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Blog Dr. Luba

QUEM DEVE USAR ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL? IDEAL PARA QUEM ESQUECE A PÍLULA + 4 CASOS

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Com opções mensais e trimestrais, a injeção contraceptiva atrai quem não quer o compromisso de tomar pílula diariamente ou mulheres que a esquecem com frequência. No entanto, assim como os demais métodos, a indicação do anticoncepcional injetável deve ser individualizada e exclui alguns casos. Como age? Uma única injeção armazena hormônios e os libera em pequenas doses no organismo, o que justifica o efeito que dura de 30 a 90 dias, a depender da versão utilizada. Ambas as opções possuem diferentes composições, sendo que algumas utilizam estrogênio com progesterona e outras apenas apenas progesterona. Sua ação é igual a da pílula oral: consiste na inibição dos hormônios FSH e LH, de modo a evitar ovulação, deixar o muco cervical - encarregado de conduzir os espermatozoides até o útero - inadequado e ainda afinar o endométrio - camada em que o embrião se implanta em caso de gestação. Quem pode anticoncepcional injetável? A injeção anticoncepcional é especialmente indicada em 4 casos: Pós-parto Mulheres que estão amamentando podem apenas tomar anticoncepcionais feitos só com progesterona, uma das opções do anticoncepcional injetável. Problemas gastrointestinais O remédio injetável não passa pelo estômago, como acontece com as pílulas orais. Por isso, não haverá agravamento de acometimentos como úlcera, azia ou refluxo gastroesofágico. Doenças psiquiátricas Mulheres com acometimentos de ordem psiquiátrica estão mais suscetíveis a comportamentos de risco, como sexo sem preservativo, e maior chance de esquecer de tomar a pílula. Cólicas menstruais fortes O anticoncepcional injetável pode reduzir muito e até interromper a menstruação, aliviando as cólicas fortes. Quem esquece de tomar a pílula oral com frequência Se a pílula não for tomada todo dia no mesmo horário, suas chances de falhar podem aumentar. Como a injeção é tomada com espaço de tempo maior a proteção é mais duradoura, basta não esquecer de ir à farmácia no dia correto. Contraindicações O anticoncepcional injetável, especialmente o que possui estrogênio, é contraindicado para pessoas com histórico familiar ou pessoal de Acidente Vascular Cerebral (AVC), infarto, trombose, doenças sistêmicas e cânceres que são hormônio dependentes, como o de mama e endométrio. Nestes casos, é recomendável recorrer à versão que contém apenas progesterona ou outro tipo de método contraceptivo. O ginecologista e obstetra Ricardo Luba, especialista em reprodução humana, ressalta que pacientes acima de 40 anos ou com sangramento vaginal de causa não conhecida também devem evitar usar o método. Efeitos colaterais Os efeitos indesejados são semelhantes aos das pílulas e variam de acordo com a composição do contraceptivo. "Pode haver retenção de líquido, dor nas mamas, aumento de varizes e principalmente escapes irregulares", explica. Ainda há casos de falta de libido e ausência total da menstruação. Engorda? Apesar de controvérsias sobre os motivos, os médicos ouvidos nessa matéria são unânimes ao afirmar que o anticoncepcional injetável engorda. A médica Andrea atribui o aumento do peso ao inchaço por acúmulo de líquido, já Ricardo Luba afirma que boa parte dos métodos hormonais aumentam o apetite, o que explica a mudança na balança. Mensal ou trimestral: qual escolher? Apenas um profissional habilitado poderá avaliar se o anticoncepcional injetável é mesmo a melhor opção para vocês é mais indicado tomar a versão mensal ou trimestral, com hormônio combinado ou único. Já a aplicação é realizada por um enfermeiro, médico ou farmacêutico qualificado em uma das nádegas.   Acesse o link do Portal Vix.com: http://www.vix.com/pt/saude/547663/quem-deve-usar-anticoncepcional-injetavel-ideal-para-quem-esquece-a-pilula-4-casos?amp

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QUAIS EXERCÍCIOS POSSO FAZER DURANTE A GRAVIDEZ

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É tempo de aprender a ouvir o seu corpo. Não só porque há uma vida lá dentro, mas porque o seu organismo está diferente e mudando cada vez mais durante essas 40 semanas. Que você não pode deixar de se exercitar durante esse período é fato. E existem inúmeras mamães fitness nas redes sociais provando que isso é possível. Ricardo Luba, ginecologista e obstetra, de São Paulo (SP), lembra que se a gestante já praticava atividade física antes, pode mantê-la com menos intensidade. “Aquelas que não faziam e decidem começar devem procurar uma modalidade leve”, indica o especialista. Na hora de escolher, vale ter em mente os músculos que serão utilizados no parto. “Eles devem ser os privilegiados durante o condicionamento físico, ou seja, a musculatura abdominal, do assoalho pélvico e os paravertebrais”, orienta Ricardo Nahas, médico do esporte do Hospital 9 de Julho, de São Paulo (SP).

Cuidado nunca é demais

Por esse motivo, os médicos afirmam: nada de atividade de contato. “Práticas coletivas, como futebol, basquete e handebol devem ser evitadas. E individuais, como a ginástica olímpica e as modalidades de atletismo que envolvam saltos também são mais arriscadas”, alerta Fellipe Savioli,  médico do esporte, de São Paulo (SP). Como não custa alertar, essa também não é a hora de “viver cada dia como se fosse o único” e se aventurar com skate, esqui ou mountain bike. “Há sempre o risco de acidente. O crossfit também não é indicado”, comenta Ricardo Luba.

Mudanças a cada fase

1º trimestre: neste período, a mulher costuma se sentir mais cansada devido ao aumento de progesterona. “É um sinal de que sua gestação está evoluindo bem, procure desacelerar”, conforta Roberta Gabriel.

2º trimestre: momento de deixar a preguiça de lado. Aqui, a disposição está em alta e a futura mamãe deve praticar atividades que a mantenham em forma.

3º trimestre: o bebê está chegando. Com isso, os dias ficam mais cansativos. O peso já será controlado, portanto a gestante deve optar por modalidades mais tranquilas para se manter ativa e disposta.

Abaixo, confira algumas modalidades recomendadas para gestantes e, com o seu médico, escolha a que mais se adapta à sua rotina e ao seu estilo.

Natação

As atividades aquáticas são muito indicadas. “O motivo disso é elas serem de baixo impacto e proporcionarem leveza ao corpo que vem ganhando peso a cada mês”, justifica Roberta Gabriel, educadora física, do Rio de Janeiro (RJ). Ela afirma que, por ser aeróbica, pode substituir a caminhada quando o corpo estiver muito pesado e com mais dificuldade de locomoção e mobilidade. Mas Ricardo Luba avisa que o esporte deve ser praticado com intensidade de leve a moderada. Outro alerta se dá àquelas que já passaram do sétimo mês. “Nesse momento, o canal de parto já está sendo formado. A modalidade pode proporcionar eventual contaminação interna e deve ser evitada”, explica Ricardo Nahas.

Musculação

Se preferir o ambiente agitado das academias, Ricardo Nahas conta que esses exercícios podem ser feitos desde que com apoio do abdome ou evitando aqueles com hiperextensão da coluna. “Os que comprimem a região da barriga, como os abdominais, não devem ser executados nos segundo e terceiro semestres da gestação”, completa.  Roberta Gabriel afirma que os movimentos são excelentes para fortalecimento. Ela indica os treinos funcionais, pois trabalham com peso do próprio corpo, respeitando as mudanças posturais que acontecem sem ter de se adaptar aos aparelhos.  Vale recordar que, trabalhando os músculos certos, o parto fica até mais fácil de ser executado.

Acesse o link do Portal da Revista Corpo a Corpo: http://corpoacorpo.uol.com.br/fitness/fitness/treino-sob-medida/quais-exercicios-posso-fazer-durante-a-gravidez/11741#

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23 TERMOS MÉDICOS USADOS NA GRAVIDEZ PARA VOCÊ SE FAMILIARIZAR

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Qual é a DPP? E o BCF do seu filho? As siglas e nomes técnicos podem parecer um bicho de sete cabeças, mas muitas vezes se referem a procedimentos simples e comuns da gestação. Confira este pequeno dicionário elaborado com a ajuda de ginecologistas para guiar as mães por um mar de novas palavras – e de mudanças para todos os lados.

1. Altura uterina

Medida feita com fita métrica que acompanha o desenvolvimento da gravidez. Por volta do quinto mês, quando o útero fica visível e o teste começa a ser feito, são cerca de 20 cm entre a bacia e a barriga e a elevação chega na altura do umbigo.

2. Amniocentese

Exame que recolhe líquido amniótico da placenta para investigar possíveis alterações de cromossomos, como a da Síndrome de Down, e outras doenças de origem genética. O teste é recomendado em casos específicos e só pode ser realizado após a 16ª semana de gestação.

3. BCF (Batimentos cardíacos fetais)

A frequência varia entre 120 e 160 batimentos por minutos e vai desacelerando até o momento do parto. Mas é normal que oscile um pouco para além desses parâmetros durante a gravidez. Isso porque as células do coração ainda estão amadurecendo.

4. Bebê a termo

São os nascidos entre a 39ª e a 41ª semana de gestação, duração considerada ideal para a saúde da criança. Até pouco tempo, os nascimentos entre a 37ª e a 42ª semana eram considerados a termo, mas o período foi revisado porque bebês que nascem nas semanas 37 e 38, embora não sejam prematuros, têm maior risco de complicações.

5. Bebê defletido

Quando o feto está na posição correta, a cefálica, de cabeça para baixo, mas o queixo está erguido para cima, como se o bebê estivesse olhando para o chão e não na direção do rosto da mãe – como deveria ser. A inclinação pode ser leve e não impedir a saída pelo canal vaginal, mas se a cabeça estiver muito virada, a cesárea pode ser necessária.

6. Bebê pélvico e córmico

No primeiro caso, o bebê está sentado, com as pernas para baixo. Há manobras que tentam virar o feto, mas é bem comum que a cesárea seja necessária. Já na posição córmica, ou transversal, o bebê está atravessado na diagonal e o parto cirúrgico é obrigatório.

7. Beta-HCG

Hormônio produzido pela placenta que é determinante para detectar a gravidez, mas não só isso. Ele pode também ser medido em outros momentos para avaliar o desenvolvimento da gestação, uma vez que dobra de quantidade a cada 24 horas se está tudo certo.

8. Colostro

Líquido anterior ao leite materno, que pode começar a ser produzido ainda no meio da gestação ou só depois do parto. É um composto rico em proteínas e calorias, mais amarelado e grosso do que o leite propriamente dito. Na transição de um para o outro, a mãe pode ter febre.

9. DPP

Data prevista para o parto. O cálculo soma 40 semanas à data da última menstruação. Um truque que funciona: subtrair três meses desta data e acrescentar cinco dias. Por exemplo, se a menstruação foi até 17 de abril, a previsão de parto é para o dia 22 de janeiro.

10. Fórceps

Instrumento usado no parto ou para auxiliar quando só falta o empurrão final – o fórceps de alívio – ou para virar a cabeça do bebê que não está posicionada corretamente. Esse, chamado de fórceps de rotação, oferece risco maior de lacerações e pode ser substituído por um extrator a vácuo.

11. Hiperêmese gravídica

Quando o enjoo ocasional do início da gravidez se transforma em vômitos excessivos, condição que demanda atenção médica. O quadro pode provocar desequilíbrio no nível de minerais no sangue e até exigir internação.

12. Insuficiência istmo-cervical

Também conhecida como insuficiência do colo uterino. O colo, que liga o útero à vagina, deve estar fechado para segurar o bebê, mas acaba cedendo com o peso da placenta e pode provocar aborto espontâneo tardio ou parto prematuro.

13. Nidação

Quando o embrião se fixa na parede do útero e começa a se desenvolver, processo que costuma ocorrer até a terceira semana de gestação e pode causar um pequeno sangramento e leve desconforto. Tudo normal.

14. Ocitocina

Hormônio produzido no cérebro que auxilia as contrações uterinas no trabalho de parto e também trabalha na liberação do leite materno. Depois do nascimento, ajuda o corpo da mãe a entrar em forma novamente. Quanto mais amamentação, maior a produção da substância.

15. Placenta prévia

Quando a placenta se fixa na parte inferior do útero, mais perto do colo. A condição é rara, mas perigosa: aumenta o risco de partos prematuros e sangramentos. Mulheres com placenta prévia devem ficar de repouso e se submeter à cesariana para minimizar o perigo.

16. Peridural

Tipo de anestesia utilizado em partos normais e cesáreas. Aplicada na região inferior das costas, a mãe perde a sensibilidade apenas da cintura para baixo. Como demora um pouco para fazer efeito, um cateter faz com que a anestesia seja administrada continuamente ou em doses espaçadas.

17. Perímetro cefálico

Tamanho da circunferência da cabeça do bebê. São considerados casos suspeitos de microcefalia, quando o cérebro é menor do que deveria, meninas com perímetro cefálico igual ou menor do que 31,5 centímetros e meninos com menos de 31,9 cm.

18. Pré-eclâmpsia

Picos de aumento da pressão arterial durante a gravidez que, se não controlados, levam à eclâmpsia propriamente dita, condição que põe em risco a vida tanto da mãe quanto do bebê. É preciso tomar medicamentos e fazer um acompanhamento rigoroso.

19. Puerpério

Os primeiros quarenta dias de vida do bebê. É um período de adaptação para a mulher tanto fisicamente, com o corpo retornando à forma anterior à gestação, quanto psicológico, com as mudanças no cotidiano e os cuidados com o recém-nascido.

20. Raquidiana

Outra anestesia comum nos partos, a raquidiana também tira a sensibilidade apenas da metade inferior do corpo. De efeito instantâneo, pode ser administrada no parto normal ou cesárea em momentos de dor aguda.

21. Temperatura basal

Quando a mulher está ovulando, a temperatura aumenta um ou dois graus. Por isso, quem deseja engravidar pode usar o termômetro para saber se o momento é propício. Mas esse não é um método preciso e deve ser utilizado apenas como auxiliar.

22. Translucência nucal

Medida da quantidade de líquido na nuca do feto no primeiro trimestre da gravidez, durante o primeiro ultrassom morfológico. Se a quantidade é maior do que deveria, há risco elevado de Síndrome de Down e outras alterações cromossômicas.

23. Ultrassonografia

O exame mais famoso da gravidez é realizado em diversos momentos. O comum é mais básico e acompanha a saúde geral do feto e o andamento da gestação. Já o morfológico, que avalia com mais detalhes as medidas e a anatomia do bebê, é solicitado em duas ocasiões: na 12ª semana e no período entre 20 e 24 semanas. Os dois são feitos com o mesmo aparelho, o que muda é a profundidade da análise.

