinada e gordura e pobre em fibras) e da pouca ingestão de líquidos, principalmente água.

Uma boa hidratação aliada a exercícios físicos e uma alimentação equilibrada são as principais ferramentas para evitar a prisão de ventre.

Sendo um problema tão corriqueiro, é comum que dúvidas deem origem a vários mitos sobre o assunto. Veja, a seguir, o que é verdade e o que não passa de crença.

Mito ou verdade?

É preciso evacuar todos os dias

Mito. Não existe uma regra, vai de cada organismo. Os especialistas, porém, consideram ideal é ir ao menos três vezes por semana. O normal é que seja sem esforços exagerados e por tempo prolongado, diz a proctologista Sonia Yusuf, do Hospital Santa Cruz (SP).

Intestino preguiçoso atrapalha
Verdade. As fezes chegam ao intestino grosso com até 90% de água. A parede muscular do intestino faz movimentos (peristálticos) para absorver a água e compactar essa pasta. Em seguida, a massa é empurrada em direção ao reto, para ser eliminada. Quando os movimentos estão lentos, muita água é absorvida e as fezes ficam secas e endurecidas, levando à constipação.
Prisão de ventre é genética
Mito. "Não existem estudos que indiquem que há ligação genética. Mas pessoas da mesma família, geralmente, têm costumes e hábitos alimentares parecidos, o que pode influenciar", explica o ginecologista Ricardo Luba.
Comer fibras ajuda
Verdade. As fibras dissolvem-se na água tornado-se macias e pastosas, ajudam a compor o bolo fecal e retêm mais água. Sem elas, as fezes ficam duras e secas. Verduras, frutas, aveia, linhaça, chia, oleaginosas e alimentos ricos em gordura boa (como óleo de coco e abacate) ajudam. "Tente tomar 10 copos de água por dia e evite alimentos processados, empanados e fritos, fast food e comida cheia de açúcar e farinha refinada", receita a nutricionista Carolina Novaes.
Álcool e café pioram o quadro
Verdade. Os líquidos adicionam água ao intestino e incrementam o bolo fecal, facilitando os movimentos peristálticos, responsáveis por conduzir as fezes até a saída. Mas bebidas alcoólicas e com cafeína têm efeito desidratante.
Ficar muito tempo sentado causa prisão de ventre
Verdade. Sedentarismo, ansiedade, depressão, o hábito de adiar a ida ao banheiro e alguns medicamentos (como suplementos de ferro) também podem colaborar para a alteração ou piora do funcionamento do intestino.
Segurar a vontade prejudica
Verdade. Ignorar a vontade de evacuar contribui para que o movimento do intestino fique mais lento. A ida ao banheiro deve ser estimulada também fora de casa. "Não ter o hábito prejudica o funcionamento do intestino. Com a correria, muitas pessoas simplesmente esquecem de ir ao banheiro", diz o coloproctologista Sergio Nahas.
Mulheres sofrem mais de constipação
Verdade. As alterações hormonais decorrentes da menstruação e gravidez influenciam. O aumento da progesterona no período de ovulação (e um pouco antes dele) faz os movimentos do intestino diminuírem --durante a menstruação, com a queda da progesterona, o intestino costuma voltar a funcionar. "A retenção de água e a aversão de usar banheiro fora de casa também contribui para que mulheres tenham o intestino mais preguiçoso", explica Luba.
É comum grávidas com intestino preso
Verdade. Durante a gravidez, cerca de 40% das gestantes ficam constipadas por causa das alterações hormonais e pela compressão que o útero (agora aumentado) faz sobre o intestino grosso.
Prisão de ventre causa mau humor
Parcialmente verdade. Pesquisa da Federação Brasileira de Gastroenterologia feita em 2012 com mais de 3.000 mulheres apontou que para 69% delas o mau funcionamento do intestino influenciava no humor. Para metade, a constipação causava cansaço e perda de concentração. Mas não existem estudos que comprovem a ação do intestino preso sobre o cérebro. "Quando o intestino funciona, a pessoa fica mais saudável e, consequentemente, mais disposta", diz Luba.
Apele para o laxante
Mito. Quando usados com frequência, eles fazem com que o intestino grosso fique dependente dos laxantes para fazer os movimentos peristálticos. Com o tempo, eles podem danificar as células nervosas da parede do intestino, interferindo na sua capacidade de contração.
Idosos sofrem mais com intestino preso
Verdade. Com o passar dos anos, há uma redução do metabolismo, impactando diretamente nas atividades do intestino grosso e no tônus muscular.
Fezes devem ser marrom
Verdade. A cor marrom é provocada pela estercobilina, pigmento escuro formado na digestão da bile. Quanto mais tempo as fezes ficam "presas", mais escuro elas saem. Fezes cinzas podem indicar problemas no fígado, vermelhas podem sinalizar sangramento e verdes, infecções, por exemplo.
Maçã e goiaba prendem o intestino
Parcialmente verdade. A casca da maçã ajuda a soltar, enquanto a polpa tem efeito contrário. Por causa de seus fitoquímicos, a goiaba também ajuda a reduzir os movimentos do intestino.
Ameixa e mamão ajudam a "soltar o intestino"
Verdade. As receitas das avós ajudam o intestino a funcionar melhor. "A ameixa preta é uma fruta com altíssimo teor de fibras e possui ácido diidroxifenil isatina, que facilita a atividade intestinal", explica a nutricionista. Já o mamão tem grande quantidade da enzima papaína, que ajuda o organismo a digerir mais rápido, diminuindo o tempo de armazenamento do bolo fecal.
Viagens influenciam
Verdade. Muitas pessoas não conseguem ir ao banheiro fora de casa ou ignoram a vontade de evacuar. Isso pode contribuir para que o movimento do intestino fique mais lento. A ida ao banheiro deve ser estimulada, inclusive, fora de casa. "Deixar de ter o hábito de ir ao banheiro prejudica o funcionamento do intestino, deixando-o ainda mais preguiçoso", diz Nahas.
Acesse o link do Portal UOL: http://noticias.uol.com.br/saude/listas/quantos-dias-e-normal-ficar-sem-ir-ao-banheiro-entenda-a-prisao-de-ventre.htm

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GRAVIDEZ MÚLTIPLA E SEUS CUIDADOS

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Gravidez múltipla é sempre considerada de maior risco, por isso exige ainda mais cuidados do que a gestação de um só bebê. E se ela for consequência de um tratamento de infertilidade, aí a atenção é redobrada, especialmente durante o primeiro trimestre.

Gravidez multipla

Só para ter uma ideia, enquanto as consultas normalmente são realizadas de 30 em 30 dias até por volta das 32 semanas de gestação, quando há dois ou mais fetos os encontros com o médico acontecem de 15 em 15 dias. Essas visitas se estreitam ainda mais em casos de gêmeos idênticos, que compartilham a mesma placenta, e de grávidas que tinham epilepsia ou diabetes antes da gestação. Naturalmente, os ultrassons, os exames de urina e a medição da pressão arterial também são feitos com mais frequência. Tudo para avaliar possíveis complicações, como anemia, diabetes e pré-eclampsia.

Verdade seja dita, tamanho cuidado é um tanto cansativo para a futura mamãe, porém, faz com que ela se sinta cada vez mais segura e confiante de estar fazendo o melhor para seus bebês.

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VACINA CONTRA ABORTO PASSA A SER INFRAÇÃO SANITÁRIA PARA ASSEGURAR A SEGURANÇA DO PACIENTE

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Sem ter eficácia comprovada, o procedimento que ficou conhecido como vacina contra aborto foi proibido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Aplicado há cerca de 20 anos em clínicas de nove Estados brasileiros, o tratamento prometia quebrar o ciclo de abortos recorrentes por causa de fatores imunológicos ao injetar uma fórmula feita com o sangue paterno na gestante.