Fontes:

– Paulo Nowak, ginecologista e obstetra da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo.

– Ricardo Luba, ginecologista do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, em São Paulo.

Acesse o link do Portal Bebê.com.br: http://bebe.abril.com.br/gravidez/23-termos-medicos-usados-na-gravidez-para-voce-se-familiarizar/

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NOVOS ESTUDOS APONTAM BENEFÍCIOS DA AMAMENTAÇÃO PARA AS MÃES

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Uma grande pesquisa com mais de 26 mil mulheres confirmou uma associação feita há tempos pela ciência: mulheres que amamentam tem menos risco de desenvolver câncer de endométrio. O trabalho, coordenado pela Universidade de Brisbane, na Austrália, reuniu dados de cinco países e concluiu que, entre as mulheres que já tinham sido lactantes, houve um risco 11% menor de desenvolver tumores na parede do útero.

A proteção vem da queda na produção do estrogênio durante a amamentação. “O organismo diminui esse hormônio para garantir que o leite continue sendo produzido, e o câncer de endométrio, assim como o de mama, está ligado à exposição do organismo a essa substância”, explica Ricardo Luba, ginecologista do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, em São Paulo.

Com menos estrogênio em circulação, o corpo da mãe é poupado por um tempo de uma exposição que pode levar também ao câncer de mama — essa relação sim, já bem estabelecida pela ciência. “O fato de diminuir a produção ainda que por alguns meses ajuda a atrasar o surgimento ou mesmo reduzir a incidência dessas doenças”, completa o médico. No estudo australiano, o benefício foi mais significativo em mulheres que amamentaram por seis meses.

Mais peito, menos dor

Fora a proteção anti-tumores, uma pesquisa divulgada nesta semana revelou que a amamentação pode ainda atenuar as dores que as mães sentem depois da cesárea. O grupo de cientistas do Hospital Universitário Nuestra Señora de Valme, em Sevilha, na Espanha, chegou a essa conclusão depois de analisar 185 mulheres que fizeram cesariana.

Entre as que tinham amamentado por menos de dois meses, 25% apresentava dor na região da cirurgia por até quatro meses depois do parto. Já entre o grupo que amamentou por mais de dois meses, o índice de incômodo caiu para 8%.

O trabalho, publicado nesta semana pela Sociedade Europeia de Anestesiologia, é um dos poucos a explorar esse possível efeito analgésico. Por isso, ainda não dá para explicar o porquê do benefício. O que os autores investigam agora é se a ansiedade, que pode dar as caras durante os possíveis percalços do aleitamento, teria alguma influência no manejo e no surgimento da dor.

Acesse o link do Portal Bebê.com.br: http://bebe.abril.com.br/amamentacao/novos-estudos-apontam-beneficios-da-amamentacao-para-as-maes/

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O UE É DESCOLAMENTO DE PLACENTA, PROBLEMA VIVIDO POR ELIANA

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Nesta última semana, a apresentadora Eliana, grávida de 4 meses, usou suas redes sociais para anunciar aos fãs o afastamento do programa homônimo que apresenta aos domingos no SBT. O motivo? Uma indicação médica de repouso devido à condição chamada de “descolamento de placenta”, que pode ocorrer a partir da 20ª de gestação.

“Por conta desses acontecimentos que não podemos controlar, estou em repouso por ordens médicas. Tive um descolamento na placenta. Sei que não depende só da minha vontade, do meu esforço, mas farei o impossível para trazer o meu fruto da melhor maneira que Deus permitir. Preciso salvar minha filha de um parto extremamente prematuro. Tenho fé que, em breve, trarei boas notícias”, disse em um vídeo publicado em seu Instagram.

O descolamento acontece quando porção da placenta, órgão onde o feto permanece até seu nascimento, se desprende da porção uterina endometrial. Dr. Renato de Oliveira, ginecologista e obstetra responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis, explica que se trata de uma alteração da segunda metade da gestação e que a gravidade varia de acordo com cada paciente.”

“Há descolamentos menores que geram dor e desconforto e os maiores, que podem causar sangramentos intensos. Em ambos os casos o repouso é fundamental para minimizar os riscos, tanto para a mãe quanto para o bebê. O uso de medicações cujo princípio ativo é a progesterona, geralmente, é indicado para que o útero diminua seu estado de contração visando a uma maior permanência do bebê na barriga da mãe até o período considerado “termo”, o qual corresponde a idade gestacional entre 37 a 40 semanas”.

Ele completa: “Nos casos mais graves que podem ser identificados por sangramento vaginal ativo e útero contraído anormalmente, por exemplo, pode evoluir para uma perda sanguínea importante com risco de choque hipovolêmico. Essa situação de emergência pode representar risco de morte tanto para a mãe quanto para o bebê. Geralmente, nessa situação de emergência, o médico precisa avaliar se é possível controlar ou se é necessário interromper a gestação.”

Em relação aos riscos do descolamento, a prematuridade merece destaque. “Cada semana a mais na barriga da mãe diminui os riscos de prematuridade do bebê, que caso nasça antes do previsto, pode apresentar problemas respiratórios e neurológicos não somente no pós-parto, mas também depois de completar um ano de idade”, elucida o Dr. Renato.

O obstetra e ginecologista Dr. Ricardo Luba acredita que a orientação de resguardo no caso da apresentadora foi prudente: “Essa é a parte mais importante, e a orientação pode permanecer até o fim da gestação para evitar movimentações que minimizem o risco de sangramento abundante e parto prematuro. Além das queixas da paciente, neste caso, a maneira mais efetiva de descobrir o problema é através do ultrassom obstétrico.”

As causas podem variar: traumas como quedas e acidentes de carro, excesso de exercício físico ou esforço, condições como estresse, obesidade e problemas de saúde como deficiência na coagulação, infecções, má cicatrização de cesáreas anteriores e, principalmente, hipertensão, conforme expõe o Dr. Renato.

“Uma das principais motivações é a doença hipertensiva específica da gestação, caracterizada pela pré-eclampsia e eclampsia. A pré-eclampsia consiste no aumento da pressão arterial e ocorre em pacientes gestantes, ou seja, que adquiriram essa condição devido às alterações sofridas pelo corpo decorrentes da gravidez. A eclampsia em si ocorre quando essa elevação do nível pressórico é tão significativo que a paciente convulsiona, podendo acarretar sérios riscos para a saúde da mãe e do bebê. Quando esses sinais se tornam aparentes, os médicos já fazem o diagnóstico clínico e laboratorial e então passam a realizar um pré-natal mais rigoroso, com uma frequência maior de exames e consultas.”

Outra medida tomada pelos especialistas em casos como o da Eliana é a aceleração da maturidade do pulmão do bebê. “O procedimento consiste na aplicação de duas injeções de corticóide com o intervalo de 24h. O uso dessa medicação é feito em qualquer situação em que a paciente possua um risco de trabalho de parto prematuro para minimizar os riscos, afinal, o pulmão do bebê só atinge a maturidade, geralmente, a partir da 34ª semana”, justifica o Dr. Renato.

Mulheres com idade inferior a 18 anos ou superior a 35 anos costumam enfrentar um pré-natal de risco. Outro fator que também pode ser levado em consideração no caso do descolamento de placenta é o tamanho do cordão umbilical, que caso seja muito pequeno, pode gerar uma tração maior com a placenta, onde é fixado, resultando num desprendimento do órgão com relação ao útero.

Acesse o link do Portal da Revista Claudia: http://claudia.abril.com.br/saude/descolamento-placenta-eliana-gravidez/

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RITINHA TEM FILHO DENTRO DO CARRO; VOCÊ SABERIA COMO AGIR NESTA SITUAÇÃO?

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O parto da personagem Ritinha, vivida por Isis Valverde na novela "A Força do Querer", está previsto para ser exibido a partir do capítulo da próxima segunda-feira (29), pela TV Globo. Com contrações, ela sairá da casa da mãe e ficará presa em um engarrafamento, causado por uma troca de tiros entre policiais e bandidos.

Quem acabará auxiliando a futura mamãe será a policial Jeiza (Paolla Oliveira), que vai ajudar o bebê a nascer dentro de um táxi. Se você estivesse no lugar da personagem, saberia como agir nessa situação?

Antes de mais nada, é importante um planejamento por parte da grávida. "Vale ela pesquisar quais são os hospitais mais próximos da casa e do trabalho, até para saber onde chegar mais rápido em uma situação de emergência", destaca Luciana Rocha, que é doula e psicóloga especialista no universo materno.

Mas, mesmo com tanto cuidado, uma situação imprevista pode acontecer, como no caso da novela. E é melhor saber a melhor forma de proceder para tudo dar certo.

1º passo: Telefone na mão

Pegue o aparelho e disque para o serviço de emergência assim que possível. Isso porque, mesmo na impossibilidade de chegar fisicamente ao local, os profissionais poderão orientar todo o processo à distância.

"Existem alguns riscos inerentes ao nascimento via vaginal, como a chance da criança não vir tão rápido quanto deveria, o de machucar o períneo da mãe ou ainda o de ocorrer um sangramento. Por isso, é muito importante esse apoio, mesmo que de longe", explica o ginecologista e obstetra Ricardo Luba.

2º passo: Respirar é fundamental

De acordo com Luciana, é importante lembrar a grávida de continuar respirando. "Quando temos dor, geralmente contraímos todos os músculos, incluindo os pulmões, e nossa tendência é a de segurar o ar", explica a doula, antes de completar. "Assim, peça para que a mulher se concentre na respiração dela".

Isso é válido enquanto as contrações estiverem mais ritmadas. Depois, vem o período expulsivo, que é quando o bebê coroa--a cabeça surge no canal vaginal da mulher. Chegou a hora do nascimento. "Aí não tem como falar para a mãe segurar até chegar ao hospital. A criança vem a partir daquele momento", diz Luciana.

3º passo: A melhor posição

Isso depende muito, diz Loti. "Hoje em dia, tem se falado bastante em ficar de cócoras para se ter o filho, desde que exista uma proteção para que o bebê não caia de cabeça no chão. Facilita mais do que a mulher ficar deitada", diz.

Luciana concorda: "A melhor posição é aquela que a mulher se sente confortável e pede para ficar, seja deitada, de cócoras, de quatro, etc", diz. Então, apenas respeite a vontade da parturiente.

4º passo: Limpe as mãos, se possível

A esterilização será o menor dos problemas no caso de um parto como o da personagem Ritinha. Isso porque, de acordo com a doula, o próprio canal vaginal tem as suas bactérias e está longe de ser estéril.

"Óbvio que não dá para aparar o bebê com a mão imunda, que mexeu no pneu do carro. Mas passar um álcool em gel, desses que quase todo mundo carrega na bolsa, já adianta bastante nesse aspecto", diz.

5º passo: Deixe a natureza agir

O auge do trabalho de parto chegou e, de repente, você está naquela situação em que a cabeça do bebê já está para fora, mas o corpinho ainda continua dentro da barriga. O que fazer? O ideal é ficar atento e aparar de perto a criança para que, quando tudo sair, ela não caia no chão.

No entanto, você não deve tocar no bebê, ao menos que esteja sendo orientado para tal pelo médico ao telefone. "A natureza é muito sábia e a própria criança faz a rotação--momento em que encaixa o ombro no osso da bacia da mãe. Se você a toca de forma errada, pode causar uma reação e ela travar essa rotação, iniciando um problema bem sério", diz Luciana.

Um medo bastante comum, quando apenas a cabeça está do lado de fora, é pensar que o bebê vai asfixiar. Isso não ocorre, segundo a doula, pois ele ainda respira com a ajuda da placenta. Fique calmo e atento, mas aguarde.

6º passo: Apresente mamãe e bebê e espere o socorro médico

Após o nascimento, saiba que nem toda criança chora de primeira. Por isso, evite dar qualquer tipo de "tapinha", com o intuito de fazê-la abrir o berreiro. Ela vai acabar fazendo isso sem a sua intervenção.

"Simplesmente coloque o bebê deitado sobre o peito da mãe, algo muito importante. Depois, vale a pena cobrir os dois com algum casaco ou tecido, para manter a temperatura corporal, e continuar aguardando o atendimento especializado", recomenda Luciana.

Sabe o cordão umbilical? Deixe a equipe de socorro cuidar disso. Também é fundamental que a mãe e o filho sejam encaminhados para o hospital mais próximo assim que possível. No caso da mulher, até para conferir se a placenta foi completamente expulsa do corpo após o parto, quando perde a sua função e existe o risco de necrose daquele tecido. "Exatamente por isso que sempre oriento um parto assistido por um médico" diz Luciana.

Acesse o link do Portal UOL: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/05/27/ritinha-tem-filho-dentro-do-carro-voce-saberia-o-que-fazer-nessa-situacao.htm

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AO SOM DE ANITTA E SAFADÃO, GESTANTE DANÇA PARA FACILITAR TRABALHO DE PARTO

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Para se preparar para dar à luz Cecília, sua primeira filha, Marcela Lessa “dançou” a música “Você Partiu Meu Coração”, hit nas vozes de Anitta e Wesley Safadão, na maternidade. Até esta segunda-feira (15), o vídeo com a performance havia alcançado 30 mil visualizações no Facebook. O que parece apenas uma gravação que se tornou viral por ser engraçadinha tem um nome científico e uma finalidade: fisioterapia pélvica.

No vídeo, Marcela é acompanhada pela fisioterapeuta Thalita Freitas, especializada em saúde da mulher pela USP (Universidade de São Paulo). “Quem vê pode pensar que é só uma dancinha qualquer, mas são exercícios orientados para cada fase do trabalho de parto. A música foi escolha da parturiente, mas o objetivo ali é fazer movimentos que ajudem o bebê a descer e a se encaixar no canal de parto. Eles ainda ajudam a tirar o foco da dor da contração”, explica a profissional.

Segundo Thalita, desde que a gravidez seja saudável, não há contraindicação para a fisioterapia pélvica. O ginecologista e obstetra Alberto Guimarães confirma a fala da fisioterapeuta. “Se a mulher não tem nada que a impeça de ter um parto normal também não terá problema algum em executar movimentos como os do vídeo.”

Guimarães diz que se trata de mais um recurso à disposição da mulher para atravessar o trabalho de parto. “A movimentação ajuda o bebê a se encaixar, o que aconteceria também se a mãe andasse, por exemplo. Mexer-se ainda pode minimizar o desconforto da contração, sendo uma alternativa não medicamentosa para enfrentá-la.”