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De acordo com o órgão, a imunização só pode ser usada em projetos de pesquisa aprovados por comitês de ética, e utilizá-la como tratamento clínico agora será considerado “infração sanitária”, que pode render multas e até fechamento da clínica. A medida foi tomada visando a segurança do paciente, já que o procedimento expunha mulheres aos mesmos riscos de uma transfusão sanguínea. “Há riscos de infecções por doenças como HIV, hepatite, HTLV, chagas, sífilis”, alerta Dr. Ricardo Luba, ginecologista e obstetra especializado em reprodução humana

O profissional explica que, durante a gestação, a imunidade contra o feto fica modificada com um aumento dos linfócitos TH2, que permite um bloqueio e proteção para o embrião (anticorpos bloqueadores) para que o bebê cresça e se desenvolva sem sofrer ataques das células de defesa materna. Verificou-se que quanto menor variabilidade genética existir entre a mãe e o pai, menor a resposta contra o bebê.

Dentro desse conceito surge a teoria da terapia de imunização com linfócitos paternos, que eram injetados no organismo da mãe para estimular a produção de anticorpos TH2. A partir de uma prova de compatibilidade conhecida como Cross-Match, verificava-se a compatibilidade genética entre o casal. Em seguida, era feito o preparo de vacinas feitas com os linfócitos paternos para sensibilizar a mãe a produzir anticorpos que iriam protegem o embrião.

O CFM (Conselho Federal de Medicina) não recomenda o uso da vacina por falta de embasamento científico. Segundo o órgão, como não é considerada terapêutica, a única maneira de usá-la é em pesquisa, obedecendo os trâmites normativos. Sociedades médicas defendem ainda que não há evidência de que o tratamento imunológico reduza o risco de abortos recorrentes (perdas de três ou mais gestações até a 20ª semana).

“Como não havia referências bibliográficas com nível de evidência forte, era bastante empírico, bastante discutido e controverso o seu uso”, explica Luba. Diante da falta de comprovação da eficácia e da proibição da tal vacina, outros tratamentos são indicados para o caso de abortos recorrentes, como o uso de corticoides e imunoglobulina humana.

Acesse o link do Portal IBSP: http://segurancadopaciente.com.br/noticia/vacina-contra-aborto-passa-ser-infracao-sanitaria-para-assegurar-seguranca-do-paciente/

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PARTO DE GÊMEOS PODE SER NORMAL. VEJA OS MITOS SOBRE A GESTAÇÃO DE MÚLTIPLOS

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Amigos, conhecidos e familiares. Todos tentaram convencer a funcionária pública Damaris Carvalho, 36, de Cuiabá (MT), a optar por uma cesárea. Mas, desde que soube que estava grávida de gêmeos, ela optou pelo parto natural, escolha amparada pela primeira gestação e por seu médico.

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“Tive meu primeiro filho, o Davi, que hoje está com 2 anos e quatro meses, de parto natural. Quando fiquei grávida dos gêmeos, muita gente tentou me convencer do contrário, mas tinha conversado com meu médico e decidido por mais um parto natural", conta.

O nascimento só não seria natural se os bebês não estivessem na posição certa, possibilidade que foi descartada tão logo Damaris começou o trabalho de parto no hospital, em 15 de junho. Nas primeiras horas do dia 16, nascia o primeiro dos gêmeos Gael e Athos. O segundo veio sete horas depois do irmão. No dia seguinte, a família completa estava em casa.

Foram outros dois mitos derrubados: que todo gêmeo é prematuro (Damaris havia entrado no nono mês de gestação) e de que um nasce em seguida do outro. “O trabalho de parto estacionou e até dei de mamar para que as contrações voltassem para poder dar à luz novamente”, fala a funcionária pública.

Gael e Athos, em seus poucos dias de vida, estão se desenvolvendo bem e são alimentados exclusivamente pelo leite materno. “Estou amamentando os dois por livre demanda, sem qualquer complemento ou  mesmo chupeta. O colostro é suficiente para alimentá-los e deixá-los saudáveis. É importante lembrar também que o peito não é só amamentação, mas também um lugar seguro para o bebê. Meu mais velho mamou até poucos dias antes dos gêmeos nascerem e quero que eles mamem bastante também”, diz.

Damaris é a prova viva de que muito do que se fala sobre a gestação de gêmeos não passa de crença sem qualquer fundamento.

A seguir, os especialistas Ricardo Luba, ginecologista e obstetra membro da AAGL (American Association of Gynecologic Laparoscopists), e Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, ajudam a desvendar outros mitos sobre o assunto.

    1. A gravidez é sempre de risco

    A gestação gemelar apresenta maiores chances de ter complicações, como parto prematuro, doença hipertensiva específica da gestação e diabetes gestacional. Mas também são frequentes casos em que a gestação de gêmeos transcorre sem qualquer tipo de intercorrências.

    2. A prática de atividades físicas é proibida

    Desde que com autorização do médico e acompanhamento profissional, os exercícios estão liberados durante a gestação. Atividades sem impacto e de leve intensidade, como pilates e alongamento, são as mais indicadas.

    3. É mais difícil descobrir o sexo dos bebês

    O fato de gestar gêmeos não interfere nesse momento tão esperado, mas gestantes com sobrepeso ou obesidade podem ter mais dificuldade para descobrir o sexo das crianças pelo ultrassom.

    4. Gêmeos só nascem de cesárea

    Como comprova a mãe de Gael e Athos, esse é um grande mito. Gêmeos podem, sim, nascer de parto natural desde que a mãe queira e a posição dos bebês --eles não podem estar atravessados-- permita. Um médico capacitado também é essencial, assim como estar em ambiente hospitalar para que se tenha tempo de corrigir com rapidez eventuais complicações durante o trabalho de parto.

    5. Todos os gêmeos são prematuros

    Nem sempre. O risco de prematuridade na gestação gemelar existe, mas não é sempre que ela ocorre. A maior parte dos bebês nasce a termo (entre 37 e 41 semanas).

    6. É impossível a amamentação exclusiva de gêmeos

    Apesar de a lactante ter de produzir o dobro da quantidade de leite para alimentar duas crianças, tem mulheres que dão conta do recado. Vale ressaltar que, além do esforço bem maior por parte da mãe, o apoio familiar é imprescindível nesses casos.

    7. Todo bebê gêmeo passa pela UTI neonatal

    Essa também é uma inverdade. Muitos bebês gêmeos necessitam de cuidados da UTI neonatal, mas isso é inversamente proporcional ao peso e à idade gestacional em que ocorre o parto. Isso significa que bebês que nascerem com peso adequado ou que não são prematuros têm menor chance de ter de passar pela UTI.

Acesse o link do Portal UOL: http://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/listas/parto-de-gemeos-pode-ser-normal-veja-mitos-sobre-gestacao-de-multiplos.htm

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GESTAÇÃO NO INVERNO

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Enjoos, incômodos, dor na coluna, inchaço, dificuldades para dormir são algumas das peculiaridades que a gestante enfrenta durante a gravidez. Em dias de frio, algumas mudanças podem ocorrer. Então, veja o que muda na troca das estações:

 Gravida no inverno

. No inverno, o sono das futuras mamães tende a ser maior, assim conseguem dormir com mais comodidade.

. Os enjoos parecem piorar nessa época do ano.

. A pele tende a ressecar com mais facilidade, mas somente o médico pode avaliar qual produto a gestante pode usar, pois nem todos são recomendados.

. Suor e oleosidade também tendem a diminuir, mas a vontade de fazer xixi aumenta consideravelmente.

. Evite consumir sal em excesso. A pressão arterial pode ficar descontrolada.