Para o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, é fundamental que essa movimentação tenha sido liberada pelo médico que acompanha a mulher e acompanhada ou de um fisioterapeuta ou de um enfermeiro obstetra.

A fisioterapeuta Thalita conta que Marcela começou a ter contrações às 2h30 e chegou ao hospital às 10h30, quando elas ficaram ritmadas. “Assim que ela foi internada e avaliada pelo médico, começamos a fazer os exercícios. Os movimentos foram variando de acordo com a posição da bebê na pelve dela. Na hora do vídeo, ela estava com sete centímetros de dilatação. Duas horas e meia depois, ela atingiu os dez [grau máximo que possibilita o nascimento].”

Acesse o link do Portal UOL:  https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/05/15/ao-som-de-anitta-e-safadao-gestante-danca-para-facilitar-trabalho-de-parto.htm

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8 FATOS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE CANDIDÍASE VAGINAL

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Um recente estudo publicado em um periódico inglês estimou que 75% das mulheres já tiveram ou terão em algum período de sua vida um episódio de candidíase vaginal. A infecção fúngica que atinge a região vaginal, tanto masculina quanto feminina, é extremamente comum, podendo ocorrer nas mais diversas faixas etárias, e por uma série de motivos. As maneiras de identificá-la e preveni-la são simples, como explica o Dr. Ricardo Luba, ginecologista e obstetra a CLAUDIA, além de expor 8 questões fundamentais relacionadas à doença. Confira:

CLAUDIA: Como surge a candidíase e quais são suas causas?

Dr. Ricardo Luba: O fungo candida albicans vive no ambiente vaginal, seja no da menina, da mulher adulta. É responsável também por causar infecções orais. Há também outros tipos de cepas e fungos vivendo no nosso organismo que podem desencadear essas doenças, mas esta é a mais comum. É tão frequente que cerca de três em cada quatro mulheres terão pelo menos um episódio de candidíase no decorrer de suas vidas.

O motivo mais recorrente é o início da vida sexual, que acaba gerando um desequilíbrio no pH da vagina por alterar a incidência de bactérias e fungos que coexistem neste ambiente. No caso da primeira relação, o que ocorre também com bastante regularidade é a infecção urinária. Outro fator que pode ser desecandeante da candidíase é a alteração da temperatura desta parte do corpo humano, que pode acabar favorecendo o crescimento ou a morte de algum organismo. A umidade também ser outro agente causador da infecção. Essas três constantes — pH ou acidez, temperatura e umidade — precisam estar numa constante adequada.

Por exemplo, se você utiliza uma calcinha de lycra num dia superquente, a temperatura e a umidade da vagina certamente serão elevadas. Ou então se você fica de biquíni molhado o dia inteiro na praia, ou também se tem muitas relações sexiais. São atitudes corriqueiras que a maioria das mulheres já tomaram alguma vez na vida e são altamente prejudiciais para a saúde da região vaginal. Mas a candidíase não pode ser considerada uma DST porque a mulher pode desenvolver mesmo sem ter tido relação sexual, mas quando há, é sempre interessante que tanto a parceira ou o parceiro sexual também façam o tratamento. Há pessoas que têm uma tendência maior de desenvolver a infecção, o que chamamos de candidíase de repetição, isto é, mais de duas vezes em seis meses ou mais de três no período de um ano.

Quais são os sintomas?

Os sintomas são sempre muito claros: dor, coceira, vermelhidão, corrimento branco, que se assemelha a nata de leite, sensação de secura vaginal etc.

Como o diagnóstico pode ser feito?

Na maioria das vezes as pacientes relatam as queixas e então examinamos através do papanicolau. Mas há também a possibilidade de realizar uma cultura de secreção vaginal junto com uma pesquisa de fungos, para descobrirmos qual tipo de cândida a mulher apresenta.

Há uma série de receitas caseiras para tratar a candidíase? Como saber qual delas funciona?

Como o pH ideal da vagina é geralmente um pouco ácido, ou seja, em torno de 4,5; algumas pessoas recomendam fazer banho de assento com vinagre ou com leite fermentado, este último por ter lactobacilos vivos, organismos também presentes na vagina para tentar regularizar a flora vaginal. O problema de fazer receitas caseiras é que não há uma exatidão no diagnóstico, então, se você tiver com uma infecção bacteriana, no caso do leite fermentado, estará colocando mais bactérias na região.

O mais indicado, portanto, é procurar um médico ou até mesmo farmacêuticos que estejam aptos a auxiliar. Medicamentos com cloridrato de benzidamina, cremes especializados, antifúngicos de via oral também são indicados. Mas é fundamental que exista a prescrição e o acompanhamento médico porque algumas mulheres podem ter desenvolvido uma cândida mais resistente, ou outro tipo de infecção mista, isto é, bacteriana e fúngica, e não sair procurando coisas na Internet porque corre o risco de se prejudicar ainda mais com isso. Em alguns casos, diminuir a ingestão de carboidratos e chocolate pode ser uma das maneiras de diminuir a incidência da infecção. Em outros, pode ser uma deficiência do sistema imunológico.

Quais são as formas mais efetivas de prevenção?

O ponto-chave da prevenção é a higiene vaginal. Não se lavar corretamente e lavar a região demais são duas atitudes prejudiciais, porque algumas bactérias são fundamentais para o bom funcionamento da região, então se você mata muitas bactérias pode favorecer o crescimento de fungos. Muita gente também se queixa da ação de sabonetes íntimos, que acabam usando e sentindo coceira etc. Se você não apresenta problemas com esses produtos, então pode continuar usando, mas é sempre importante estar atenta às substâncias presentes porque você ser alérgica ou desenvolver uma infecção.

Muitas pacientes preferem usar sabonete glicerinado inodoro e incolor por serem neutros e não alterarem drasticamente o pH vaginal. Outra forma de prevenir é usar sempre calcinhas de algodão, evitar peças muito justas com lycra e outros materiais que não trocam umidade. Até mesmo aquelas roupas íntimas que tem forro de algodão. Neste caso, não adianta muito porque se o revestimento é feito de um desses tecidos, o calor e umidade permanecem. Roupas escuras em dias quentes também devem ser evitadas.

O que são fatores facilitadores para o surgimento da candidíase?

São fatores que favorecem condições propícias para o surgimento da infecção. Doenças imunodepressivas, como o HIV, diminui a imunidade. Diabetes e tratamentos com medicamentos como anticoncepcionais, antibióticos e corticoides alteram o pH da vagina. Tudo isso favorece o surgimento de infecções fúngicas também chamadas de micoses.

A depilação e o uso de absorventes podem promover o surgimento da candidíase?

Acredito que a depilação não, mas o uso de absorvente íntimo sim porque pode deixar a vagina muito abafada por longos períodos. É importante respeitar a intensidade do fluxo que você tem. Se for menor, usar absorventes íntimos mais finos, se for maior, usar mais grossos, mas sempre lembrar de trocar com a frequência ideal. Protetores de uso diário abafam mais e aumentam a temperatura. Alguns novos modelos revestidos de outros materiais têm um maior respiro, mas ainda são raros no mercado. O coletor é uma excelente opção neste caso e vem ganhando maior visibilidade no Brasil. Mas é necessário saber qual modelo é ideal para você através da medida do colo de útero, além de higienizá-lo corretamente, ferver depois do fim do ciclo etc.

Algo muito curioso que percebo nas mulheres brasileiras é que, apesar de se depilarem e usarem muitos produtos específicos para a região vaginal, têm pouca tranquilidade de se tocar, não têm essa cultura. Na França, por exemplo, as mulheres têm uma educação sexual voltada para se conhecerem melhor, se manipularem sem dificuldade.

A candidíase pode estar associada a outras DSTs?

A micose pode aparecer com outras infecções vaginais como clamídia, gonorreia etc. Porque o desequilíbrio do pH favorece o crescimento de fungos e bactérias, mas somente pela questão imunológica.

Acesse o link do Portal da Revista Claudia: http://claudia.abril.com.br/saude/8-fatos-que-voce-precisa-saber-sobre-candidiase-vaginal/

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GRÁVIDA DE GÊMEOS, BEYONCE NÃO ABRE MÃO DE SALTO ALTO; PODE ISSO?

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Grávida de gêmeos, a cantora Beyoncé postou em seu perfil no Instagram uma foto em que exibe o look escolhido para encontrar as ex-companheiras do grupo Destiny's Child, na sexta-feira (21), à noite.

A polêmica

A artista anunciou a gravidez em fevereiro, mas não revelou de quanto tempo está. A despeito do visual arrasador de Bey, é inofensivo usar saltos altos na gestação, especialmente os finos?

Pode isso?

Segundo o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, não existe uma proibição sobre o uso de salto na gestação, mas, em geral, os médicos pedem que a mulher deixe esse tipo de calçado no armário.

Luba fala que existem três motivos principais para essa recomendação. O primeiro é que, na gravidez, os ligamentos da mulher ficam mais frouxos, o que a torna mais vulnerável a entorses e fraturas.

“Pode-se pensar que se houver fratura o máximo que acontece é ter de pôr gesso, mas não é bem assim. Em alguns casos, pode ser necessário fazer uma cirurgia, o que não é uma boa quando se está à espera de um bebê”, explica o médico.

O segundo é que, ao longo da gestação, há uma adaptação na coluna no sentido de compensar o crescimento da barriga. Ao usar salto, a mulher pode piorar ou agravar as tradicionais dores nas costas, que fazem parte da fase. O uso do calçado ainda pode expor a mulher ao risco de cair.

Recomendação

De acordo com o ginecologista e obstetra, o salto do tipo fino é a pior escolha para a gestação. Se a mulher fizer questão de calçados do gênero, o melhor é escolher modelos plataformas, com, no máximo, quatro centímetros de altura.

“A verdade é que nós, médicos, gostaríamos que as pacientes vivessem de tênis, que é a melhor opção, mas é óbvio que não dá para usá-lo em todas as situações. Por isso, rasteirinhas e sapatilhas devem acompanhar a futura mãe na maior parte do tempo.”

Acesse o link do Portal UOL: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/04/22/gravida-de-gemeos-beyonce-nao-abre-mao-de-salto-alto-pode-isso.htm

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5 PERGUNTAS PARA ENTENDER A EPIDEMIA DE SÍFILIS NO BRASIL

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A sífilis é uma doença sexualmente transmissível que acompanha a humanidade desde a Idade Média, quando surgiram os primeiros relatos de cancros nas regiões genitais. Mas o crescimento de 5.000% de casos registrados da enfermidade, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde, vem assustando a comunidade médica.

Transmitida pela bactéria treponema pallidum, a patologia que pode ser diagnosticada facilmente no seu primeiro estágio, é de fácil tratamento, caso não evolua para as fases secundária e terciária. Para expor a problemática do que já pode ser considerada uma epidemia, o ginecologista e obstetra Dr. Ricardo Luba conversou com CLAUDIA e respondeu 5 questões que você precisa saber para entender o porquê dela ter se tornado uma doença que não escolhe gênero, faixa etária ou classe social.

Quais são os fatores que fizeram com que a sífilis voltasse a ser uma das doenças sexualmente transmissíveis que mais vitimam brasileiros nos dias de hoje?

O principal fator é a falta do uso de preservativo associado a um comportamento de risco, que implica na rotatividade de parceiros e parceiras. Hoje, há inúmeras possibilidades de manter relações sexuais casuais com os aplicativos de paquera e com as redes sociais. Não há problema em ter uma vida sexual agitada desde que você se proteja e faça exames de rotina com certa regularidade.

Uma das afirmações mais recorrentes sobre essa epidemia de sífilis é que, diferentemente do que muita gente imagina, a doença, hoje, não escolhe idade, sexo, nem classe social. O que isso quer dizer e quais são os perigos da contaminação irrestrita?

Na década de 70, o Brasil também passou por uma epidemia de sífilis semelhante a que estamos vendo agora devido à liberação sexual e aos valores que foram contestados na época. O fato de não ter mais classe social, gênero e faixa etária determinada para a contaminação só expõe que esta falta de cuidado consigo mesmo é algo muito enraizado na mentalidade dos brasileiros. Isso rebate conceitos preconceituosos, tanto é que pessoas do mais alto nível intelectual também podem contrair. Quando descoberta no estágio primário, a sífilis pode ser tratada com uma dose única de penicilina benzatina intramuscular. O problema maior começa a surgir quando o diagnóstico não é feito rapidamente.

Eu falo da negligência com o próprio corpo, mas é algo que vem acontecendo com homens e mulheres ao redor do mundo. Por exemplo, esses dias eu vi um artigo que falava sobre

ChemSex, um tipo de festa inglesa que se assemelha muito às raves. Mas além do abuso do uso de drogas, os integrantes também têm relações sexuais indiscriminadas sob o efeito dessas substâncias. São utilizadas drogas extremamente potentes, que alteram drasticamente as percepções de cada um e geram, além da dependência, uma série de infecções por doenças sexualmente transmissíveis como hepatite, sífilis e até mesmo HPV, porque as pessoas não estão em condição de usar preservativo. gerando problemas de drogas, relação sexual sob o uso de drogas.

Quais são os sintomas e como pode ser feito o diagnóstico?

O primeiro e mais evidente sintoma é a formação do cancro nas regiões genitais, uma ferida indolor que surge, em média, três semanas depois da primeira infecção e some três semanas depois. Caso aconteça esse desaparecimento, você perde a chance de fazer o diagnóstico inicial. Depois, podem levar de seis meses a dois anos para que o paciente comece a apresentar lesões cutâneas, pequenas manchinhas acastanhadas, que já podem ser caracterizadas como parte da sífilis secundária, também chamada de latente.

Você pode nunca mais apresentar nenhum sintoma dependendo do seu estado imunológico, e esses sinais só começarem a aparecer vinte anos depois, já como a sífilis terciária, também chamada de neurosífilis, que causa comprometimento em vários sistemas como o cognitivo, cardíaco, cutâneo e pulmonar. Normalmente, esse estágio acomete pacientes imunodeprimidos, que podem estar desnutridos, possuir HIV ou alguma doença crônica.

O diagnóstico pode ser feito através de dois exames de sangue, o VDRL e o FTA-ABS, esse último descobre o agente. Se o primeiro dá um resultado positivo, indicamos fazer o segundo. Doenças dermatológicas podem ser diagnosticadas com o primeiro, assim como a AIDS e gravidez. Ele também pode apresentar resultado positivo em pacientes que já tiveram sífilis e já foram submetidos ao tratamento, o que chamamos de cicatriz sorológica.

Como se trata de uma patologia transmitida por uma uma bactéria, para a cura é indicado um antibiótico, que neste caso é a penicilina benzatina bezetacil, porque possui uma ação de longo prazo. Para aqueles que são alérgicos à substância, indicamos outros antibióticos que dependem da sensibilidade e da tolerância de cada paciente.

Caso não seja tratada, a sífilis pode matar?

Não, casos de óbito de pacientes que possuem a doença geralmente ocorrem por outras enfermidades relacionadas à imunodepressão, ou seja, porque o sistema imunológico dessa pessoa não está atuando como deveria.

Qual é a diferença entre a sífilis congênita e a sífilis adquirida?

A diferença são as vias de transmissão. A sífilis congênita, também chamada de gestacional, é aquela em que a mulher já possuía quando engravidou. Essa criança, muito provavelmente, apresentará todos os malefícios e alterações relacionadas à doença, como problemas cardíacos, ósseos, cerebrais e cognitivos, além de já nascer portadora da patologia. A transmissão é sanguínea, também chamada de vertical, isto é, da mãe para o filho.

É muito difícil do bebê nascer sem a doença. O que pode acontecer é o efeito ser menor caso você faça um diagnóstico precoce e comece o tratamento durante a gravidez. Por isso que insistimos tanto que além da prevenção, seja feito um pré-natal com uma série de exames para que não haja nenhum problema ginecológico ou nada que contraindique a gravidez antes de engravidar. A adquirida é a sexualmente transmissível.

Acesse o link do Portal da Revista Claudia: http://claudia.abril.com.br/saude/5-perguntas-para-entender-a-epidemia-de-sifilis-no-brasil/

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COCÔ #SemFrescura: QUANTOS DIAS É NORMAL NÃO IR AO BANHEIRO?

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A gente não costuma falar muito sobre cocô, mas o assunto é importante. Você sabe quantos dias dá para ficar sem ir ao banheiro? Apenas UM, no máximo dois.

A pessoa que não faz o número dois cerca de três vezes por semana tem prisão de ventre, que é quando os movimentos do intestino responsáveis por empurrar o cocô até a privada ficam muito lentos.

O público que mais sofre com isso é o feminino, mas o problema também atinge homens. Em 85% dos casos, o intestino preso acontece devido a uma alimentação inadequada, com muita gordura, muito açúcar e pouca água e fibras.

Logo, uma melhora do quadro está associada a beber bastante água e se jogar nas frutas e verduras. Mas é importante fazer boas escolhas. Mamão e ameixa, por exemplo, são ótimos investimentos para não deixar o intestino preguiçoso.

Fazer exercícios e evitar ficar sentado por muito tempo também ajudam na condição e evitam o mau humor que não ir ao banheiro pode causar.

As dicas são da proctologista Sonia Yusuf, do Hospital Santa Cruz, do ginecologista Ricardo Luba, do coloproctologista Sergio Nahas, da nutricionista Carolina Novaes, e de uma pesquisa da Federação Brasileira de Gastroenterologia.

Acesse o link do Portal UOL: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2017/03/13/coco-semfrescura-quantos-dias-e-normal-nao-ir-ao-banheiro.htm

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ESTRESSE E ANSIEDADE SÃO FATORES DE RISCO PARA A ENDOMETRIOSE

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Descrita pela primeira vez em 1921, a endometriose é a doença ginecológica mais buscada ao redor do globo. E não à toa: segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 6 milhões de brasileiras sofrem silenciosamente com o desconforto recorrente durante a eliminação do fluxo menstrual. Ginecologistas e obstetras também destacam um dado alarmante: aproximadamente 50% das jovens que se queixam de cólicas incapacitantes são portadoras de endometriose.

Estudada há quase um século, as causas da enfermidade relacionada ao desequilíbrio hormonal — aumento do nível de estrógeno no corpo — estão, geralmente associadas à teoria da “menstruação retrógrada“, termo usado para se referir às porções do endométrio que, em vez de serem expelidas pela vagina, crescem irregularmente dentro ou fora do útero, tomando, assim, a área dos ovários e das trompas, o que ocasiona o refluxo menstrual. Um recente estudo encabeçado pela ginecologista Dra. Rosa Maria Neme, e desenvolvido no Hospital das Clínicas, em São Paulo, concluiu que o estresse emocional e a ansiedade são alguns dos maiores fatores de risco da doença. O ginecologista e obstetra Dr. Ricardo Luba fala com exclusividade a CLAUDIA sobre as causas e os tratamentos disponíveis:

Veja também: 11 mitos e verdades sobre endometriose

CLAUDIA: O que é a endometriose?

Dr. Ricardo Luba: A endometriose é a presença e o crescimento de um tecido que se chama endométrio, fora da região interna do útero da mulher. Ou seja, em qualquer lugar do corpo que não seja o usual. O útero é formado por uma camada muscular externa (serosa) e por uma interna, chamada de mucosa, onde o bebê cresce durante a gravidez, é nessa última que se encontra o endométrio. Pense, por exemplo, em pegar um pedacinho do tecido do endométrio e colocar no seu braço. Então, toda vez que você menstruar, esse pedacinho vai sangrar por ter aquelas células. A endometriose no útero se chama adenomiose, e pode gerar cólica e dor pélvica, porque você apresenda um aumento gradativo do fluxo menstrual. Esse quadro também pode evoluir para uma hemorragia e anemia.

Quais são as causas da endometriose?

Ninguém sabe ao certo porque a doença aparece. Existem duas teorias que tentam explicar o porquê do seu surgimento. Uma delas analisa que, durante o desenvolvimento embrionário, surjam células endometriais em outros tecidos do corpo e que por algum estímulo, normalmente associado a situações de estresse emocional e ansiedade, a doença comece a ser desenvolvida.

Outra é ligada à “menstruação retrógrada”. Esta se trata de um refluxo do sangue menstrual que volta para a cavidade abdominal. As células endometriais têm enorme poder de aderência, especialmente com as do tecido ovariano, intestinal e uterino. Toda mulher menstruada têm esse refluxo, mas apenas alguma liberam o estímulo para que essas células endometriais continuem vivas, mas esse fator desencadeante ainda é um mistério para a medicina.

Quais são os sintomas?

Geralmente as cólicas representam um indicativo fundamental. Se você tem dificuldade para engravidar também pode ser um sinal. A hereditariedade é um fator crucial, porque há uma taxa de 70% de chance de transmissão de mãe para filha. Por isso é muito importante que as mulheres realizem as consultas e os exames de rotina, tenham um diálogo aberto com seus médicos e insistam nas suas queixas, porque ninguém conhece melhor o seu corpo do que você mesmo. Às vezes o simples fato de questionar o médico fará ele solicitar um exame, seja ressonância ou algum outro (este exame costuma ser um bom método para determinar o diagnóstico), mas há também a possibilidade da lesão não ser identificada durante a ressonância. Neste caso, o fato de não haver lesões não significa que elas não existam, mas que talvez o médico precise utilizar outros meios para encontrá-las.

Como os sintomas podem ser identificados?

É praticamente impossível identificar sozinha. Primeiramente, você precisa observar como o seu corpo age durante o ciclo menstrual, se sente cólica forte, distensão abdominal (inchaço da região), dor constante (especialmente quando está menstruada), e levar todas as suas queixas para o seu médico durante os exames de rotina. O diagnóstico clínico pode ser feito através de um exame de videolaparoscopia (procedimento semelhante à endoscopia, no qual o médico visualiza a cavidade abdominal por meio de uma câmera) para enxergar a lesão. Ressonância, ultrassom, ecolonoscpia, exames de sangue com dosagem de marcador tumoral são complementares e podem ajudar no diagnóstico. Os ginecologistas também precisam valorizar e enteder as necessidades e desconfortos dos pacientes e aliar essas informações aos resultados para determinar o diagnóstico.

O estresse é um fator de risco? Há outros que também podem ser considerados?

Muitos estudiosos acreditam que o estresse e a ansiedade possam ser fatores que desencadeiam o desenvolvimento das células endometriais. Por isso, é necessário que a mulher que esteja apresentando os sintomas citados cuide bem de si, pratique atividade física, se alimente bem, não se cobre tanto no trabalho ou nas relações afetivas. Porque tudo isso diminui a possibilidade de recidiva (reaparecimento da doença), que é altíssima, mesmo após a cirurgia, muitas voltam a ter a lesão, é uma doença bem agressiva.

Há quantos tipos de endometriose?

Podemos segmentar a doença em três tipos: a cística, que é como se fosse uma bolhazinha, onde um cisto encapsulado vai crescendo e que normalmente acomete o ovário; a endometriose típica, que é como se fosse uma lesão acastanhada e aparece sempre na região pélvica feminina e a aípica (que é normalmente branca), essa última provoca muito mais dor que as duas anteriores e surge sempre na região pélvica também. A doença pode se manifesttar nos ovários, no espaço retouterino (localizado atrás do útero), onde está o intestino, na região vesical, intestinal, ovariana, pulmonar, no diafragma, fígado etc.

A endometriose atrapalha a fertilidade feminina?

Sim, a endometriose é a principal causa da infertilidade, mas não é porque você tem a doença que é necessariamente infértil. Há pessoas que engravidam e que só descobrem que são portadoras quando já deram à luz. A faixa etária mais recorrente é dos 30 aos 40 anos, mas há uma tendência cada vez maior da enfermidade se manifestar cada vez mais cedo, nós temos diagnosticado cada vez mais jovens. Acredito que seja porque os ginecologistas têm olhado com outros olhos, valorizando cada vez mais os relatos de cada jovem, investigando mais do que há algumas décadas.

Quais são os tipos de tratamento? É indicado para mulheres que têm a doença anti-inflamatórios e anticoncepcionais?

O tratamento pode ser clínico e/ou cirúrgico. O ciúrgico consiste em, por meio de uma videoscopia ou de uma cirurgia aberta, retirar a lesão. Já o clínico é feito através de um bloqueio hormonal, com algumas medicações específicas e talvez com o uso de anticoncepcionais.

Acesse o link do Portal Claudia Online: http://claudia.abril.com.br/saude/estresse-e-ansiedade-sao-fatores-de-risco-para-a-endometriose/

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TIRE TODAS AS DÚVIDAS SOBRE A SÍFILIS

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Talvez você nem imagine, mas o Brasil vive hoje uma epidemia de sífilis, como admitiu Ricardo Barros, Ministro da Saúde, ao anunciar uma campanha nacional de conscientização para a doença, no último mês de outubro. Trata-se de uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum.

“O primeiro sintoma costuma aparecer na região genital, mais ou menos três semanas após o contágio: uma ferida que não dói, coça ou arde e dura até 21 dias”, explica o ginecologista Ricardo Luba, de São Paulo. “Dentro de dois a seis meses, podem surgir manchas e ínguas pelo corpo, principalmente na planta dos pés e na palma das mãos.” Se não for tratada (o que é feito com antibióticos), a sífilis pode se tornar assintomática por até 40 anos. Nesse período, podem surgir lesões dermatológicas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas graves. “Fazer exames de sangue periodicamente e usar sempre preservativo no sexo são práticas essenciais”, finaliza o médico.

Acesse o link do portal da Revista Corpo a Corpo: http://corpoacorpo.uol.com.br/blogs/mulher-de-corpo/tire-todas-as-duvidas-sobre-a-sifilis/11308#

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CALCINHA PODE SER MAIS PREJUDICIAL DO QUE POLÊMICO TAPA-SEXO DE DANI SPERLE

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Ficou em choque com o tapa-sexo minúsculo que a musa da União da Ilha do Governador Dani Sperle usou na Marquês de Sapucaí, no Rio, na terça-feira de Carnaval (28)? pois saiba que o uso eventual do acessório --que parece uma tiara invertida e fica encaixada na vulva-- faz menos mal à saúde da região íntima do que vestir rotineiramente calcinha modelo fio dental.

“Se o tapa-sexo for usado por um curto período de tempo –como em um desfile— e estiver higienizado, não há problema para a mulher. Já a calcinha fio dental, por ficar em contato direto com a vagina e o ânus, facilita a passagem das bactérias do trato intestinal para o vaginal, podendo causar candidíase [infecção provocada por fungos], corrimento de repetição e até infecção urinária”, afirma o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, membro da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo).

Segundo o especialista, o fio dental não deve ser a lingerie do dia a dia. Embora nem toda mulher vá desenvolver algum dos problemas listados acima, o risco fica aumentado.

Quando se trata de escolher a lingerie ideal para a saúde da região íntima, o ginecologista afirma que as peças feitas de algodão são a melhor indicação. Por permitir que a pele transpire, elas não retêm umidade, como as de lycra.

Para as que fazem questão de caprichar na underwear, mesmo que seja para ir trabalhar, as calcinhas rendadas com forro de algodão são alternativas melhores do que as de lycra.

“A mulher pode usar a lingerie que quiser, mas, ao perceber qualquer alteração, como uma alergia, deve procurar um médico”, diz Luba.

Acesse o link do Portal UOL: https://estilo.uol.com.br/vida-saudavel/noticias/redacao/2017/03/01/calcinha-pode-ser-mais-prejudicial-do-que-polemico-tapa-sexo-de-dani-sperle.htm

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POR QUE VOCÊ NÃO DEVE USAR ABSORVENTE INTERNO POR MAIS DE 4H

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O recente caso envolvendo a britânica Phoebee Bambury, de 19 anos, diagnosticada com Síndrome do Choque Térmico (SCT) após ter usado um absorvente interno, não foi o primeiro. Apesar da raridade da doença, causada por uma infecção bacteriana, no ano de 2015, a modelo californiana Lauren Wasser quase morreu e precisou amputar uma das pernas depois de ter sofrido o mesmo choque de toxicidade.

O primeiro registro encontrado sobre a enfermidade na literatura médica data de 1978. “A principal responsável por acarretar os sintomas de febre alta, dor muscular e de cabeça, vômito, baixa pressão arterial e reações alérgicas é a toxina letal liberada pela bactéria Staphylococcus aureus”, explica o ginecologista e obstetra Dr. Ricardo Luba, de São Paulo.

Ao notar os sintomas que caracterizam a doença, a jovem natural de Londres, que estava na casa do namorado, foi encaminhada ao hospital, onde recebeu soro para se hidratar e foi posicionada em um lugar arejado, com a presença de um ventilador para atenuar sua temperatura corpórea. Mas foi a sua cautela que a salvou. “A mãe de um amigo morreu por choque tóxico, por isso sempre fiquei atenta”, contou a estudante de farmácia a BBC.