Na dúvida o melhor é procurar o seu médico. Somente ele poderá orientar de forma segura e precisa.

(Dr. Ricardo Luba, ginecologista, obstetra e especialista em reprodução humana).

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ZIKA VÍRUS E A SAÚDE DA GESTANTE E DO BEBÊ

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A forma mais confiável para confirmar se um bebê tem microcefalia é medindo a circunferência da cabeça dele ao nascer e refazendo a medição 24 horas depois. Vale lembrar que na microcefalia o bebê tem a circunferência craniana menor do que o esperado para sua idade ao nascer e seu sexo e as complicações envolvidas variam de convulsões passando por dificuldade de alimentação e de desenvolvimento até o risco de morte.

Zika e gestante

Na dúvida, busque auxílio com seu médico.

Uma gestante bem informada ajuda a evitar depressão, angústia e ansiedade (sentimentos tão comuns nessa fase) e consequentemente a saúde do seu bebê.

Dr. Ricardo Luba, ginecologista, obstetra e especialista em reprodução humana.

#zikavírus, #saúde, #ginecologia, #obstetricia, #reproducaohumana

www.ginecologialuba.com.br

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SAIBA O QUE É PARTO HUMANIZADO E COMO ELE FUNCIONA

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A escolher o tipo de parto é sempre uma grande responsabilidade para a gestante. Seguindo conselhos de especialista, muitas optam pelo parto normal, que é menos invasivo que a cesária, além de proporcionar para a mãe uma recuperação mais rápida – cerca de 3 dias. Contudo, um método ainda menos agressivo tem ganhado cada vez mais adeptas: o parto humanizado.

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Trata-se de uma versão ainda mais natural do parto normal. Nele, não existe anestesia e a intervenção médica só ocorre em último caso. De acordo com Dr. Ricardo Luba, ginecologista (SP), no parto humanizado “o processo é mais fisiológico e mais natural. Logo, o principal benefício é a vivência do momento de maneira completa e ampla. Neste parto, a mulher é o centro de tudo. Sua opinião e desejos devem ser respeitados”, explica o especialista.

Esta modalidade de parto pode ser realizada tanto no hospital quanto em casa, mas a primeira opção é mais segura, pois a mãe e o bebê se expõem  a um risco menor de complicações. Outra vantagem é o fato da recuperação após a anestesia ser mais rápida, proporcionando um conforto emocional e melhor percepção do parto para mãe e para o bebê.

Porém, diferente do parto cirúrgico, no parto humanizado a grávida sente mais dor, devido a ausência de anestesia. Mas a segurança é garantida pela a equipe médica e de enfermeiras ou das doulas envolvidas, fundamentais no caso da ocorrência de algum problema.

A preparação começa no pré-natal

Muito ainda se discute sobre as diferenças entre o parto normal e o parto humanizado. Segundo o ginecologista, ambos são partos vaginais, isto é, a passagem do bebê ocorre pelo canal vaginal. Porém, o parto normal tem uma maior intervenção médica, como anestesia ou analgesia, acesso venoso periférico, múltiplos exames vaginais, medicamentos intravenosos para aumentar as contrações uterinas, jejum, fórceps para abreviar o período expulso do parto, entre outros procedimentos.

Já no parto humanizado, o médico obstetra, o anestesista, o pediatra e a doula cumprem um papel de observar e intervir somente se algo estiver indo errado. “O médico deixa de ter papel central para ter um papel mais distante, onde o centro de tudo é a parturiente”, conclui Ricardo.

Preparação para o parto humanizado

Segundo o especialista, antes de optar pelo parto humanizado, é importante ter alguns cuidados. A preparação deve ser feita por uma equipe multidisciplinar, junto a qual a gestante adquire o máximo de informações possíveis a respeito do parto, aprende como deve fazer força, qual é o melhor momento para se dirigir ao hospital, entre outros fatores.