Mesmo que os tampões sejam os principais responsáveis pelo desencadeamento da síndrome, a infecção pode ser causada por outros motivos e vitimar, inclusive homens. No caso das mulheres que fazem uso do produto durante o ciclo menstrual, o acúmulo de sangue na região vaginal é o principal culpado, por ser um ambiente favorável — úmido e quente — para o desenvolvimento de fungos e bactérias.

Sobretudo, é fundamental que mulheres conheçam a intensidade de seu fluxo menstrual. Aquelas que apresentam, mensalmente, uma secreção mais acentuada, devem trocar o absorvente com uma maior frequência. isto é, nunca deixar ultrapassar o intervalo de 2h a 4h — principalmente se for interno.

Por ser de caráter raro — com 15 mil casos registrados no Brasil por ano — o diagnóstico do SCT nem sempre é feito com tanta rapidez, mas o médico adverte para a gravidade da situação. “A evolução do quadro é extremamente rápida, tanto é que a doença pode se manifestar no prazo de 3 a 7 dias. Caso não seja identificada e tratada imediatamente, pode culminar em insuficiência renal aguda, impedindo que você excrete as toxinas, além de lesões no fígado, ocasionando anemia e problemas de coagulação. Esses fenômenos podem acarretar a falência de ambos, lesionando, também, outros órgãos e levando à morte.”

Três semanas após ter alta médica, Phoebee está se dedicando a ministrar palestras sobre como prevenir e combater a doença. Uma das maneiras mais efetivas de evitar o diagnóstico de SCT é, certamente, ensinar as meninas desde cedo a cuidarem do próprio corpo.

“Acredito que deveríamos falar mais sobre essa síndrome como parte da educação sexual e das conversas sobre o uso de absorventes e preservativos”, comentou ela. O doutor Ricardo também reitera que o procedimento mais adequado neste caso é a drenagem do local infectado e acrescenta: “Muita gente acredita que o foco da educação sexual é apenas o uso de preservativo, e não é somente isso. Mas também sobre uma higienização correta e a importância de se conhecer bem e ter ciência das suas necessidades.”

Acesse o link do Portal da Revista Claudia: http://claudia.abril.com.br/saude/por-que-voce-nao-deve-usar-absorvente-interno-por-mais-de-4h/

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THAIS FERSOZA ENGRAVIDOU DO 2º FILHO ANTES DE UM ANO; HÁ RISCOS NISSO?

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Pais de Melinda, de seis meses, Thais Fersoza e Michel Teló anunciaram que estão à espera do segundo filho, na sexta-feira (17). Para os pais que sonham com um intervalo pequeno entre um filho e outro –“para que os irmãos cresçam juntos”— é preciso pensar a nova gravidez com cautela, segundo médicos ouvidos pelo UOL.

“O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde dizem que o intervalo entre uma gravidez e outra tem de ser de, pelo menos, um ano e, idealmente, de dois”, afirma o ginecologista e obstetra Fábio Cabar, membro titular da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo) e da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

O período serve para que o corpo da mulher se recupere. Entre várias mudanças que acontecem na gravidez, pode-se citar o aumento do volume de líquidos na corrente sanguínea, exigindo mais do sistema cardiorrespiratório da mãe, e a frouxidão da musculatura, que acontece para acomodar o crescimento da barriga. Há também um risco maior para a mãe de anemia por carência de ferro, já que a gestação demanda muito dessa substância do organismo materno.

Via de parto

A questão do intervalo entre gestações ganha um cuidado maior quando o primeiro bebê nasceu de cesárea. Isso porque, nessa via de parto, é feita uma incisão que atinge sete camadas de pele e é necessário dar ao corpo tempo para cicatrizar esse corte.

“Antes de um ano, há um risco aumentado de ruptura do útero na área da cicatriz da primeira cesárea, durante o trabalho de parto”, afirma o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, também membro da Sogesp.

Segundo Luba, a complicação é rara, mas deve ser considerada durante o pré-natal. “É possível acompanhar a espessura do útero por meio de exames de ultrassom.”

Para o especialista, a grossura do órgão deve ser considerada na hora da definição da via de parto do segundo filho. “Não há um consenso se o caçula deve nascer de cesárea após um irmão nascido cirurgicamente. Há médicos que podem considerar seguro um parto vaginal”, declara Luba.

Cabar afirma que não recomendaria a uma paciente que fizesse uma cesárea simplesmente porque o primeiro filho nasceu por essa via de parto. “Mas se fosse o terceiro bebê, com os dois anteriores nascidos cirurgicamente, ele teria de nascer por cesárea.”

Amamentação

De acordo com os médicos ouvidos pela reportagem, outra questão a ser considerada em uma gestação com intervalo menor de um ano é a amamentação.

Embora admitam que não se trata de consenso, ambos recomendariam a suspensão do aleitamento do primeiro filho em caso de segunda gestação.

A justificativa de ambos diz respeito a liberação da ocitocina no organismo materno. O hormônio responsável pela descida do leite tem como efeito a contração do útero.

“Há risco de trabalho de parto prematuro, mas é claro que pode acontecer de a mulher engravidar, continuar amamentando e nada acontecer. Em medicina, a gente trabalha com probabilidades”, declara Barca.

Acesse o link do Portal UOL: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/02/20/thais-fersoza-engravidou-do-2-filho-antes-de-um-ano-ha-riscos-nisso.htm

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TIPOS DE CORRIMENTO: BRANCO, AMARELADO, COM SANGUE E MAIS 3 QUE MERECEM ATENÇÃO

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Ter um pouco de secreção é normal, mas quando ela muda de aspecto ou quantidade, tornando-se um corrimento vaginal mais intenso, a preocupação com a possibilidade de ser uma infecção ou outra doença é praticamente inevitável. Transparente, acinzentado, esverdeado, marrom ou amarelado são possíveis tons que ele pode assumir. Algumas destas variações são naturais e não causam problemas para saúde, outras são sinais de que algo está errado com seu corpo.

O que é corrimento

A vagina é uma região úmida que abriga diversos tipos de muco. Formados por células, bactérias mortas e outros elementos naturais, a secreção costuma mudar de acordo com o período do ciclo reprodutivo feminino. Entretanto, alguns tipos de corrimentos anormais podem ser indícios de infecções e doenças.

É normal ter secreção vaginal?

A liberação de muco vaginal é natural dependendo do tipo de substância expelida.

Toda mulher em idade reprodutiva passa por variações hormonais que produzem diferentes tipos de secreção vaginal, que são absolutamente normais. Por exemplo, na época da ovulação surge a substância transparente, semelhante à clara de ovo. Após a menstruação, ela fica parecida com uma borra de café, em um marrom escuro que carrega os últimos vestígios de sangue.

No entanto, quando o muco possui coloração diferente, sangue demasiado ou cheiro anormal é preciso ter atenção, já que estes são sintomas de doenças.

Outra dica para identificar se a saúde vaginal vai bem é verificar fatores associados ao corrimento, como dor nas relações sexuais, dor para urinar e odores fortes. Caso perceba um ou mais destes sinais, procure um ginecologista que fará o diagnóstico correto e passará o tratamento adequado.

Tipos de corrimento e secreção vaginal

Corrimento amarelado

Não é normal ter corrimento amarelo, pois ele pode ser um sinal de alguma infecção vaginal como a tricomoníase, causada por um parasita que se aloca na vagina ou na uretra e provoca dores e machucados na região.

Acinzentado

Este tipo de secreção está relacionada a infecções, como a vaginose, alteração causada por uma bactéria que por vezes pode gerar também odores ruins.

Corrimento branco

O corrimento branco pastoso e com aspecto de leite talhado, semelhante a uma nata, merece atenção pois geralmente esta relacionado com a candidíase, infecção que costuma causar também coceira, dor e vermelhidão na região sexual.

Verde

Assim como o corrimento amarelado, o esverdeado também está relacionado a doenças infecciosas e indica a necessidade de visitar um ginecologista.

Corrimento clara de ovo

O surgimento de um corrimento transparente como clara de ovo significa que a mulher está ovulando. "O período fértil, em que aparece esta secreção, varia de mulher para mulher, mas geralmente ocorre em torno do décimo quarto dia do ciclo, a contar a partir do primeiro dia da menstruação", complementa o ginecologista e obstetra Ricardo Luba.

Corrimento marrom

Nada mais é que a menstruação borra de café, que ocorre no fim do ciclo, quando há pouco sangue menstrual no interior da vagina. Sem um fluxo intenso, ele demora a ser exteriorizado e, nesse meio tempo, acaba sofrendo oxidação e a mudança de cor, que é perfeitamente comum.

Entretanto, o corrimento marrom deixa de ser saudável quando permanece durante muitos dias ou está acompanhado por cheiro ruim. Nestes casos, procure seu ginecologista.

Com sangue

O ginecologista e obstetra Ricardo Luba adverte que o corrimento com sangue não é normal. "Ele está relacionado com lesões no colo do útero ou alterações hormonais. Por este motivo, o mais indicado é ir a um especialista para verificar o que pode estar ocorrendo", ressalta o profissional.

Corrimento com mau cheiro

De acordo com o ginecologista, é necessário ter atenção com corrimentos com odor, já que o cheiro de peixe na vagina pode significar doenças como vaginose e tricomoníase.

Secreção vaginal na gravidez

O especialista explica que a secreção que indica gravidez geralmente é esbranquiçada, clara e fluída. Porém, é preciso estar atento ao aparecimento de tipos de corrimento anormais na gestação, que podem ser amarelados, esverdeados, com sangue ou odor forte. Nestes casos, procure um médico para realizar o tratamento e evitar complicações.

Tratamento

Caso seu tipo de corrimento não seja natural, é preciso procurar um ginecologista para que seja prescrito o tratamento adequado.

Também fique atenta a alguns hábitos que podem contribuir para o aparecimento de corrimentos, como estresse, alimentação desequilibrada, roupas apertadas e uso de protetores diários em excesso. Essas atitudes podem alterar o ambiente vaginal e propiciar a proliferação de fungos e bactérias, o que favorece o aparecimento de infecções.

Acesse o link do Portal Vix: http://www.vix.com/pt/saude/540935/tipos-de-corrimento-branco-amarelado-com-sangue-e-mais-tres-que-merecem-sua-atencao

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BÁRBARA BORGES MOSTRA CALOMBO NABARRIGA E REVELA DIÁSTASE; SAIBA O QUE É

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Bárbara Borges usou uma foto em seu Instagram –em que mostra uma protuberância na barriga— para contar que sofre de diástase. “Durante a gestação, o útero em expansão provoca um alongamento dos músculos abdominais, o que pode causar uma separação das duas bandas musculares que se encontram na região central do abdômen”, escreveu a atriz na postagem. Bárbara é mãe de Theo, 5 meses, e Martin, 2 anos.

Segundo o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), o problema pode acometer 30% das grávidas, mas, na verdade, não é uma questão restrita a elas.

“Exercícios físicos feitos de forma intensa e sem a correta orientação de um educador físico também podem provocar diástase, ou seja, é algo que atinge homens também”, fala Luba.

O ginecologista e obstetra diz que a diástase pode ser diagnosticada ainda na gestação ou após o nascimento do bebê e independe da via de parto, normal ou cesárea. “Em algumas mulheres, a distensão normal do abdome pode acabar em diástase. Em outras, não.”

Da mesma forma que o exercício intenso e mal orientado pode causar diástase, a falta de atividade física focada na região abdominal também pode explicar seu aparecimento. “E depende ainda da predisposição de cada um”, afirma Luba.

O educador físico Gilberto Coelho, especialista em fisiologia do exercício pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz que a atividade física –sob a orientação de um fisioterapeuta ou educador físico-- costuma ser a solução tradicional para o problema. “Exercícios físicos específicos para a região abdominal irão fortalecer a área e diminuir esse afastamento [dos músculos].”

É o caso da atriz Bárbara Borges, que contou no Instagram que irá fazer fisioterapia. “Tratar a diástase não é uma questão apenas estética, vai muito além disso, pois, se não tratada, pode ser prejudicial à saúde e acarretar em dores fortes na coluna lombar e na região pélvica.” A cantora Sandy foi outra famosa que assumiu ter sofrido de diástase após a gestação.

Luba, no entanto, afirma que os exercícios não fazem com que a diástase desapareça por completo. “Eles a tornam menos perceptível. Agora, quando a separação entre os músculos é maior do que quatro centímetros, a solução mais indicada é a cirúrgica, que, sim, elimina o problema.”

Acesse o link do Portal UOL: https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/01/26/barbara-borges-mostra-calombo-na-barriga-e-revela-diastase-saiba-o-que-e.htm

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PODE FAZER MAL OU SÓ INCOMODA? SAIBA COMO EVITAR O "SUOR" NA VAGINA

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Não é exatamente a vagina que sua, mas, sim, o problema afeta a região íntima feminina. As glândulas sudoríparas estão presentes em toda a extensão do corpo humano e existem também na virilha. É de lá que vem a sensação de umidade que se torna um pesadelo para muitas mulheres especialmente no verão.

Em geral, é só incômodo

Suar na região íntima não causa nenhum impacto na saúde. Mas, quando é excessivo, pode tornar a mulher mais vulnerável a candidíases de repetição. A infecção é causada por fungos que fazem parte normalmente da flora vaginal. Com o aumento da umidade da área –seja pelo suor ou pelo contato com roupas molhadas, como biquínis--, eles se proliferam descontroladamente, causando o problema. Outro ponto é que, muitas vezes, esse suor vem acompanhado de um odor ruim, o que pode ser fonte de constrangimento na hora do sexo. Mas, calma, a seguir damos dicas para lidar com a situação.

Hora de tirar saias e vestidos do armário

Além do calor, roupas justas e tecidos que não deixam a pele “respirar” –como jeans— podem intensificar o suor na região íntima. A ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), diz que, nesta época do ano, o melhor a fazer é deixar as calças no armário –principalmente as de tecido grosso—e usar saias e vestidos, peças que deixam a área arejada.

Protetor de calcinha

Segundo a ginecologista da Unifesp, estudos recentes derrubaram o mito de que o protetor diário de calcinha é um vilão e pode causar infecções. Mas é preciso escolher o melhor produto, que tem de ter uma camada respirável, ou seja, que permita a passagem do ar e não retenha a umidade na área íntima. Carolina alerta para que a mulher não confunda o protetor com os absorventes para início e fim do fluxo menstrual, que têm uma membrana de plástico, material que abafa a região. Já o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, membro da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), prefere indicar o item para uso apenas nos dias quentes e recomenda que a mulher faça de duas a três trocas, no dia.

Absorvente interno e coletor menstrual

Tanto o absorvente quanto o coletor são melhores alternativas para a mulher usar quando está menstruada no verão. Isso porque, ao contrário do absorvente tradicional –que tem camada de plástico, para conter vazamentos de sangue--, permitem que a região íntima feminina não fique abafada.

Durma sem calcinha

Nos dias quentes de verão, não hesite em dormir sem calcinha. O propósito é refrescar a área. Além de diminuir o suor, a medida pode beneficiar as mulheres que sofrem de candidíase de repetição.

Tem desodorante próprio para a região

As glândulas sudoríparas existentes na virilha são do tipo apócrinas, o que significa que o suor produzido por elas é excretado via folículos pilosos (de onde também saem os pelos) e, por isso, além de água e alguns sais, ele tem em sua composição restos celulares e do metabolismo, origem do cheiro ruim. Segundo Carolina, uma solução é aplicar na virilha –nunca na vagina—um desodorante íntimo, que pode ser em spray ou roll on.

Excesso de peso pode fazer suar mais

De acordo com Carolina Ambrogini, pessoas obesas ou com excesso de peso tendem a sofrer mais com o suor na região íntima. Dobras de pele tornam a área mais abafada, potencializando o suor.

Acesse o link do Portal UOL: http://estilo.uol.com.br/vida-saudavel/noticias/redacao/2017/01/04/vagina-sua-entenda-o-que-acontece-com-seu-corpo-e-nao-sofra-no-verao.htm

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POR QUE O BRASIL VIVE UMA EPIDEMIA DE SÍFILIS?

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O Brasil vive uma nova epidemia de sífilis, uma doença sexualmente transmissível que parecia existir, para a maior parte da população, apenas nos livros de história. A doença, causada por uma bactéria, pode levar a problemas de fertilidade e até a morte, se não tratada. A maior preocupação é com a transmissão de mulheres grávidas para os fetos. Os bebês podem sofrer malformações no sistema nervoso, perder a visão ou a audição e até mesmo morrer. O Ministério da Saúde divulgou dados recentes mostrando que o número de pessoas infectadas no Brasil aumentou 32,7% entre 2014 e 2015. "Esse aumento não está acontecendo só no Brasil, é um problema global", afirma Adele Benzaken, diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. A notícia pode causar espanto – não entre os especialistas em saúde, que há tempos percebem o aumento de casos –, mas entre a população. Por que uma doença de antigamente voltou a ser uma ameaça em 2016?

A sífilis, de fato, é uma doença antiga. No século XV, causou uma das primeiras epidemias globais, com milhares de mortes por toda a Europa. A penicilina, o antibiótico usado para exterminar a bactéria, não havia sido descoberto à época. Eram feitos tratamentos a base de mercúrio. A descoberta da penicilina, em 1928, contribuiu para diminuir a disseminação da doença nas décadas seguintes. Um reforço importante ao combate à doença foram as campanhas para aumentar o uso do preservativo, que ganharam força com a descoberta do vírus da aids, na década de 1980. No Brasil, a sífilis saiu dos holofotes a ponto de nem ser obrigatório que serviços de saúde avisassem o Ministério da Saúde quando encontrassem um caso. A notificação só passou a ser obrigatória em 2010.

As causas para o aumento recente dos casos ainda estão em investigação. Mas algumas mudanças comportamentais ajudam a entender por que a bactéria voltou a assustar. Um dos principais motivos é, ironicamente, o fato de a aids ter deixado de assustar. Com o sucesso dos tratamentos antirretrovirais, que afastaram da doença o rótulo de fatal, as gerações mais jovens relaxaram nos hábitos de prevenção. Os jovens de 13 a 15 anos estão se protegendo menos na hora do sexo, segundo um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, 75% dos entrevistados usaram preservativo em sua última relação sexual. No ano passado, apenas 66% fizeram uso da camisinha.

“Quando a aids surgiu, a estratégia empregada para a prevenção foi a de terrorismo, para promover o uso da camisinha pelo medo”, afirma a educadora sexual Lena Vilela, diretora do Instituto Kaplan, entidade de São Paulo que promove educação sexual. “O medo acaba sendo uma estratégia que, às vezes, funciona por um período limitado. Quando o temor passa, a doença reaparece.” Para reverter esse quadro, será preciso investir mais do que em campanhas que elucidem sobre os perigos do sexo sem camisinha, mas que contemplem a prevenção nas diferentes formas de exercer a sexualidade. A camisinha, seja masculina ou feminina, ainda é o único método contraceptivo capaz de impedir a transmissão de DSTs. “Os adolescentes estão transando e não há nada que os impeça. O objetivo é apostar em conhecimento, e não no medo, como foi feito anos atrás”, diz Lena.

A diminuição do uso do preservativo é uma tendência global e está causando o reaparecimento em massa de antigas DSTs nos Estados Unidos e na Europa. Além da sífilis, a clamídia e a gonorreia, também infecções bacterianas, voltaram a ser registradas em maior escala. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, a agência de vigilância epidemiológica do governo americano, em 2015 os casos de sífilis aumentaram 19%, os de gonorreia 13% e os de clamídia em 6% em comparação com 2014. Os dados se contrapõem à tendência de queda vista nos últimos anos. Em 2009, a gonorreia atingiu a taxa mais baixa da história nos EUA, com apenas 98 casos por 100 mil pessoas. Em 2015, o número saltou para 124 casos por 100 mil pessoas, um aumento de 26%. Enquanto isso, as taxas de sífilis em 2000 e 2001 foram as mais baixas desde os relatórios feitos em 1941: 2,1 casos por 100 mil pessoas. Mas o número subiu quase todos os anos desde então e está, agora, em 7,5 casos por 100 mil pessoas.

Existe a suspeita de que os aplicativos que promovem encontros sexuais, como o Tinder e o Grindr (voltado para o público gay), possam dar sua contribuição na disseminação das doenças de antigamente. “As pessoas parecem que se previnem menos quando utilizam esses aplicativos”, diz Jairo Bouer, médico psiquiatra. É por isso que as campanhas de prevenção devem focar nas novas formas de exercer a sexualidade, dando abertura para que as pessoas possam discutir abertamente com seus médicos seus comportamentos e as melhores formas de se prevenir. “As pessoas têm um número maior de parceiros sexuais hoje”, afirma Adele, do Ministério da Saúde.

Outro fator apontado pelos especialistas para justificar o aumento de casos de sífilis foi o desabastecimento da penicilina benzatina, principal antibiótico para o tratamento da doença. Desde 2014, países de todo o mundo sofreram com a pouco distribuição do medicamento devido à falta de matéria-prima para a sua produção. Para controlar a situação, o Brasil conseguiu comprar 2 milhões de frascos no ano passado. A distribuição do antibiótico para os estados e os municípios terminou em julho. O Ministério da Saúde afirma ter comprado mais 700 mil unidades, que ainda não foram distribuídas.

A escassez do medicamento pode ter contribuído para aumentar o nascimento de bebês com sífilis congênita, segundo especialistas. Existem outras alternativas de tratamento, mas ela acabam não sendo eficazes para evitar que a bactéria seja transmitida para o feto. “Na gravidez, é possível realizar tratamento com outros remédios, como o antibiótico azitromicina”, afirma o ginecologista e obstetra Ricardo Luba, de São Paulo. “O problema é que essa droga só trata a mãe, e não o bebê, porque não passa pela placenta.” No ano passado, aumentaram os casos de sífilis congênita. Em 2015, foram 6,5 casos a cada 1.000 nascidos vivos, número 170% maior que do o registrado em 2010. O número é 13 vezes maior do que a meta estabelecida para 2015 pela Organização Mundial da Saúde, dentro da política de combate a doenças negligenciadas e infecções relacionadas à pobreza.

O Ministério da Saúde diz ter aumentado a realização de exames para detectar a bactéria – não só em gestantes, mas na população em geral. Só diagnosticar não é o suficiente: as pessoas precisam se sentir acolhidas para se engajar no tratamento – e nas formas de prevenção. O alerta provocado pela divulgação dos novos dados da epidemia pode ser o primeiro passo para que as novas gerações se preocupem novamente com a sífilis.

Acesse o link do Portal da Revista Época: http://epoca.globo.com/saude/noticia/2016/11/por-que-o-brasil-vive-uma-epidemia-de-sifilis.html

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MINISTÉRIO DA SAÚDE ENCARA AUMENTO DE SÍFILIS COMO EPIDEMIA

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Uma doença que pode passar despercebida por muitos anos nas pessoas adultas é capaz de causar problemas sérios ao bebê em formação dentro do útero. A sífilis é silenciosa, mas merece bastante atenção – especialmente porque o número de infectados vem crescendo no Brasil. De 2014 a 2015, a doença teve aumento de 20,9% nas gestantes e de 19% nos casos congênitos (bebês que já nascem infectados).

“Os casos subiram em número significativo. Estamos tratando o problema como epidemia até para que resultados de redução sejam mais expressivos possíveis”, afirmou ontem (20) o ministro da Saúde, Ricardo Barros. “Os recursos estão disponíveis. É preciso que as pessoas se submetam aos testes e aos tratamentos”, disse.

A população deve estar atenta aos sintomas da sífilis para buscar ajuda médica. Se não tratada durante a gravidez, a infecção pode causar aborto, cegueira, surdez, deficiência mental e outras malformações fetais. Segundo levantamento do Ministério da Saúde, os estados com maior número de notificações de casos de sífilis são Rio Grande do Sul, Espírito Santo, São Paulo, Sergipe, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Paraná.

O que é sífilis?

Trata-se de uma infecção causada pela bactéria Treponema pallidum. A principal forma de transmissão é por via sexual (relação sexual sem camisinha), mas também acontece pela transfusão de sangue e durante a gestação (da mãe para o bebê).

Quais são os sintomas?

Os sintomas começam, em média, de 3 a 4 semanas após a pessoa ser infectada pela bactéria. Se não for tratada, a doença evolui por suas diversas fases e pode levar a lesões cardíacas, cerebrais, e até mesmo à morte.

Na fase primária, aparecem feridas abertas no local da infecção (normalmente boca, vagina, pênis, ânus. Raramente, pode surgir também em outras partes do corpo, como os dedos). Essas lesões não sangram e não doem. É por isso que muitos doentes não se dão conta da gravidade do problema e não desconfiam que estão infectados. As feridas somem em até 12 semanas, o que contribui para a pessoa pensar que está bem.

Na fase secundária, surgem erupções cutâneas nas palmas das mãos e nas plantas dos pés. Elas duram algumas semanas. Durante esse período, é comum apresentar febre, perda de apetite, aftas e cansaço. Em seguida vem a fase latente, sem sintomas – que pode perdurar de algumas semanas até muitos anos. Depois dela, chega a fase terciária da doença, época em que podem aparecer os maiores problemas, que afetam o cérebro e o coração e são capazes de levar à morte.

Bebês que são infectados durante a gravidez podem ir à óbito antes do nascimento ou apresentar diferentes malformações fetais – inclusive a microcefalia.

Como detectar?

O diagnóstico da sífilis pode ser feito por meio de testes rápidos, disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). Quem está planejando a gravidez, deve fazer o exame antes, para se certificar de que não tem a doença. No caso de gestantes inesperada, é preciso realizar o teste já na primeira consulta do pré-natal (no primeiro trimestre), para tratar o quanto antes e minimizar os riscos ao bebê.

Como tratar?

O tratamento mais comum é feito com penicilina, um antibiótico por via injetável. A prescrição pode ser de uma a três doses, a depender da fase em que a doença se encontra, conforme explica o ginecologista e obstetra Ricardo Luba (SP).

Como se prevenir?

É importantíssimo manter relações sexuais com preservativo. Mulheres que estão planejando uma gestação devem fazer o exame para verificar se são portadoras da bactéria antes de engravidar. Durante o primeiro trimestre da gravidez, o Ministério da Saúde recomenda que a mãe e o pai façam o teste. Alguns médicos, para ter uma certeza ainda maior, repetem o teste nos três trimestres da gestação.

"O aumento de casos de sífilis é relevante e preocupante. Isso mostra a realidade da saúde pública no Brasil. Também revela que o comportamento sexual mudou: com a liberação sexual da nova geração, muitas as pessoas estão perdendo o controle e não têm usado camisinha. A informação está em todo lugar, mas falta conscientização. A sífilis estava praticamente erradicada, e agora voltou”, comenta Luba.

Acesse o link do Portal da Revista Crescer: http://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Saude/noticia/2016/10/ministro-da-saude-encara-aumento-de-sifilis-como-epidemia.html

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MÉDICO COMENTA PROCEDIMENTO EM PARTO QUE BELA GIL AFIRMA TER ARRUINADO SUA VIDA SEXUAL POR UM ANO

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A chef e apresentadora Bela Gil estreou, neste mês, uma nova série em seu canal no Youtube sobre maternidade. Mãe de Flor, de 7 anos, e Nino, de apenas três meses, a baiana surpreendeu em sua primeira transmissão feita ao vivo ao afirmar teve sua vida sexual profundamente abalada após ter sido submetida à episiotomia na primeira vez que deu à luz, aos 20 anos. "Quando você está em um hospital, há mais chances de passar por intervenções médicas (durante o parto). Existem vários tipos de intervenções, como a episiotomia. Se você não tem necessidade de fazê-la, não faça, porque isso pode arruinar sua vida sexual por um ano. Foi o que aconteceu comigo", declarou.

O ginecologista e obstetra Dr. Ricardo Luba explica que esse procedimento cirúrgico –  que compreende um corte na região do períneo (localizado entre a vagina e o ânus) –  é rotina para alguns profissionais, mas não para a totalidade: "Todos temos uma autonomia para realizar o seu trabalho. Mas, dentro da medicina, há sempre um protocolo pré-definido para evitar ao máximo erros médicos", explica sobre a tomada de decisões por parte da equipe.

Algumas pessoas, assim como Bela Gil, defendem que a episiotomia é uma violência obstétrica, no entanto, Dr. Ricardo pondera "algumas mães confundem violência obstétrica com seu modelo ideal de parto que, muitas vezes, não é possível de ser realizado". Ele ainda explica que existe um planejamento chamado de "Plano de Parto" para que, em eventuais emergências, as atitudes tomadas pelo médico estejam de acordo com os desejos da parturiente.

"Esse corte é usado para evitar que o bebê sofra caso demore muito a nascer –  o chamado sofrimento fetal –, pois acelera o processo. Por isso, é importante ter bem claro o que pode ou não ser feito no seu plano de parto, para que o médico possa tomar uma decisão rápida", defende. O sofrimento fetal pode ter consequências graves para o bebê, e por isso deve ser evitado.