Neste cenário, a doula tem papel fundamental, atuando, inclusive, como uma conselheira. Ela tem o dever de acolher a gestante e fornecer todas as informações, além de ensinar as possíveis posições a serem adotadas na hora do parto, para que a gestante decida qual é mais confortável. “A doula também auxilia e incentiva a participação do pai nesse momento, diferente do médico obstetra, que entra em ação mais próximo ao nascimento ou em casos de complicações”.

Além disso, é importante fazer um plano de parto para que esse momento seja de acordo com os desejos da gestante. “Para isso é essencial um bom acompanhamento pré-natal, uma boa relação médico paciente, baseada na confiança”, explica Dr. Ricardo Luba.

Contudo, nem todas as mães estão aptas dar a luz a um filho dessa forma. “Aproximadamente 15 a 20 % das gestantes apresentam alterações que impedem um parto normal humanizado”. Mesmo nesses casos, Ricardo diz haver soluções: “O que se pode fazer é tentar humanizar um pouco mais os partos cesarianas para diminuir essa frustração de impossibilidade”, conclui.

Acesse o link do Portal A Revista da Mulher: http://arevistadamulher.com.br/filhos/content/2259947-saiba-o-que-e-o-parto-humanizado-e-como-ele-funciona

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IDADE AVANÇADA E OS RISCOS PARA A SAÚDE FÉRTIL DO CASAL

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Com o passar dos anos, não é só engravidar que fica mais difícil, manter a gestação também. Daí a importância de se planejar e lembrar que a idade de maior fertilidade para a mulher vai dos 20 aos 24 anos. Passada essa faixa etária, a taxa de sucesso cai praticamente pela metade ao completar 35 anos, e reduz novamente pela metade ao atingir 40 anos.

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A fertilidade masculina dura um pouco mais, mas mesmo assim é importante que se após um ano de tentativa o casal não conseguir engravidar, busque ajuda especializada para aumentar suas chances de sucesso e de gravidez saudável.

Dr. Ricardo Luba (Ginecologista, Obstetra e especialista em Reprodução Humana).

www.ginecologialuba.com.br, #fertilidade, #ginecologia, #obstetricia, #reproducaohumana

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MAL-ESTAR NA GRAVIDEZ: SINTOMAS DA HIPEREMESE GRAVÍDICA

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 Quando a mulher vomita demais, não consegue se alimentar e beber água e escovar os dentes gera enjoo, ela pode ter hiperemese gravídica que é caracterizada pelo aumento excessivo de náuseas e vômitos durante a gravidez. Também ocorre no primeiro trimestre da gestação, mas pode se estender até 20 semanas.

Esse distúrbio acontece porque o HCG, hormônio produzido na gestação, causam mais sensibilidade em algumas mulheres. Grávidas de gêmeos, que a quantidade de HCG é bastante aumentada, é mais frequente ter hiperemese gravídica.

A base do tratamento é a alimentação fracionada e balanceada, o uso de antieméticos e sintomáticos, sempre com orientação médica. Deve-se combater e evitar a desidratação. Em casos mais graves algumas mulheres não conseguem se alimentar, pois tudo que ingerem causa náusea e vômito. “Em casos assim é necessária a internação para compensar a desidratação e para controle de sintomas com medicação endovenosa”, explica o ginecologista Ricardo Luba.

“O mais importante de tudo é o acompanhamento com o médico obstetra, pois ele vai direcionar o tratamento. Um erro bem frequente cometido pelas gestantes é o de tomar muito líquido para evitar a desidratação. O excesso de líquido facilita a ocorrência de vômitos. Para evitar a desidratação e impedir o excesso de vômitos, o ideal é preferir alimentos sólidos, como pão, bolacha de agua e sal, e ingerir pequenas quantidades de líquido várias vezes ao dia”, conclui Ricardo.

Acesse o link do Portal Pom Pom: http://pompom.com.br/blog/cuidados-da-mamae/mal-estar-na-gravidez-sintomas-da-hiperemese-gravidica/

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