Além disso, Dr. Ricardo ressalta que, caso a episiotomia seja descartada e haja real necessidade de sua realização, as consequências para a mulher podem ser ainda pior. "Este procedimento é feito quando o canal da vagina é muito estreito para a passagem do bebê, com a função de proteger a bexiga, uretra e reto da mãe. Se a cabeça do bebê for muito grande, por exemplo, pode ocorrer a laceração do períneo [sem o controle possibilitado pela episiotomia]", conta, "então a mulher pode ter problemas como uma lesão no  esfincter retal, provocando incontinência fecal, uma vez que a 'lesão controlada' do procedimento cirúrgico não foi feita."

"A cicatrização demora este período que a gente costuma chamar de quarentena, tempo necessário para que os pontos sejam reabsorvidos. O que acontece com frequência é que algumas pacientes se queixam de um ponto específico feito na musculatura. Este pode desenvolver uma dor aguda, que pode evoluir para uma dor crônica. Geralmente, há um incômodo pelos próximos 2 ou 3 meses quando a mulher vai abaixar, praticar esportes, ter relações sexuais", elucida o obstetra.

Mas o ginecologista alerta: "Quando você faz o procedimento em uma paciente que não gostaria de ter sido lesionada, ela se sentirá violentada. Por isso que muitas mulheres têm dificuldade para reatar sua vida sexual, não somente pela dor de uma cicatriz, mas por uma questão emocional bem mais profunda e problemática."

O plano de parto é fundamental para que a mulher se sinta protegida e acolhida durante a gravidez até o momento do parto. É verdade que existem diversos procedimentos na medicina que não são naturais e, em alguns casos, desnecessários. Porém, em situações de emergência, eles podem ser fundamentais para o bem-estar da mãe e do bebê. Lembre-se de conversar com seu médico para que o parto supra todas as suas expectativas. "Normalmente, os casos de violência obstétrica acontecem justamente pela falta de diálogo entre o profissional e a paciente, por isso é tão necessário que a mãe e o médico sejam sinceros e diretos. É fundamental que haja empatia de ambos os lados. e ficar atenta se vocês têm decisões muito diferentes, caso sim, procure outro profissional que realize um trabalho mais próximo do ideal para você", completa o ginecologista.

Acesse o link da Revista Claudia Online: http://mdemulher.abril.com.br/saude/claudia/medico-comenta-procedimento-em-parto-que-bela-gil-afirma-ter-arruinado-sua-vida-sexual-por-um-ano

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DESCUBRA OS MITOS E VERDADES DA SOBRE A DEPILAÇÃO ÍNTIMA FEMININA

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Por questões de higiene e também estética, a mulher brasileira sempre foi adepta à depilação - com a retirada total (ou parcial) dos pelos pubianos. Da hepatite ao HPV, são inúmeros os riscos para a saúde relacionados com a depilação íntima feminina, especialmente quando os procedimentos são realizados com a reutilização de cera, pinças não esterilizadas, tesouras ou até mesmo palitos e lençóis não-descartáveis.

Fora estes problemas relacionados a maus profissionais, o ginecologista Ricardo Luba afirma que não há contraindicações para as mulheres que desejam depilar a área íntima. “A função dos pelos era reconhecida como proteção, mas com o uso de roupas ela deixou de existir”, explica.

O médico acrescenta que "cada mulher pode decidir o que prefere, depilar, raspar, cortar ou não cortar. O importante é que seja feita de maneira adequada a higienização da região genital para evitar infecções". Abaixo, confira as respostas das dúvidas mais frequentes sobre depilação íntima feminina:

1) Quais são os prós e contras do uso da lâmina?

A depiladora Marlene Bispo, do salão Visage - Espaço da Beleza, diz que a depilação com lâmina não dói, é rápida e pode ser feita em qualquer lugar, especialmente em casos de emergência. Mas depilar com a lâmina pode trazer alguns problemas: os pelos engrossam e o método pode irritar, agredir e até causar sangramentos na pele. Como o procedimento dura pouco tempo, é preciso raspar mais vezes – o que gera irritação e pode acabar até escurecendo a pele.

2) Quais são principais os cuidados ao se depilar com a lâmina?

Quem optar por este método, deve ter atenção redobrada, já que as lâminas devem ser limpas sempre que usadas e não devem ficar no ambiente úmido do chuveiro, que é propício para a propagação de fungos e bactérias. “É indicado passar o aparelho no sentido que nascem os pelos, pelo menos na primeira vez, para evitar que eles quebrem e encravem", esclarece.

A lâmina deve ser de uso pessoal, jamais ser compartilhada. "Depois de utilizá-la por, aproximadamente, 8 vezes, substituir por uma nova. E nunca se esqueça de sempre hidratar a pele depois de raspar”, completa a depiladora.

3) Depilação completa com cera é mais higiênico? Por quê?

Na teoria, depilar com cera é mais higiênico porque o material é, na maioria das vezes, usado de maneira individual e descartado. As ceras elaboradas com ingredientes naturais também têm propriedades calmantes que não agridem a pele. E, dependendo do tipo utilizado, ajuda, inclusive a hidratar a região.

4) Depilar com cera escurece a pele?

Depilar com cera pode escurecer a pele sim. Isso varia de pessoa para pessoa e acontece em algumas situações, como no caso de problemas hormonais, por exemplo. “Pode escurecer, também, se houver algum atrito ou pelos encravados que acabam pigmentando e manchando a virilha. Sempre indico para minhas clientes após a depilação usar argila branca na região, pois clareia, não dá pelos encravados, foliculites ou qualquer outro tipo de irritação”, explica Ana Aragão proprietária da clínica Distak Cabeleireiros.

5) Ceras reutilizáveis podem transmitir doenças? Quais?

Não chegue perto das ceras reutilizáveis porque elas podem transmitir doenças contagiosas como herpes genital e hepatite. “Não se deve em hipótese alguma reutilizar cera depilatória. Isso pode levar a infecções fúngicas, bacterianas e virais”, recomenda o ginecologista Ricardo Luba.

6) Com lâmina ou cera existem mais possibilidades dos pelos ficarem encravados?

O surgimento de pelos encravados depende do tipo de pele e sua adaptação a cada método depilatório. Mas, este problema pode ocorrer por diferentes motivos, como o excesso de oleosidade da pele, espessura, formato do pelo, tamanho dos poros e até por conta do uso de roupas muito apertadas.

No caso da depilação, pode variar de mulher para mulher: existem aquelas que acreditam que a cera encrava os pelos com mais facilidade, enquanto outras acham que isso acontece quando raspam a região.

7)  Quais são os métodos que causam menos dor e como funcionam?

Marlene Bispo, do salão Visage - Espaço da Beleza, diz que a lâmina e os cremes depilatórios são métodos indolores de depilação íntima feminina muito comuns e usados em casa. “O creme também é prático, mas a pessoa que usar esse método deve tomar cuidado com alergias e deixar o tempo certo para agir sem queimar a pele”, alerta.

8) Quais são as diferenças entre depilação a laser e fotodepilação?

A depilação a laser é um tratamento de eliminação dos pelos que, com a aplicação do laser no local, produz um calor intenso que destrói o folículo do pelo e inibe o seu crescimento.  Já a fotodepilação é um procedimento realizado com a Luz Intensa Pulsada que dói menos que o método à laser. Esta luz não acaba de vez com o bulbo, mas enfraquece os pelos, deixando-os mais finos e ralos.

“Neste procedimento, os pelos grossos ficam mais finos, e demoram bastante para nascer novamente, diminuindo até a quantidade”, explica Ana Aragão. “Os principais benefícios destas tecnologias são a facilidade e praticidade sobretudo para quem não suporta a dor com depilação a cera, sofre de alergias ou possui pelos muito grossos”, completa a proprietária da clínica Distak Cabeleireiros.

9) Como deve ser feita a higienização da pele na área íntima antes e depois da depilação?

Independente do método, além do uso das chamadas loções depilatórias, antes e depois do procedimento com cera, não existe nenhum padrão de higienização que a mulher deve fazer antes da depilação. A dica é manter a higiene íntima cotidiana, com água e sabonete, produtos específicos para a região ou usando lenços umedecidos nos casos mais urgentes.

10)  Depilar a área íntima gera inflamações ou infecções?

O ginecologista Ricardo Luba afirma que toda irritação gera inflamação mas que, no caso da depilação íntima feminina, existem produtos calmantes, feitos para uso após o procedimento que ajuda a diminuir a resposta inflamatória.

11)  É verdade que não é recomendado manter relações sexuais após a depilação? Por quê?

Luba explica que essa afirmação é mito: “Não há problemas ter relações sexuais após a depilação. Uma boa dica é que após a depilação se use produtos calmantes para a pele”.

12) Como descobrir qual o melhor método depilatório para a área íntima, para cada tipo de pele?

Testando. Afinal, não existe outra maneira de descobrir o que é melhor para cada tipo de pele e o que funciona ou não funciona – especialmente quando se trata de depilação íntima. A recomendação é procurar um profissional de confiança e fazer uma avaliação. “Independentemente do tipo de depilação escolhida, tome os cuidados necessários para deixar a pele saudável e sem irritação”, finaliza Marlene.

Acesse o link do Portal A Revista da Mulher: http://arevistadamulher.com.br/corpo-e-pele/content/2280081-descubra-os-mitos-e-verdades-sobre-a-depilacao-intima-feminina

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QUANTOS DIAS É NORMAL FICAR SEM IR AO BANHEIRO? ENTENDA A PRISÃO DE VENTRE

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A fisiculturista Gracyanne Barbosa contou recentemente em seu perfil no Snapchat como sua prisão de ventre desencadeou um episódio no mínimo inusitado, com direito a ligação para a polícia por "tentativa de sequestro". Ao narrar a história, a modelo disse que estava sem fazer cocô havia oito dias --algo corriqueiro em sua vida, segundo ela.

A prisão de ventre, também conhecida como intestino preso ou constipação intestinal, é caracterizada por menos de três evacuações por semana, pouco volume, muito esforço e fezes de calibre fino e endurecidas. Acontece quando há uma lentidão nos movimentos peristálticos do intestino, responsáveis por empurrar o bolo fecal do intestino grosso até o reto para ser eliminado.

Cerca de 15% da população brasileira sofre com ela, especialmente as mulheres, por causa de alterações hormonais, gestações e menstruação.

Em 85% dos casos, ela é fruto de uma alimentação inadequada (rica em açúcar, farinha refinada e gordura e pobre em fibras) e da pouca ingestão de líquidos, principalmente água.

Uma boa hidratação aliada a exercícios físicos e uma alimentação equilibrada são as principais ferramentas para evitar a prisão de ventre.

Sendo um problema tão corriqueiro, é comum que dúvidas deem origem a vários mitos sobre o assunto. Veja, a seguir, o que é verdade e o que não passa de crença.

Mito ou verdade?

É preciso evacuar todos os dias

Mito. Não existe uma regra, vai de cada organismo. Os especialistas, porém, consideram ideal é ir ao menos três vezes por semana. O normal é que seja sem esforços exagerados e por tempo prolongado, diz a proctologista Sonia Yusuf, do Hospital Santa Cruz (SP).

Intestino preguiçoso atrapalha
Verdade. As fezes chegam ao intestino grosso com até 90% de água. A parede muscular do intestino faz movimentos (peristálticos) para absorver a água e compactar essa pasta. Em seguida, a massa é empurrada em direção ao reto, para ser eliminada. Quando os movimentos estão lentos, muita água é absorvida e as fezes ficam secas e endurecidas, levando à constipação.
Prisão de ventre é genética
Mito. "Não existem estudos que indiquem que há ligação genética. Mas pessoas da mesma família, geralmente, têm costumes e hábitos alimentares parecidos, o que pode influenciar", explica o ginecologista Ricardo Luba.
Comer fibras ajuda
Verdade. As fibras dissolvem-se na água tornado-se macias e pastosas, ajudam a compor o bolo fecal e retêm mais água. Sem elas, as fezes ficam duras e secas. Verduras, frutas, aveia, linhaça, chia, oleaginosas e alimentos ricos em gordura boa (como óleo de coco e abacate) ajudam. "Tente tomar 10 copos de água por dia e evite alimentos processados, empanados e fritos, fast food e comida cheia de açúcar e farinha refinada", receita a nutricionista Carolina Novaes.
Álcool e café pioram o quadro
Verdade. Os líquidos adicionam água ao intestino e incrementam o bolo fecal, facilitando os movimentos peristálticos, responsáveis por conduzir as fezes até a saída. Mas bebidas alcoólicas e com cafeína têm efeito desidratante.
Ficar muito tempo sentado causa prisão de ventre
Verdade. Sedentarismo, ansiedade, depressão, o hábito de adiar a ida ao banheiro e alguns medicamentos (como suplementos de ferro) também podem colaborar para a alteração ou piora do funcionamento do intestino.
Segurar a vontade prejudica
Verdade. Ignorar a vontade de evacuar contribui para que o movimento do intestino fique mais lento. A ida ao banheiro deve ser estimulada também fora de casa. "Não ter o hábito prejudica o funcionamento do intestino. Com a correria, muitas pessoas simplesmente esquecem de ir ao banheiro", diz o coloproctologista Sergio Nahas.
Mulheres sofrem mais de constipação
Verdade. As alterações hormonais decorrentes da menstruação e gravidez influenciam. O aumento da progesterona no período de ovulação (e um pouco antes dele) faz os movimentos do intestino diminuírem --durante a menstruação, com a queda da progesterona, o intestino costuma voltar a funcionar. "A retenção de água e a aversão de usar banheiro fora de casa também contribui para que mulheres tenham o intestino mais preguiçoso", explica Luba.
É comum grávidas com intestino preso
Verdade. Durante a gravidez, cerca de 40% das gestantes ficam constipadas por causa das alterações hormonais e pela compressão que o útero (agora aumentado) faz sobre o intestino grosso.
Prisão de ventre causa mau humor
Parcialmente verdade. Pesquisa da Federação Brasileira de Gastroenterologia feita em 2012 com mais de 3.000 mulheres apontou que para 69% delas o mau funcionamento do intestino influenciava no humor. Para metade, a constipação causava cansaço e perda de concentração. Mas não existem estudos que comprovem a ação do intestino preso sobre o cérebro. "Quando o intestino funciona, a pessoa fica mais saudável e, consequentemente, mais disposta", diz Luba.
Apele para o laxante
Mito. Quando usados com frequência, eles fazem com que o intestino grosso fique dependente dos laxantes para fazer os movimentos peristálticos. Com o tempo, eles podem danificar as células nervosas da parede do intestino, interferindo na sua capacidade de contração.
Idosos sofrem mais com intestino preso
Verdade. Com o passar dos anos, há uma redução do metabolismo, impactando diretamente nas atividades do intestino grosso e no tônus muscular.
Fezes devem ser marrom
Verdade. A cor marrom é provocada pela estercobilina, pigmento escuro formado na digestão da bile. Quanto mais tempo as fezes ficam "presas", mais escuro elas saem. Fezes cinzas podem indicar problemas no fígado, vermelhas podem sinalizar sangramento e verdes, infecções, por exemplo.
Maçã e goiaba prendem o intestino
Parcialmente verdade. A casca da maçã ajuda a soltar, enquanto a polpa tem efeito contrário. Por causa de seus fitoquímicos, a goiaba também ajuda a reduzir os movimentos do intestino.
Ameixa e mamão ajudam a "soltar o intestino"
Verdade. As receitas das avós ajudam o intestino a funcionar melhor. "A ameixa preta é uma fruta com altíssimo teor de fibras e possui ácido diidroxifenil isatina, que facilita a atividade intestinal", explica a nutricionista. Já o mamão tem grande quantidade da enzima papaína, que ajuda o organismo a digerir mais rápido, diminuindo o tempo de armazenamento do bolo fecal.
Viagens influenciam
Verdade. Muitas pessoas não conseguem ir ao banheiro fora de casa ou ignoram a vontade de evacuar. Isso pode contribuir para que o movimento do intestino fique mais lento. A ida ao banheiro deve ser estimulada, inclusive, fora de casa. "Deixar de ter o hábito de ir ao banheiro prejudica o funcionamento do intestino, deixando-o ainda mais preguiçoso", diz Nahas.
Acesse o link do Portal UOL: http://noticias.uol.com.br/saude/listas/quantos-dias-e-normal-ficar-sem-ir-ao-banheiro-entenda-a-prisao-de-ventre.htm

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FALTA DE RASTREAMENTO E TABU RESULTAM EM SUBDIAGNÓSTICO DE DEPRESSÃO PÓS-PARTO

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O estudo da pesquisadora Mariza Theme, da Ensp (Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca), ligada à Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), no Rio de Janeiro, demonstrou que uma em cada quatro mulheres brasileiras apresenta sinais de depressão pós-parto. O assunto, apesar de muito difundido, ainda enfrenta problemas de subdiagnóstico por falta de preparo de profissionais, o que coloca em risco a saúde da mãe e do bebê, que pode ter atraso no desenvolvimento psicomotor e neurocognitivo.

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“Há subdiagnóstico em casos de depressão pós-parto. Muitas vezes a própria mulher tem vergonha de falar com o médico ou com familiares, e isso ainda torna mais difícil”, explica Dr. Ricardo Luba, ginecologista e obstetra especializado em reprodução humana. “Não existem exames diagnósticos para confirmação. O diagnóstico é clínico.  Segundo a Associação Americana de Psiquiatria, a depressão Pós-parto deve ser considerada um subtipo de uma depressão maior. Deve ser valorizado o diagnóstico e instituído tratamento com rapidez”, completa.

No Brasil, profissionais detectam a ausência de políticas públicas efetivas na prevenção e tratamento da doença. Não há orientações específicas sobre depressão pós-parto no manual pré-natal do Ministério da Saúde, por exemplo. Diz apenas que o profissional deve estar atento a questões físicas e emocionais da paciente, sem mais detalhes.

O surgimento de indícios de que a depressão pós-parto possa ser rastreada durante a gravidez fez com que a questão fosse debatida no USPSTF (sigla em inglês para Força-Tarefa Americana de Serviços Preventivos) no início do ano. Profissionais independentes que compõem o grupo se reuniram para propor avaliações durante a gestão que sejam capazes de detectar uma possível depressão.

O programa foi exposto no Journal of the American Medical Association e propõe que os adultos do país sejam submetidos a um controle para depressão, incluindo mulheres durante e depois da gravidez. A estimativa mundial apresentada é de que 13% das mulheres têm depressão durante a gestação, enquanto o índice no pós-parto fica entre 10% e 15%, quase metade dos números demonstrados no Brasil.

Acesse o link do Portal IBSP: http://segurancadopaciente.com.br/noticia/falta-de-rastreamento-e-tabu-resultam-em-subdiagnostico-de-depressao-pos-parto/

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GRAVIDEZ MÚLTIPLA E SEUS CUIDADOS

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Gravidez múltipla é sempre considerada de maior risco, por isso exige ainda mais cuidados do que a gestação de um só bebê. E se ela for consequência de um tratamento de infertilidade, aí a atenção é redobrada, especialmente durante o primeiro trimestre.

Gravidez multipla

Só para ter uma ideia, enquanto as consultas normalmente são realizadas de 30 em 30 dias até por volta das 32 semanas de gestação, quando há dois ou mais fetos os encontros com o médico acontecem de 15 em 15 dias. Essas visitas se estreitam ainda mais em casos de gêmeos idênticos, que compartilham a mesma placenta, e de grávidas que tinham epilepsia ou diabetes antes da gestação. Naturalmente, os ultrassons, os exames de urina e a medição da pressão arterial também são feitos com mais frequência. Tudo para avaliar possíveis complicações, como anemia, diabetes e pré-eclampsia.

Verdade seja dita, tamanho cuidado é um tanto cansativo para a futura mamãe, porém, faz com que ela se sinta cada vez mais segura e confiante de estar fazendo o melhor para seus bebês.

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VACINA CONTRA ABORTO PASSA A SER INFRAÇÃO SANITÁRIA PARA ASSEGURAR A SEGURANÇA DO PACIENTE

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Sem ter eficácia comprovada, o procedimento que ficou conhecido como vacina contra aborto foi proibido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Aplicado há cerca de 20 anos em clínicas de nove Estados brasileiros, o tratamento prometia quebrar o ciclo de abortos recorrentes por causa de fatores imunológicos ao injetar uma fórmula feita com o sangue paterno na gestante.

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De acordo com o órgão, a imunização só pode ser usada em projetos de pesquisa aprovados por comitês de ética, e utilizá-la como tratamento clínico agora será considerado “infração sanitária”, que pode render multas e até fechamento da clínica. A medida foi tomada visando a segurança do paciente, já que o procedimento expunha mulheres aos mesmos riscos de uma transfusão sanguínea. “Há riscos de infecções por doenças como HIV, hepatite, HTLV, chagas, sífilis”, alerta Dr. Ricardo Luba, ginecologista e obstetra especializado em reprodução humana

O profissional explica que, durante a gestação, a imunidade contra o feto fica modificada com um aumento dos linfócitos TH2, que permite um bloqueio e proteção para o embrião (anticorpos bloqueadores) para que o bebê cresça e se desenvolva sem sofrer ataques das células de defesa materna. Verificou-se que quanto menor variabilidade genética existir entre a mãe e o pai, menor a resposta contra o bebê.

Dentro desse conceito surge a teoria da terapia de imunização com linfócitos paternos, que eram injetados no organismo da mãe para estimular a produção de anticorpos TH2. A partir de uma prova de compatibilidade conhecida como Cross-Match, verificava-se a compatibilidade genética entre o casal. Em seguida, era feito o preparo de vacinas feitas com os linfócitos paternos para sensibilizar a mãe a produzir anticorpos que iriam protegem o embrião.

O CFM (Conselho Federal de Medicina) não recomenda o uso da vacina por falta de embasamento científico. Segundo o órgão, como não é considerada terapêutica, a única maneira de usá-la é em pesquisa, obedecendo os trâmites normativos. Sociedades médicas defendem ainda que não há evidência de que o tratamento imunológico reduza o risco de abortos recorrentes (perdas de três ou mais gestações até a 20ª semana).

“Como não havia referências bibliográficas com nível de evidência forte, era bastante empírico, bastante discutido e controverso o seu uso”, explica Luba. Diante da falta de comprovação da eficácia e da proibição da tal vacina, outros tratamentos são indicados para o caso de abortos recorrentes, como o uso de corticoides e imunoglobulina humana.

Acesse o link do Portal IBSP: http://segurancadopaciente.com.br/noticia/vacina-contra-aborto-passa-ser-infracao-sanitaria-para-assegurar-seguranca-do-paciente/

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PARTO DE GÊMEOS PODE SER NORMAL. VEJA OS MITOS SOBRE A GESTAÇÃO DE MÚLTIPLOS

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Amigos, conhecidos e familiares. Todos tentaram convencer a funcionária pública Damaris Carvalho, 36, de Cuiabá (MT), a optar por uma cesárea. Mas, desde que soube que estava grávida de gêmeos, ela optou pelo parto natural, escolha amparada pela primeira gestação e por seu médico.

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“Tive meu primeiro filho, o Davi, que hoje está com 2 anos e quatro meses, de parto natural. Quando fiquei grávida dos gêmeos, muita gente tentou me convencer do contrário, mas tinha conversado com meu médico e decidido por mais um parto natural", conta.

O nascimento só não seria natural se os bebês não estivessem na posição certa, possibilidade que foi descartada tão logo Damaris começou o trabalho de parto no hospital, em 15 de junho. Nas primeiras horas do dia 16, nascia o primeiro dos gêmeos Gael e Athos. O segundo veio sete horas depois do irmão. No dia seguinte, a família completa estava em casa.

Foram outros dois mitos derrubados: que todo gêmeo é prematuro (Damaris havia entrado no nono mês de gestação) e de que um nasce em seguida do outro. “O trabalho de parto estacionou e até dei de mamar para que as contrações voltassem para poder dar à luz novamente”, fala a funcionária pública.

Gael e Athos, em seus poucos dias de vida, estão se desenvolvendo bem e são alimentados exclusivamente pelo leite materno. “Estou amamentando os dois por livre demanda, sem qualquer complemento ou  mesmo chupeta. O colostro é suficiente para alimentá-los e deixá-los saudáveis. É importante lembrar também que o peito não é só amamentação, mas também um lugar seguro para o bebê. Meu mais velho mamou até poucos dias antes dos gêmeos nascerem e quero que eles mamem bastante também”, diz.

Damaris é a prova viva de que muito do que se fala sobre a gestação de gêmeos não passa de crença sem qualquer fundamento.

A seguir, os especialistas Ricardo Luba, ginecologista e obstetra membro da AAGL (American Association of Gynecologic Laparoscopists), e Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, ajudam a desvendar outros mitos sobre o assunto.

    1. A gravidez é sempre de risco

    A gestação gemelar apresenta maiores chances de ter complicações, como parto prematuro, doença hipertensiva específica da gestação e diabetes gestacional. Mas também são frequentes casos em que a gestação de gêmeos transcorre sem qualquer tipo de intercorrências.

    2. A prática de atividades físicas é proibida

    Desde que com autorização do médico e acompanhamento profissional, os exercícios estão liberados durante a gestação. Atividades sem impacto e de leve intensidade, como pilates e alongamento, são as mais indicadas.

    3. É mais difícil descobrir o sexo dos bebês

    O fato de gestar gêmeos não interfere nesse momento tão esperado, mas gestantes com sobrepeso ou obesidade podem ter mais dificuldade para descobrir o sexo das crianças pelo ultrassom.

    4. Gêmeos só nascem de cesárea

    Como comprova a mãe de Gael e Athos, esse é um grande mito. Gêmeos podem, sim, nascer de parto natural desde que a mãe queira e a posição dos bebês --eles não podem estar atravessados-- permita. Um médico capacitado também é essencial, assim como estar em ambiente hospitalar para que se tenha tempo de corrigir com rapidez eventuais complicações durante o trabalho de parto.

    5. Todos os gêmeos são prematuros

    Nem sempre. O risco de prematuridade na gestação gemelar existe, mas não é sempre que ela ocorre. A maior parte dos bebês nasce a termo (entre 37 e 41 semanas).

    6. É impossível a amamentação exclusiva de gêmeos

    Apesar de a lactante ter de produzir o dobro da quantidade de leite para alimentar duas crianças, tem mulheres que dão conta do recado. Vale ressaltar que, além do esforço bem maior por parte da mãe, o apoio familiar é imprescindível nesses casos.

    7. Todo bebê gêmeo passa pela UTI neonatal

    Essa também é uma inverdade. Muitos bebês gêmeos necessitam de cuidados da UTI neonatal, mas isso é inversamente proporcional ao peso e à idade gestacional em que ocorre o parto. Isso significa que bebês que nascerem com peso adequado ou que não são prematuros têm menor chance de ter de passar pela UTI.

Acesse o link do Portal UOL: http://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/listas/parto-de-gemeos-pode-ser-normal-veja-mitos-sobre-gestacao-de-multiplos.htm

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GESTAÇÃO NO INVERNO

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Enjoos, incômodos, dor na coluna, inchaço, dificuldades para dormir são algumas das peculiaridades que a gestante enfrenta durante a gravidez. Em dias de frio, algumas mudanças podem ocorrer. Então, veja o que muda na troca das estações:

 Gravida no inverno

. No inverno, o sono das futuras mamães tende a ser maior, assim conseguem dormir com mais comodidade.

. Os enjoos parecem piorar nessa época do ano.

. A pele tende a ressecar com mais facilidade, mas somente o médico pode avaliar qual produto a gestante pode usar, pois nem todos são recomendados.

. Suor e oleosidade também tendem a diminuir, mas a vontade de fazer xixi aumenta consideravelmente.

. Evite consumir sal em excesso. A pressão arterial pode ficar descontrolada.

Na dúvida o melhor é procurar o seu médico. Somente ele poderá orientar de forma segura e precisa.

(Dr. Ricardo Luba, ginecologista, obstetra e especialista em reprodução humana).

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ZIKA VÍRUS E A SAÚDE DA GESTANTE E DO BEBÊ

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A forma mais confiável para confirmar se um bebê tem microcefalia é medindo a circunferência da cabeça dele ao nascer e refazendo a medição 24 horas depois. Vale lembrar que na microcefalia o bebê tem a circunferência craniana menor do que o esperado para sua idade ao nascer e seu sexo e as complicações envolvidas variam de convulsões passando por dificuldade de alimentação e de desenvolvimento até o risco de morte.

Zika e gestante

Na dúvida, busque auxílio com seu médico.

Uma gestante bem informada ajuda a evitar depressão, angústia e ansiedade (sentimentos tão comuns nessa fase) e consequentemente a saúde do seu bebê.

Dr. Ricardo Luba, ginecologista, obstetra e especialista em reprodução humana.

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www.ginecologialuba.com.br

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